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Notícias na 25 de março

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Fabricante de brinquedos Lego faz parceria com gigante chinesa Tencent

A fabricante dinamarquesa de brinquedos Lego está se unindo à gigante chinesa Tencent Holdings para desenvolver jogos online e potencialmente uma rede social

voltada para crianças chinesas.

A Lego, uma empresa de capital fechado, tem registrado uma desaceleração no crescimento das vendas nos últimos anos, mas o mercado chinês tem sido um

ponto brilhante, com vendas crescendo entre 25 e 30 por cento em 2016.


A dinamarquesa está competindo com a Mattel, fabricante das bonecas Barbie, e a Hasbro, empresa por trás de My Little Pony, por uma fatia do mercado chinês de

brinquedos e jogos avaliado em 31 bilhões de dólares.

A Lego disse na segunda-feira que a parceria com a Tencent, maior rede social e empresa de jogos da China, tem como objetivo criar um ambiente online seguro

que abranja conteúdos, plataformas e experiências adaptadas às crianças chinesas.

"O que estamos procurando agora com Tencent é apenas para encontrar formas mais criativas ... (de) chegar a crianças e criar conteúdo personalizado com a

Tencent, neste caso, video games", disse chefe da Lego na China, Jacob Kragh, à Reuters na segunda-feira em evento conjunto com a Tencent em Pequim.

A parceria prevê o desenvolvimento de uma zona de vídeo Lego para crianças na plataforma de vídeo Tencent, bem como jogos licenciados da marca Lego, disse a

fabricante de brinquedos.

A parceria também inclui o Lego Boost - um conjunto de construção e codificação que permite que as crianças transformem suas criações em objetos em

movimento - e a explorarão do desenvolvimento de uma rede social conjunta para crianças na China.

A Tencent é a empresa mais valiosa da Ásia com valor de mercado de 537 bilhões de dólares.

Bitcoin: o que é, como minerar e é possível ganhar dinheiro com a moeda?

Minerar bitcoins por conta própria não é uma boa ideia: os custos de eletricidade serão maiores do que qualquer bitcoin minerado. A saída é se juntar a um pool de

mineração

Convenhamos, o bitcoin é extremamente confuso. E aqui estão as más notícias: o fato de você estar lendo isso agora significa que você já está atrasado no jogo e

será difícil gerar algum lucro na mineração das moedas. No entanto, se você quiser tentar sua sorte na mineração dos bitcoins, aqui apresentamos um guia voltado

para iniciantes no assunto.

Após uma desvalorização em 2016, o valor do bitcoin se recuperou e superou o valor do ouro. No momento, um único bitcoin é negociado em cerca de US$

11.500,00, de acordo com a Coindesk. Mas apesar disso, a moeda mais popular entre as criptomoedas está sob ameaça de várias outras mais recentes, incluindo a

Ethereum.

Se você está ficando confuso sobre o que estamos falando, por favor, deixe-nos explicar.

O que é bitcoin?

É uma moeda digital que opera independentemente de um banco central. A criptografia é usada para regular a geração de unidades bitcoin e a transferência da

moeda.

Onde está o valor no bitcoin?

Em essência, quanto mais bitcoins forem minerados ou "encontrados", mais difícil é encontrar mais moedas. Embora, uma vez tenha sido possível usar um

computador de alta potência para minerar bitcoins por conta própria em casa, a grande popularidade da mineração da moeda significa que, agora, é viável apenas

se juntar a um pool de mineradores, onde o seu computador é usado para minerar bitcoins com outros computadores.

Sem ficar restrito aos aspectos técnicos, grupos de computadores em um pool de mineradores estão "triturando" números para formar um bloco. Para cada bloco

minerado, o grupo recebe 25 moedas.

E colocando um pouco as coisas em perspectiva, é maluco pensar que alguns analistas acreditavam, em 2015, que o bitcoin estava condenado, quando seus

valores chegavam aos 200 dólares.

Você pode ficar rico com o Bitcoin?

Como mencionamos na introdução, nos dias de hoje é difícil ter algum lucro minerando bitcoins. Mas já foi algo lucrativo, especialmente para os primeiros adeptos

da moeda virtual.

Por exemplo, o Guardian relata que um homem norueguês, com o investimento de US$ 27 em bitcoins, obteve uma poupança inesperada de US$ 886 mil quatro

anos depois.

"Kristoffer Koch investiu 150 coroas (cerca de US$ 27) em 5 mil bitcoins em 2009, depois de descobrir a moeda quando escrevia uma tese sobre criptografia. Ele

esqueceu da existência dos bitcoins até surgir uma ampla cobertura da imprensa sobre a moeda digital descentralizada peer-to-peer em abril de 2013", reporta o

Guardian. Naquele momento, as moedas que custaram, inicialmente, 27 dólares valiam uma pequena fortuna, cerca de 886 mil dólares.

Comece com a mineração de bitcoin e gere seus próprios bitcoins

Digamos que você tente minerar um bloco de bitcoins com apenas um computador doméstico. Bem, esta é uma má ideia: os custos de eletricidade serão maiores

do que o dinheiro que você faz de qualquer bitcoin encontrado e você pode ter que aguardar meses ou mais - antes de receber qualquer retorno. Ao se juntar a um

pool, você deve receber pagamentos menores, mas de forma mais regular.

No entanto, você pode ficar sem dinheiro algum mesmo se você se unir a um pool como o Slush Bitcoin, um dos mais populares. Quando um bloco for concluído,

você receberá uma parcela baseada no número de outros "trabalhadores" que ajudaram a construir o bloco. Uma taxa de cerca de 2% será deduzida e você pode

receber apenas a metade da quantia que você gastou nos custos de eletricidade

Claro, você pode ainda executar o software de mineração em um computador para o qual você não paga a conta de eletricidade, mas não recomendamos executá-lo

em seu PC do trabalho.

Então, se você ainda estiver interessado, aqui está um guia simples passo a passo para começar com a mineração de bitcoins.

Passo 1. Você precisará de uma "carteira" para começar. Isso é um pouco como uma conta PayPal onde seus bitcoins podem ser armazenados. Você pode

armazenar esta carteira online ou localmente no seu computador. Você precisará baixar um grande "arquivo de cadastro de blocos" para usar uma carteira. Para

uma carteira online, você pode tentar a coinbase.com. Com uma conta, você pode comprar, usar e aceitar Bitcoins.

Passo 2. Junte-se a um pool, como o pool de bitcoins Slush. Mas vale ressaltar que há sempre o perigo de que o proprietário do pool possa manter todos os 25

bitcoins quando um bloco é extraído, uma vez que as 25 moedas completas são pagas a uma pessoa: o proprietário do pool.

Isso quer dizer que você precisará escolher um dono de pool confiável. O pool da Slush foi o primeiro e vem operando desde dezembro de 2010. Com as próprias

palavras do site, tem uma "longa história de pagamentos estáveis ??e precisos".

Passo 3. Instale um minerador de bitcoins no seu PC. Existem dois tipos: CPU e GPU. Para iniciantes, o minerador GUI da Kiv é recomendado.

Etapa 4. Faça login na sua conta do pool do Bitcoin e insira o endereço da carteira. Você poderá obter isso, verificando sua conta da carteira que você criou na

etapa 1.

Passo 5. Registre seus trabalhadores. Cada trabalhador é uma sub-conta dentro da sua conta de pool do Bitcoin. Você pode ter mais de um funcionário em

execução em cada computador.

Passo 6. Por fim, digite suas credenciais de trabalho no seu software de mineração Bitcoin e, em seguida, insira a URL do grupo principal para que seus

funcionários possam começar a mineração.

(Fonte: Jim Martin, PC Advisor) - 15/01/2018
Telegram quer lançar sua própria criptomoeda

O Telegram deve ser o próximo grande player do mercado de tecnologia a entrar no mundo das criptomoedas. De acordo com informações ainda não divulgadas oficialmente, mas confirmada por fontes ligadas aos trabalhos, o CEO da empresa responsável pelo mensageiro, Pavel Durov, estaria acompanhando pessoalmente a criação de um dinheiro próprio para o aplicativo, que deve potencializar, principalmente, o sistema de pagamentos da solução.

Batizada de Gram, o criptodinheiro ainda não teria lançamento marcado, mas já contaria com planos ambiciosos, podendo representar nada menos do que a maior oferta inicial de moedas já feita na história desse segmento. A ideia de Durov seria usar a venda das primeiras unidades da tecnologia, com previsão de arrecadação na casa dos US$ 500 milhões, para financiar o desenvolvimento posterior da blockchain proprietária usada para transações e validações. A ideia é que, em seus dias iniciais, o valor total da categoria varie entre US$ 3 bilhões e US$ 5 bilhões.

Assim, entraria em funcionamento também a Telegram Open Network (TON, para os íntimos), o primeiro grande passo da companhia para fora do mundo dos mensageiros e de soluções ligadas à comunicação entre pessoas. É daí que vem a segurança que Durov, espera, ver refletida nos investimentos iniciais - estamos falando de uma companhia sólida e reconhecida, e não de uma startup com boas ideias mas pouco além disso para provar seu caráter.

A blockchain proprietária utilizaria a base de mais de 180 milhões de usuários do Telegram como base, tornando-se, também, uma das maiores redes iniciais do segmento - e, possivelmente, uma das mais rapidamente adotadas em grande escala. Uma das grandes inspirações seria o WeChat, da China, que apresenta ideias semelhantes em termos de adoção, mas sem a utilização de uma moeda própria e descentralizada.

A promessa é de uma capacidade de um milhão de transações por segundo e alta escalabilidade, na medida em que a utilização da moeda terá crescimento acelerado, mas ainda assim, menos que o da base de usuários da solução de mensagens instantâneas em si. Nos documentos obtidos pela imprensa internacional, a empresa soa confortável com o crescimento rápido da proposta, justamente por conta dessa capacidade incrementada pelo gigantesco número de utilizadores.

Um dos principais motes por trás da Gram também tem a ver com os próprios problemas do CEO com o governo russo. Com a criptomoeda proprietária, o Telegram deseja descentralizar o envio internacional de dinheiro, prometendo uma alternativa sem taxas e feita de maneira instantânea e segura, graças aos sistemas de criptografia já usados hoje na troca de mensagens.

Além disso, medidas contra a especulação também serão tomadas. O Telegram vai reter 52% do total de Grams disponíveis, além de dedicar 4% do todo apenas aos esforços de desenvolvimento dessa solução. As moedas poderão ser vendidas tanto em câmbios externos quanto no próprio aplicativo, com uma equipe dedicada a acompanhar seus movimentos e lidar com tentativas de fraudes e manipulação monetária.

O lançamento da criptomoeda estaria sendo preparado para março, com o início da oferta inicial, mas desde já, Durov já estaria entrando em contato com investidores em potencial para ventilar a ideia e, principalmente, lançar a modalidade contando com o apoio de gente de renome, o que deve trazer ainda mais credibilidade à iniciativa. Os movimentos, de acordo com as fontes que revelaram toda a história à imprensa, estariam dando certo, com grandes empresas russas de tecnologia e capital, principalmente, de olho em tudo o que está acontecendo.

A adoção pública, entretanto, deve demorar mais, com o Telegram fazendo planos para o primeiro trimestre do ano que vem. A carteira virtual de Grams, por exemplo, seria liberada no quarto trimestre de 2018, depois da chegada de todos os sistemas de segurança e criptografia relacionados à blockchain em si.



Telegram

Foto: Divulgação / Canaltech

(Fonte: Canaltech - Redação) - 09/01/2018
CES 2018: Oculus Go é fabricado pela Xiaomi com processador Snapdragon 821

Em outubro, falamos sobre o novo headset de realidade virtual do Facebbook, o Oculus Go. Independente, ele funciona sem estar conectado a um smartphone, desenvolvido para ser "o headset de VR mais acessível da história".

Mas, agora, no palco da CES de 2018, ficamos sabendo que a novidade está sendo fabricada pela chinesa Xiaomi, e, por dentro, o headset conta com um processador da Qualcomm, o Snapdragon 821. Custando apenas US$ 199, o Oculus Go já ganhou um "irmão gêmeo" para o mercado chinês, chamado Mi VR Standalone, da Xiaomi.

A fabricante oriental decidiu pegar o mesmo hardware do Oculus Go e replicar em um produto próprio exclusivo para o mercado chinês. Ainda não se sabe quando o "copycat" será lançado na China, mas o Facebook já havia prometido o lançamento do novo Oculus para o início deste ano.



Oculus Go

Foto: Canaltech

(Fonte: Canaltech - Redação) - 09/01/2018
Legal Hack: Direito, tecnologia e pinball

Tal como você, sou um Canaltecher. Alguém que gosta muito de tecnologia e incorpora essa paixão no dia a dia. Não só busco me

atualizar quanto aos lançamentos de celulares e outros gadgets de uso pessoal, como também, utilizo ferramentas inovadoras

para aumentar minha produtividade no trabalho.

Legal hack



Foto: paulmhill/Depositphotos / Canaltech

Imagine, então, minha felicidade ao ter sido convidado como colunista jurídico do Canaltech para acompanhar o Legal Hack ,

hackathon com o objetivo de criar soluções para combater a morosidade do sistema judiciário brasileiro, promovido pela

Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), na sua sede, nos dias 25 e 26 de novembro.


Equipes formadas por programadores (desenvolvedores/técnicos em eletrônica), designers, comunicadores e empreendedores,

contando com a mentoria de advogados, ao longo de 30 horas ininterruptas, desenvolveram projetos e soluções para agilizar os

processos judiciais, cuja tramitação em todo o país vem ocorrendo quase que exclusivamente por meio digital, o chamado PJe -

Processo Judicial Eletrônico .

Talvez você esteja se perguntando como os desenvolvedores conseguiram oferecer soluções inovadoras, frente um desafio tão

complexo, para uma área desconhecida por eles, o tal PJe e a morosidade do sistema judiciário?

Confesso que também tive essa dúvida antes do hackathon. A resposta está na fase inicial do evento: os participantes

assistiram apresentações curtas, porém, bastante educativas, onde lhes foi dada uma boa overview sobre a Justiça e o

funcionamento do processo judicial eletrônico. Também foram disponibilizadas aos participantes informações embasadas em

jurimetria, basicamente a Estatística aplicada ao Direito.

Foi então que, a partir desse panorama, uma vez divididos os participantes em equipes, suas mentes brilhantes passaram a

trabalhar: brainstorming para a escolha de ideias que pudessem levar a bons produtos finais, assim entendidos como

ferramentas com o poder de minimizar a morosidade do PJe.

Como bem pontuou Jonathan Nelson, gerente de Inteligência de Mercado e de Novos Negócios da AASP, responsável pela

elucidativa apresentação que ofereceu visão geral sobre o sistema judiciário, coube aos participantes o desafio de

identificar os gargalos que causam a morosidade do sistema judiciário, fazendo com que o tempo médio de um processo na

Justiça Federal seja 07 anos e 06 meses e na Justiça Estadual, 07 anos e 05 meses, de acordo com dados do CNJ - Conselho

Nacional de Justiça.

Definidas as ideias, os times iniciaram a fase de desenvolvimento de um Mínimo Produto Viável - MVP ( Minimum Product Viable

), ou seja, um protótipo, trabalhando por horas na criação das soluções para melhorias do PJe.

Para finalizar o hackaton, cada equipe fez um pitch, isto é, sua apresentação de 03 minutos da ideia, solução e diferenciais,

tendo 02 minutos adicionais para responder às dúvidas da banca de jurados. Fiquei surpreso com a alta qualidade das soluções

propostas para o aceleramento da tramitação do PJe.

Sem dúvidas, muitas das ideias que nasceram durante as 30 horas de duração da Legal Hack da AASP podem ser implementadas,

diminuindo a morosidade que tanto atinge o processo judicial.

A equipe vencedora propôs a criação de uma calculadora para auxílio na conciliação entre as partes em conflito. Tal

calculadora busca fornecer parâmetros para um acordo entre litigantes, reduzindo a morosidade do Judiciário, que seria

desafogado em razão de sucessivas conciliações. Merecidamente seus integrantes levaram o prêmio de R$ 8.000,00 para a casa.

Concluindo, fica aqui meu agradecimento ao Canaltech, pelo convite e oportunidade de acompanhar um hackathon, ainda mais na

minha área de atuação. Parabenizo à Shawee, que organizou e promoveu o evento, proporcionando uma maratona de programação,

momentos de diversão e bem estar aos participantes.

Menção honrosa para a querida associação que recebeu participantes das mais diversas áreas, especialidades e gerações.

Diferentemente do que costumo ver no âmbito jurídico, mais sério e formal, foi criado um ambiente confortável e descontraído

para que os participantes se sentissem em casa, o que possibilitou, ainda, que esse colunista, associado que há mais de 20

anos frequenta a AASP, entidade que tanto facilita a vida dos advogados, oferecendo cursos, serviços e produtos da melhor

qualidade, tivesse o prazer de jogar partidas de pinball em sua sede. Foi sensacional acompanhar esse evento pioneiro,

inovador, onde a tecnologia e a jurimetria foram aplicadas como solução da morosidade no PJe.

É com muita gratidão e alegria que encerro essa última coluna do ano, desejando que nosso 2018 seja repleto de felicidade e

lançamentos empolgantes na área de tecnologia.



(Fonte: Douglas Ribas Jr.- CANALTECH) - 01/01/2018
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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.