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5G: o caminho para o futuro começa a ser desenhado

Caminhamos para uma nova era de cidades mais inteligentes, onde o 5G terá protagonismo e impactará todas as indústrias até chegar ao seu smartphone

O futuro está mais próximo do que imaginamos, a apenas alguns poucos anos da nossa realidade. Não é nenhum exagero pensar isso. O prenúncio já tem até data para acontecer: em 2020, quando a tecnologia 5G será consolidada. Não é errado pensar nesse futuro tão perto quando idealizamos que a nova rede de telefonia móvel será responsável por apresentar, entre outros benefícios, altas velocidades de internet, maior qualidade na troca de dados e onde tudo, milhões de dispositivos, estará permanentemente conectado com a chamada Internet das Coisas. Não é exagero dizer que lâmpadas, carros, celulares, cafeteiras, despertadores, sensores inteligentes de sua residência, que detectam dos mais simples problemas ao mais graves, estarão o tempo todo conectados.

Como estamos caminhando para uma nova era de cidades mais inteligentes, o 5G vem para tornar tudo isso possível. Suas especificações determinam que ela deva suportar 1 milhão de dispositivos conectados por km², abrindo as portas para um futuro onde computadores, tablets e smartphones irão dividir a internet com eletrodomésticos, automóveis, casas e cidades, como já ocorre com TVs e relógios. O número de aplicações que a rede 5G terá, levará a indústria para outro nível de automação, pois será possível otimizar a energia. Grandes fabricantes de chipsets, como a Quantum e Mediatek, já estão na corrida pelo desenvolvimento da nova rede. Esse trabalho será fundamental para as empresas fabricantes de celulares, pois dependem necessariamente dele para desenvolver novos modelos de produtos com essa tecnologia. No entanto, investimentos em equipamentos de testes e medições já estão sendo realizados para garantir a estabilidade quando os chipsets estiverem concluídos.

A pergunta que fica é: como será o impacto da tecnologia nas próximas gerações de smartphones? O 5G irá resolver o problema da latência, que nada mais é do que o tempo em que um comando leva para chegar de um ponto ao outro. Com a nova rede, este tempo será reduzido para um valor extremamente baixo, possibilitando uma experiência em tempo real, trazendo inúmeros benefícios e aplicações.

Tudo poderá estar conectado e acessível em tempo real, como sua casa e carro, de forma que as interações com eles serão redesenhadas. Além disso, equipamentos IoT e carros autônomos necessitam desta baixa latência para que funcionem com segurança. Assistentes pessoais, como Google Assistant e Amazon Echo, serão utilizados de maneira a se tornarem parte do cotidiano. O armazenamento em nuvem e streaming de áudio e vídeo se tornarão muito mais velozes e, portanto, não se notará mais a diferença entre acessar um arquivo na memória interna ou na nuvem. Isso poderá reduzir a memória dos novos modelos com 5G.

Ademais, com a eficiência energética da tecnologia, haverá a redução do consumo e aumento da autonomia dos aparelhos. Portanto, os smartphones não ficarão mais espessos e nem necessitarão de baterias maiores para portar o 5G. Projetando ainda mais esse futuro, esta próxima geração de smartphones utilizará sensores ainda mais precisos e processadores exclusivos para inteligência artificial e visão computacional, tornando a já atual tecnologia de realidade virtual e realidade aumentada ainda mais real. Para que tudo isso se realize, as operadoras brasileiras enfrentarão grandes desafios na implantação da rede 5G, pois necessitam de desenvolvimento de infraestruturas compatíveis e regulamentações. Um grande caminho se começa a desenhar.

*William Toshio é Gerente de Produtos em Mobilidade da Quantum.

(Fonte: William Toshio*) - 16/04/2018
Linha 4 do Metrô de SP terá portas com reconhecimento facial e de reações

As portas da Linha-4 Amarela dos metrôs de São Paulo vão passar a reconhecer rostos e expressões do usuário. A concessionária ViaQuatro informou na quinta-feira (12) que portas interativas serão instaladas nas áreas de embarque e desembarque das estações Luz, Paulista e Pinheiros.

A tecnologia deve colaborar para a contagem de usuários nas plataformas, o que será utilizado para um melhor direcionamento de pessoas em horários de pico. Outra funcionalidade para o reconhecimento facial é a saber a reação de usuários em relação às publicidades e a informações mostradas nas vias.

A concessionária explica que a tecnologia foi desenvolvida pela própria ViaQuatro e que tem a função de criar novas estratégias para públicos específicos e incrementos em vendas. "As portas de plataforma interativas são uma tecnologia inovadora desenvolvida pela ViaQuatro para aprimorar transmissão de informações aos passageiros da Linha 4-Amarela. O reconhecimento facial é uma realidade

na área de comunicação e marketing, com recursos sofisticados, que podem colaborar na criação de novas estratégias para públicos específicos, visando mais efetividade na troca de mensagens importantes ou mesmo o incremento em vendas", explica Harald Zwetkoff, presidente da ViaQuatro.

Além da contagem de pessoas, é possível se ter também uma noção exata de quantas pessoas viram um conteúdo publicitário exposto nas plataformas. A empresa ainda anunciou que os estudos de reação de usuários sobre as informaçõe expostas serão repassados aos anunciantes. Atualmente, as empresas somente tem o número de pessoas que passam pela linha contabilizando os dados de catracas dos metrôs.



Metro Linha 4 SP

Foto: Divulgação / Canaltech

(Fonte: Wagner Alves - CANALTECH) - 16/04/2018
Apple lança iPhone 8 e 8 Plus na cor vermelha

A Apple revelou nesta segunda-feira (9) o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus na cor vermelha. Eles fazem parte do Product Red, que direciona parte do dinheiro obtido com as vendas para fundos de luta
contra a AIDS.

Os antecessores, iPhone 7 e iPhone 7 Plus, também haviam recebido uma edição especial do Product Red, mas alguns não gostaram da frente branca e até fizeram modificações no design. Agora, os
aparelhos possuem traseira vermelha de vidro e frente preta, mantendo o processador A11 Bionic e as telas LCD de 4,7 e 5,5 polegadas.

O iPhone X não ganhou uma edição vermelha; em vez disso, a Apple lançou uma capa Leather Folio, fabricada com “couro europeu especialmente curtido e acabado para criar uma aparência luxuosa”. Ela será vendida por US$ 99.

Segundo a Apple, parte do dinheiro obtido com as vendas do Product Red é voltada para o Fundo Global de Luta Contra AIDS, Tuberculose e Malária. A campanha existe desde 2006 e já doou mais de US$ 160 milhões para programas de teste, tratamento e prevenção de transmissão do HIV.

No mercado brasileiro, o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus (Product)Red Special Edition (ufa!) poderão ser adquiridos a partir desta terça-feira (10), chegando aos compradores até o final de abril. Eles custam a partir de R$ 3.999 e R$ 4.599, respectivamente, nas versões de 64 GB.





(Fonte: Por Paulo Higa) - 09/04/2018
Burger King inaugura autoatendimento em lojas de São Paulo

A rede de fast-food Burger King acaba de anunciar uma novidade para um atendimento mais ágil em seus restaurantes: o BK Express.



Burger King

Foto: Istoé / Canaltech

A tecnologia funciona com o pagamento antecipado do produto, fazendo com que o consumidor decida o que vai pedir e como pagar antes mesmo de chegar ao local, sem enfrentar filas. A novidade já vem
sendo testada em tablets nos restaurantes de São Paulo e, de acordo com a empresa, os resultados são positivos.

Os pedidos agora podem ser feitos via dispositivos móveis e enviados para a cozinha assim que o consumidor chegar ao local, bastando escanear um QR Code em totens de autoatendimento com o aplicativo do Burger King.

O Brasil é um dos primeiros países a testar a funcionalidade e o app já está disponível para Android e iOS.

As lojas que estão trabalhando com o autoatendimento são as da Avenina Paulista, Alphaville IL Rio Negro, Shopping Vila Olímpia, Shopping Tamboré e Parque Shopping Barueri.

(Fonte: CANALTECH Natalie Rosa) - 09/04/2018
Home Office abre possibilidade de novas carreiras; mas há desafios a superar

Tecnologia atua a favor, mas inexistência de uma política clara e a imaturidade de muitos profissionais são verdadeiros vilões

Ao longo dos últimos anos, algumas empresas e profissionais estão encarando os desafios de implementar home office. Seja pelos benefícios encontrados dentro das companhias ou por parte dos colaboradores, o modelo de trabalho remoto tem inúmeros defensores. No entanto, apesar dos colaboradores estarem sendo avaliados pelos resultados apresentados, a barreira cultural, a falta de confiança e a dificuldade da gestão remota ainda fazem com que o home office não deslanche como poderia.

Existem dois aspectos que podem ser observados como impulsionadores desse modelo. O primeiro deles é um movimento feito pelas empresas que têm a necessidade de reduzir a infraestrutura e os gastos com as equipes. O outro, é uma demanda que parte do profissional, que está em busca de maior qualidade de vida e uma rotina de trabalho mais flexível.

Independente dos motivos, o modelo começa a ter mais adeptos à medida que a gestão de trabalhos e processos se torna completamente digitalizada. Toda empresa, independentemente do porte, pode aderir. No entanto, algumas corporações e profissões tem maior facilidade para se adaptar ao home office.

Nesse sentido, algumas carreiras possuem maior flexibilidade para desempenhar suas funções de maneira remota. A carreira em TI é uma das mais flexíveis em termos de locação física, uma vez que muitos colaboradores são contratados por projetos e, em sua maioria, a função que desempenham não depende de outras áreas da empresa. Programadores, desenvolvedores de softwares, criadores de aplicativos, são apenas alguns dos exemplos.

É importante ressaltar que nem todos profissionais conseguem se adaptar a esse regime de trabalho. É preciso ter muita maturidade para gerenciar de maneira responsável o tempo, a auto-motivação, os resultados e também o marketing pessoal. O colaborar deve entender que, mesmo estando remoto, as entregas da empresa continuam e ele ainda é parte de uma equipe e de uma estrutura com objetivos empresariais. É muito comum vermos pessoas que nunca trabalharam não conseguirem se adaptar a esse modelo. O profissional que não tem vivência no contexto empresarial, em muitos casos não conseguem se autogerir para fazer as entregas necessárias.

Do ponto de vista das corporações, para que o trabalho remoto realmente funcione, a empresa precisa ter valores e uma missão muito fortes, a ponto de, mesmo à distância, ser possível engajar o profissional na cultura da organização. Caso contrário, esse colaborador irá se descolar da missão empresarial e possivelmente seu engajamento com o trabalho irá diminuir. Outro fator indispensável é a confiança entre gestor e funcionário. Acreditar e ter certeza de que o melhor trabalho possível está sendo realizado é um desafio, principalmente para os líderes mais centralizadores.

Os benefícios de flexibilidade, autogestão, produtividade, redução de custos e redução de estresse, atraem muito os profissionais da geração Y, por exemplo.

Entretanto, uma grande maioria ainda é imatura nas relações de trabalho e podem sim confundir o benefício do Home Office com um Day Off, por exemplo.

O fato é que a possibilidade de trabalho remoto tem aberto uma crescente movimentação e a possibilidade de novas carreiras. É o caso dos nômades digitais, que por não terem apego físico ao local de trabalho, conseguem viver a vida viajando e trabalhando de maneira remota.

Para estes casos, novamente, o que mais importa é o compromisso com a entrega de resultados, independente da presença ou localização física deste profissional. Mas, mesmo nestas profissões que podem atuar remotamente, nem tudo são flores. Isso porque os nômades digitais precisam adaptar suas entregas e eventuais reuniões por videoconferências à questão dos fusos horários das empresas para as quais prestam serviços, além de precisarem ser ainda mais focados para evitar as muitas distrações que se pode ter ao estar em uma cidade que ofereça um universo de coisas para se quer conhecer. A questão da qualidade da internet também é um ponto muito importante, já que a maioria das funções em tecnologia demanda o uso desse recurso, o que pode ser um verdadeiro desafio para muitos nômades digitais que precisem usar WiFi que estejam abertos para um grande público.

Apesar de vários benefícios e da crescente aderência, algumas empresas e gestores ainda são muito resistentes quanto à implantação do home office. A verdade é que para que essa dinâmica de trabalho realmente conquiste as empresas no Brasil é necessário superarmos a barreira da gestão de equipes à distância. É necessário que sejam definidas metas claras, expectativas e até que seja criada uma política corporativa quanto ao uso deste benefício. Arrisco dizer que muitos líderes e equipes precisariam ser treinados para estarem prontos para essa mudança.

Da mesma forma, sugiro que antes de ser implementado em toda a empresa sejam feitos projetos-piloto para que sejam desenvolvidas métricas e critérios de avaliação para determinar se está sendo um sucesso ou não esta iniciativa. É nesta fase que podem ser feitos ajustes importantes antes da total implantação.

Como podemos perceber, a tecnologia já atua a nosso favor, mas o mindset de dependência, a inexistência de uma política clara e a imaturidade de muitos profissionais são os verdadeiros vilões nesse processo.

(*) Felipe Harmel é headhunter da Yoctoo


(Fonte: Felipe Harmel*) - 02/04/2018
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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.