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Como o Google e Apple vão dominar a Realidade Aumentada

Desculpe, Microsoft e Magic Leap, mas as gigantes dos smartphones têm algo que vocês não têm

Muitos observadores seriam capazes de apostar todas as suas fichas na tese de que o sucesso da Realidade Aumentada será impulsionado pela Microsoft e pela Magic Leap. Pioneiras nesse mercado, elas passaram a ser referência após impressionantes demonstração do Hololens e do projeto XRay no evento do Windows 10, em outubro de 2015, e a arrecadação de mais de US $ 1 bilhão junto a investidores, no rastro de publicações de vídeos de experiências simuladas no YouTube, respectivamente.

Hoje seus maiores competidores são ODG e Meta. E não há dúvida que as demos são legais e que vários ou todos esses produtos aparecerão no mercado e emocionarão os usuários com uma nova experiência capaz de combinar o real com o virtual.

Mas o futuro da Realidade Aumentada não será dominado pela Microsoft, Magic Leap, ODG ou Meta. O domínio será do Google e da Apple. E explico o porquê.

Ao contrário da Realidade Virtual, que envolve a imersão em um mundo totalmente gerado por computador, a Realidade Aumentada mistura o mundo real com conteúdo virtual, gerado pelas máquinas.

Existem dois tipos de realidade Mista:

1. Head-up display (HUD): Aquela que simplesmente coloca textos, gráficos e imagens simples gerados por computador no campo de visão do usuário, sem anexar esses objetos virtuais a coisas ou superfícies no mundo real. Lembra da primeira demonstração do Google Glass? Puro HUD, assim como os para-brisas da próxima geração de veículos conectados.

2. Object- or surface-aware augmented reality (Realidade Aumentada consciente de objetos ou superfície): Qualquer aplicação de Realidade Aumentada em que texto ou objetos gerados por computador parecem anexar ou interagir com objetos do mundo real. Isso pode variar de aplicações simples, como o robô BB8, da Sphero, a sistema mais complexos, incluindo o Hololens, o Magic Leap e outros.

A experiência mais emocionante de Realidade Aumentada envolve o mapeamento 3D em tempo real do ambiente, que permite que objetos virtuais interajam com superfícies e objetos no mundo real. Por exemplo, uma criatura gerada por computador que pode ficar sobre uma mesa - ou se esconder atrás dela. O Pokémon Go é o exemplo mais primário.

O desafio? A capacidade de mapeamento 3D requer computação intensiva, que consome muita CPU, GPU e bateria durante a renderização em tempo real de objetos 3D. Como resultado, produtos como Hololens e Magic Leap exigem fones de ouvido pesados ??e volumosos e custam muito dinheiro. (A edição de desenvolvedores Hololens pesa cerca de meio quilo e custa pelo menos 3 mil dólares - aproximadamente o mesmo peso e preço de quatro iPhones.

Esta classe de produto de Realidade Aumentada é emocionante, mas esses sistemas não são para uso casual. Lamento desiludi-los, mas apenas empresas, universidades, operações militares e jogadores muito dedicados irão comprá-los no futuro próximo.

E é aí que o Google e a Apple entram.

Projeto Tango e os esforços do Google

Falei sobre a tecnologia de mapeamento do Google Tango 3D há mais de um ano. A plataforma é capaz de mapear rapidamente espaços interiores, incluindo profundidades e distâncias. É capaz até mesmo de determinar com precisão o tamanho dos objetos em uma sala.

Desde então, tivemos o lançamento do primeiro celular com capacidade Tango (o Lenovo Phab 2 Pro) e a demonstração de um segundo aparelho (o Asus ZenFone AR).

Dezenas de aplicativos de apoio ao Tango já estão disponíveis, e devem haver centenas até o final do ano.

O Museu Americano de História Natural está usando o Tango para trazer de volta os dinossauros, como demonstrado na mais recente Google I / O.

A BMW está usando Tango para vender carros.

E os pesquisadores do MIT estão usando Tango para criar espaços de Realidade Virtual baseados em espaços da vida real. Esta é uma abordagem diferentes para as Realidades Aumentada e Virtual, onde tais ambientes poderiam ser criados usando smartphones de baixo custo e headsets.

Os melhores produtos Tango ainda estão por vir. Aparecerão sob a forma de novos smartphones, novos aplicativos e novos periféricos de Realidade Aumentada.

O que é mais surpreendente no Projeto Tango, no entanto, é que o Google já provou que o mapeamento sofisticado para Realidade Aumentada é barato o suficiente para ser oferecido em um smartphone de 500 dólares.

O ZenFone suporta não apenas o Tango, mas também o headset Daydream VR, da própria Google - mas não ao mesmo tempo. Em conversa recente com o chefe do projeto Tango, Johnny Lee, ele me disse que eles podem teoricamente trabalhar juntos agora, mas não o suficiente para uso público. A união do Tango e do Daydream (bem como de um suporte para mais leve para óculos de Realidade Aumentada) é esperada em futuros smartphones Android.

Lee também disse que a equipe do Tango tem reuniões freqüentes com o grupo de desenvolvimento dos smartphones Pixel, do Google. Ele disse que eles são bem versados ??em todos os aspectos do Tango e que há "muito interesse e entusiasmo" a medida que a tecnologia Tango fica menor e mais barata. Acho que faz enorme sentido para os futuros smartphones Pixel obter funcionalidades Tango.

A coisa mais importante que o Google vem fazendo em relação ao Projeto Tango é o fomento de criação de um ecossistema de RA baseado em smartphones. Este grande esforço está acontecendo nos bastidores e abrange o desenvolvimento de smartphones, periféricos, aplicativos, conteúdo - até mesmo uma "grande biblioteca de objetos 3D que você pode colocar no mundo", de acordo com Lee.

Em outras palavras, o Google está construindo um mundo de Realidade Aumentada smartphone-friendly que é mainstream, portátil, acessível e prático.

A Apple pode estar fazendo o equivalente
Durante uma visita ao Reino Unido na semana passada, o CEO da Apple, Tim Cook, disse ao The Independent que está " animado com a Realidade Aumentada " (AR). Isso é interessante, porque Cook raramente usa a palavra animado a menos que ele está falando sobre os produtos da Apple.

A analista da Goldman Sachs, Simona Jankowski, e a analista da KGI Securities, Ming-Chi Kuo, acreditam que o iPhone de 8, de 10 anos, vai suportar Realidade Aumentada.

Combine toda essa leitura de folha de chá, adivinhação e rumor com inúmeras aquisições e patentes de Realidade Aumentada obtidas pela Apple recentemente e o que se vê é uma forte possibilidade de que a Apple poderia abraçar Realidade Aumentada em produtos comercialmente disponíveis. Entre as aquisições recentes da Apple, a principal é Primesense, a empresa por trás do hardware no qual a Microsoft baseou o seu sistema Kinect (foto abaixo).

Se a Apple lançar algum produtos de Realidade Aumentada, provavelmente o fará para o mercado de consumo. Cook disse ao The Independent que RA é uma "grande idéia, como o smartphone" - algo "para todos".

Acredito que a Apple entrará no negócio de óculos inteligentes. Não ficaria surpreso se a primeira incursão da Apple em Realidade Aumentada fosse um simples display HUD embutido em alguns óculos de moda, um recurso de detecção de imagem em 3D para o iPhone 8, ou ambos.

De qualquer maneira, quando você pensa em Realidade Aumentada, entenda que, embora a Microsoft, a Magic Leap e outros players estão criando produtos poderosos e excitantes, eles não têm a qualidade que o Google e provavelmente a Apple têm para desenvolver uma RA que seja acessível, móvel e mainstream.

A Realidade Aumentada que você realmente usará não é a versão pesada, cara e não-móvel da Microsoft e da Magic Leap. É o que virá embutida em seu smartphone.

PS: No artigo original, o autor Mike Elgan se refere à Realidade Aumentada como Realidade Mista, considerada por ele uma denominação mais apropriada. Preferimos usar o termo Realidade Aumentada, porque Realidade Mista, ou Realidade Mesclada, são denominações usadas pela Intel para a tecnologia capaz de extrair o melhor das duas realidades, a Aumentada e a Virtual, materializada no Project Alloy. Dispositivos e aplicações Alloy não necessitam de nenhum smartphone ou computador conectado para funcionar. E possibilitam a interação com o mundo virtual usando apenas as mãos ou objetos comuns.


(Fonte: Mike Elgan, Computerworld/EUA) - 22/2/2017
Facebook volta a copiar o Snapchat com o novo recurso WhatsApp Status

Liberada a partir de hoje, 20/2, novidade chega em comemoração aos 8 anos do aplicativo de mensagens. Ferramenta ainda não tem previsão de chegar ao Brasil.

O Facebook continua em sua cruzada contra o Snapchat. Desta vez, a empresa de Mark Zuckerberg replicou o conhecido formato de histórias do rival no seu aplicativo de mensagens WhatsApp, que acaba de completar 8 anos de história.

Liberado a partir de hoje, 20/2, para os usuários do WhatsApp em aparelhos Android, iOS e Windows, o novo recurso WhatsApp Status chega para substituir as mensagens de texto usadas no status dos usuários.

A partir de agora será possível tirar uma foto ou fazer um vídeo curto (de até 45 segundos) a partir do próprio app e então adicionar desenhos, texto e emojis, para que a imagem seja exibida como seu status por um prazo de 24 horas.

Todas essas imagens ficarão em uma nova aba, chamada obviamente de status, onde também será possível visualizar e comentar nas atualizações dos seus contatos do WhatsApp.

Com isso, o WhatsApp é o quarto aplicativo do Facebook a basicamente copiar o recurso de histórias do rival Snapchat, chegando depois do Instagram, do Facebook e do Messenger.

Vale lembrar que o IPO (oferta pública de ações) do Snapchat, por meio da sua empresa mãe Snap Inc., está marcado para o próximo dia 2 de março.

Disponibilidade

Por enquanto, ainda não há previsão de quando o Status será liberado para os usuários do WhatsApp no Brasil e Estados Unidos, dois dos principais mercados do app no mundo. Nesta primeira semana, o recurso será lançado para os seguintes países: França, Holanda, Itália, Espanha, Reino Unido, Israel e Arábia Saudita.


(Fonte: Da Redação) - 22/2/2017
Após Google, Snapchat vai gastar US$1 bilhão com serviços da Amazon

Informação foi revelada nesta semana por documentos de IPO da Snap Inc, que já possui acordo parecido com o Google no valor de US$2 bilhões

E parece que o Google não é a única empresa que fez um acordo com a Snap Inc., dona do Snapchat, parece oferecer suporte para infraestrutura e serviços na nuvem.

De acordo com uma nova reportagem do Recode, a Snap também fechou um contrato de 1 bilhão de dólares com a Amazon para utilizar os serviços de cloud da gigante de Jeff Bezos, conforme revelado em novos documentos do seu IPO publicados nesta semana.

Assinado originalmente no ano passado, o contrato prevê “suporte para infraestrutura redundante das nossas operações corporativas”. E a Snap Inc. afirma que também poderá “investir em construir a nossa infraestrutura para servir melhor os nossos clientes”.

Pelo acordo entre as empresas, a Snap terá de gastar pelo menos 50 milhões de dólares com a Amazon em 2017. Esse valor precisará ser ampliado a cada ano nos próximos cinco anos até atingir pelo menos 350 milhões de dólares em 2021.

Para efeito de comparação, o acordo da Snap com o Google tem valor de 2 bilhões de dólares e duração de 5 anos, prevendo assim o pagamento de 400 milhões de dólares por ano pelos serviços de cloud da empresa de Mountain View.

(Fonte: Da Redação) - 13/2/2017
Para CEO da Apple, notícias falsas são um dos maiores problemas atuais

Em nova entrevista, Tim Cook diz que não há uma solução simples para a questão que ganhou visibilidade após as eleições dos EUA no fim de 2016.

O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou nesta semana que a disseminação de notícias falsas pela Internet, algo que tomou grandes proporções nos EUA durante a eleição presidencial de 2016 vencida por Donald Trump, é um dos principais problemas atuais.

Em entrevista ao programa britânico Good Morning Britain, o sucessor de Steve Jobs afirmou ainda que não há uma solução simples para a questão.

“Precisamos dar aos usuários ferramentas para ajudá-los com isso, e precisamos filtrar parte disso (conteúdo) antes mesmo que chegue lá, mas sem perder a grande abertura da Internet”, disse o chefão da Apple.

Vale notar que a própria empresa de Cupertino é uma fornecedora de notícias por meio do seu aplicativo Apple News, que possui mais de 70 milhões de usuários únicos.


(Fonte: Da Redação) - 13/2/2017
Samsung usa realidade virtual para ajudar usuários a superarem timidez

App integra o #BeFearless, que foca na tecnologia como acelerador do potencial humano. Ferramenta visa ajudar suários a superarem medo de falar em público

A Samsung lançou um aplicativo que recorre à realidade virtual para poder ajudar usuários tímidos a superarem certas fobias, como falar em público, algo que pode vir a atrapalhar entrevistas de emprego.

Parte da campanha global Launching People, o programa #BeFearless quer usar tecnologia como acelerador do potencial humano. O app conta com o módulo “Medo de Falar em Público”, disponível em três versões – uma delas conta com exercícios desenvolvidos para o universo profissional, que inclui entrevistas de emprego.

Por meio do headset de realidade virtual da companhia, o Gear VR, o programa de treinamento visa diminuir a ansiedade enquanto a pessoa estiver interagindo com uma audiência mais ampla.

Ao usar o aplicativo, a linguagem corporal e a autoconfiança são alguns dos focos trabalhados. O usuário pode responder a perguntas e receber feedback do entrevistador com base no tom de voz e no batimento cardíaco. Se ele estiver distraído ou responder negativamente, quer dizer que a pessoa está com alto nível de tensão, logo precisará treinar mais e repetir a fase.

É possível ainda conferir o resultado depois de cada sessão realizada. Os índices de desempenho são personalizados, baseados no contato visual, volume da voz, frequência cardíaca e autoavaliação.

Para se beneficiar do aplicativo, o usuário precisará além do Gear VR, de um fone de ouvido com microfone. O smartwatch Samsung Gear S também pode ser usado para medir frequência cardíaca durante todo o processo e o Gear IconX, fone de ouvido sem fio, tornará o som ainda mais próximo à realidade.

“O #BeFearless foi criado para incentivar as pessoas a desafiarem barreiras com a ajuda da tecnologia. É importante ressaltar que a realidade virtual é uma ferramenta de apoio, um complemento ao tratamento para superação de medos e fobias. O acompanhamento médico e terapêutico é fundamental na resolução de qualquer questão relacionada à saúde”, reforça Andrea Mello, Diretora de Marketing Corporativo e Consumer Electronics da Samsung Brasil.


(Fonte: Da Redação) - 6/2/2017
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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.