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Notícias na 25 de março

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Google lança no Brasil Waze Carpool, serviço de caronas entre usuários do Waze

Novidade chega nos próximos meses. Serviço permite que motoristas compartilhem caronas com aqueles que estiverem indo para a mesma direção

O Google anunciou nesta quarta-feira (22) que o serviço de compartilhamento de caronas entre usuários do Waze, o Waze Carpool, chegará ao Brasil nos próximos meses.

O serviço permite que motoristas compartilhem caronas com usuários do aplicativo de navegação que estejam indo para a mesma direção.

Segundo o Waze, não se trata de um novo serviço de compartilhamento de carros como o Uber, uma vez que o dono do carro não vai mudar sua rota para atender o outro. Além disso, não visa necessariamente arrecadar lucros para os motoristas.

No caso, o usuário que pegar uma carona contribuirá com o custo da gasolina do motorista. A tarifa é estipulada pelo próprio aplicativo.

Atrás dos Estados Unidos, o Brasil é o segundo maior mercado em número de usuários do Waze, com São Paulo sendo a cidade com maior número de usuários ativos do aplicativo no mundo.

O Google adquiriu o serviço de mapas e rotas em 2013. Em 2015, a companhia começou a testar em Tel Aviv, Israel, um serviço de compartilhamento de caronas, o então chamado RideWith.

Da mesma forma que o Carpool, o aplicativo permitia que motoristas compartilhassem caronas e recebessem uma pequena compensação em troca.



(Fonte: Da Redação) - 22/3/2017
Cisco apresenta primeiro gateway de internet seguro na nuvem

Cisco Umbrella, serviço de segurança na nuvem, oferece proteção até quando os usuários estão fora da VPN

A Cisco acaba de anunciar o primeiro gateway seguro de internet (SIG, na sigla em inglês) em nuvem. Batizado de Cisco Umbrella, o serviço oferece proteção de dados dentro e fora da rede corporativa. De acordo com a empresa, ele opera como uma plataforma em nuvem que, além de interromper ataques emergentes em todas as entradas e protocolos para uma cobertura mais abrangente, também bloqueia o acesso a domínios, URLs e IPs antes que a conexão seja estabelecida ou um arquivo baixado.

O especialista em segurança da Cisco Brasil, Fernando Zamai, observa que o mercado corporativo luta e investe fortemente para se proteger nesse novo paradigma de trabalho, e maioria das empresas depende muito da utilização da rede privada virtual (VPN) no endpoint. Mas ressalta que, de acordo com IDC, 82% dos trabalhadores móveis admitem não usar sempre a VPN. Outros dependem de soluções de inspeção web em appliances combinadas com agentes de redirecionamento instalados nas estações, criando complexidade e latência

“Como boa parte dos arquivos é direcionada ao endpoint torna-se importante cobrir todas as entradas e protocolos a fim de garantir uma rede segura que cubra 100%do tráfego”, destaca Zamai. Segundo ele, a segurança avançada e efetiva do Cisco Umbrella não requer nenhuma complexidade operacional. Por ser executado na nuvem, não é necessário instalar hardware nem software.

“A maioria dos nossos clientes não trabalha de uma única localização. Muitos estão em casa, cafeterias, escritórios dos clientes, hotéis ou aeroportos e, independentemente de onde trabalhem, os dados precisam estar protegidos”, afirma Zamai.

As organizações podem prover proteção completa para todos os dispositivos dentro e fora da rede, incluindo “Internet das Coisas”, em minutos e ainda aproveitar do investimento já realizado numa infraestrutura Cisco — AnyConnec, ISR4000 e os controladores WLAN — que facilmente apontam o tráfego Internet para a nuvem Cisco Umbrella reduzindo ainda mais a complexidade operacional.

Entre os recursos do Cisco Umbrella estão a visibilidade necessária para proteger o acesso à internet em todos os dispositivos da rede, escritórios e usuários remotos, inteligência para bloquear ataques antes que eles comecem — a empresa afirma que o Cisco Umbrella resolve mais de 100 bilhões de pedidos para internet todos os dias e correlaciona esses dados com mais de 11 bilhões de eventos do histórico.

Ainda segundo a empresa, é possível integrar o Cisco Umbrella a sistemas existentes incluindo aplicações de segurança, plataformas, feeds de inteligência e ferramentas internas personalizadas que permitem aos usuários expandirem proteção para dispositivos e localizações além do perímetro. Além disso, permite descobrir e controlar aplicativos Software-as-a-Service (SaaS) — Cisco Umbrella, junto com o Cloud Lock, permite que organizações descubram e controlem dados sensíveis em aplicativos SaaS dentro e fora da rede, e conectividade confiável e rápida para uma ótima experiência do consumidor.


(Fonte: Da Computerworld Brasil) - 22/3/2017
Como carros se tornarão a próxima grande plataforma de conectividade

SAP anuncia novas parcerias para pltaforma em nuvem SAP Vehicles Network e amplia a gama de serviços centrados em veículos

O futuro da mobilidade passará pelos veículos conectados. Invariavelmente. Segundo a empresa de consultoria BI Intelligence, 381 milhões de carros conectados estarão nas ruas até 2020, um crescimento considerável tendo em vista os 36 milhões que já circulavam em 2015.

Em um cenário no qual carros assumem o papel de uma grande plataforma de conectividade, que permite compartilhar informações entre infraestruturas, pessoas e coisas como outros veículos, a Internet das Coisas empresta aqui sua vocação para uma apropriada e emergente Internet dos Carros.

Para a indústria, carros conectados se tornaram, a sua devida proporção, uma espécie de smartphone para o qual serviços como entretenimento, entrega de tecnologia da informação, serviços financeiros e até mesmo o varejo poderão passar por ele. Uma visão que expande essencialmente a variedade e os modelos de negócios do próprio mercado automotivo.

Para Gil Perez, vice-presidente de Digital Assets & IoT e gerente da SAP Connected Vehicles, a Internet das Coisas tornará toda a experiência de dirigir não só mais prazerosa, como útil e eficiente para motoristas individuais e companhias que fazem do transporte o seu modelo de negócios. Segundo o executivo, estamos na fronteira de ver um mercado mais maduro para entregar conectividade e agregar valor a veículos automotivos.

"Veremos cada vez mais carros conectados e personalizados. Carros autônomos são uma ideia atraente, mas as pessoas entendem que eles não estão aqui para serem usados hoje. O que veremos é cada vez mais IoT ao redor do carro, integrando serviços de verdade e o mais importante, que isso gere receita para empresas e valor para o usuário”, defende em entrevista exclusiva ao Computerworld Brasil.

De apps à postos de combustível conectados

A SAP tem nos últimos anos lançado uma série de recursos que se integram a sua oferta de cloud para a indústria automotiva, incluindo aí parcerias com montadoras e outras companhias que atendem o setor.

Em 2015, a empresa de software alemã lançou a SAP Vehicles Network Solution, plataforma para criar soluções de mobilidade e aplicativos dedicados ao cliente final, o motorista. Ao dar infraestrutura, dados e insights em tempo real, a SAP consegue facilitar a criação de apps e uma nova gama de serviços automotivos conectados. Entre os exemplos, pense em estacionamentos e portões conectados, postos de gasolina, restaurantes e redes de hotéis. Entre as parcerias firmadas estão acordos com Bosch, Shell, Toyota, Volkswagen e BMW que também integram a SAP Leonardo, o portfólio de IoT da alemã.

Durante o Mobile World Congress 2017, em Barcelona, a empresa demonstrou o resultado de uma parceria recente com a empresa de aluguel de carros Hertz, a Nokia e a Concur Technologies (subsidiária da SAP) com o objetivo de oferecer uma nova experiência para o serviço de aluguel de carros.

Serviços de aluguel de carros não mudaram muito nos últimos anos. O processo de selecionar, pegar e deixar um veículo em uma estação é o mesmo e, bem, algo pode ser estressante para algumas pessoas.

A ideia com o projeto é avaliar a oportunidade de integrar planejamento de itinerários e roteiros, ao lado da personalização do carro contratado por meio do app da Hertz, ao mesmo tempo que todos os pagamentos de serviços, como transações em postos de gasolina e estacionamentos, são concluídos e registrados na plataforma de monitoramento de despesas da Concur. Esse tipo de solução - ainda em fase piloto - pode agregar valor, principalmente, a profissionais que viajam a negócios. Aqui, a SAP Vehicles Network pode encontrar rotas otimizadas para o destino do viajante e oferecer serviços dos quais ele poderá eventualmente precisar, uma informação valiosa tendo em vista que usuários de carros alugados raramente residem onde contratam o serviço.

"A SAP Vehicles Network coloca o consumidor final no lugar do condutor, transformando o veículo na carteira digital definitiva e tornando o aluguel de automóveis uma experiência perfeita e inteligente", resume Tanja Rueckert, vice-presidente executiva para IoT e Digital Supply Chain da SAP.

Outra parceria anunciada para a SAP Vehicles Network está com a Mojio, plataforma de veículos conectados e provedora de aplicativos da Deutsche Telekom e da T-Mobile USA, que fornecerá estacionamento e abastecimento através da sua aplicação nos Estados Unidos e na Europa.

Um padrão para o mercado

Para Gil Perez, carros conectados podem dar um quadro maior sobre o comportamento de consumo de seus usuários. Além disso, soluções centradas em veículos tendem a otimizar não só tempo, como gastos e impactos no meio ambiente.

O executivo usa o exemplo da luta de encontrar vagas em estacionamento, seja em áreas urbanas ou em rodovias. No caso da parceria com a Bosch, a SAP desenvolveu junto à colega alemã, uma solução de IoT e um aplicativo, para que motoristas de caminhão possam agendar vagas de estacionamento como se o fizessem com quartos de hotéis. Isso porque durante a logística, um volume grande de caminhões precisa gastar horas e combustível procurando vagas para que motoristas possam, descansar, eventualmente.

“Você precisa conectar um número de agentes que até então não existia antes”, explica Perez sobre os desafios do setor. “Você tem que lidar com operadores de estacionamento, tecnologia para portões, companhias de mapeamento entre outros. No passado, tudo isso era vertical e agora todos esses processos atravessam múltiplas indústrias. E o que a SAP faz de melhor é padronizar os processos. Nessa nova economia da transformação digital, estamos trabalhando em criar um padrão e alavancar tudo isso e é por isso que precisamos entregar uma incrível experiência de integração com APIs seja usando o sistema Android, iOS ou Fiori. Temos uma proposta única de valor que conecta redes de negócios, processos e uma atraente experiência para o usuário”, resume.

Os esforços para o crescente mercado de carros conectados também vão de encontro com um recente anúncio da companhia. No ano passado, a SAP revelou planos de investir 2 bilhões de euros para acelerar o campo da Internet das Coisas.

Novos modelos de negócio, a indústria 4.0 e até mesmo a forma como pessoas vivem, trabalham e se relacionam com suas coisas são um campo vasto para explorar o alcance da Internet das Coisas e, claro, a dos carros.



(Fonte: Carla Matsu, Computerworld Brasil) - 13/3/2017
Marissa Mayer deixará cargo de CEO após Verizon concluir compra do Yahoo

Thomas McInerney assumirá liderança da nova holding, a Altaba. Yahoo não anunciou ainda se a executiva deixará a operação ou se assumirá outra posição na companhia

Depois que o Yahoo vender sua operação de negócios para a Verizon Communications, Marissa Mayer deixará o seu cargo de CEO, de acordo com um documento regulatório publicado nesta segunda-feira (13).

Entretanto, Marissa e o Yahoo não anunciaram ainda se a executiva deixará a operação de negócios para a Verizon ou se assumirá outra posição na companhia.

Quando o Yahoo anunciou o acordo com a Verizon em julho do ano passado, Marissa disse que planejava ficar na companhia.

“Para mim, pessoalmente, eu planejo ficar”, disse ela na ocasião. “Eu amo o Yahoo, e acredito em todos vocês. É importante para mim ver o Yahoo entrar em seu próximo capítulo”.

Thomas McInerney, membro do conselho do Yahoo desde abril de 2012, assumirá como CEO da nova holding, a Altaba, de acordo com a Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês).

McInerney atuou como vice-presidente executivo e CFO da IAC/InterActiveCorp de janeiro de 2005 a março de 2012.

Em janeiro, o Yahoo disse à SEC que Mayer e outros cinco membros do conselho da nova holding sairiam após a venda para a Verizon.

A expectativa é que a venda da operação de negócios do Yahoo para a Verizon seja concluída no segundo trimestre deste ano.






(Fonte: IDG News Service) - 13/3/2017
Ford apresenta transporte individual elétrico e serviço de entrega com drones

Montadora apresentou conceitos de mobilidade que podem tornar mais cômodo nosso futuro, incluindo um serviço autônomo de entrega

O futuro da mobilidade será plural, autônomo e elétrico, segundo a Ford. A montadora americana apresentou durante o Mobile World Congress, que aconteceu nesta semana em Barcelona, alguns conceitos de como pode ser o transporte no futuro.

Entre eles estava o Carr-e, uma espécie de veículo que propõe ser a esteira rolante individual de cada indivíduo. Trata-se de uma base móvel sem nenhuma espécie de apoio, a não ser o equilíbrio do usuário. Sensores instalados no

dispositivo são responsáveis por calibrar o peso e a direção que o usuário dá para o Carr-e com o próprio corpo. Ao se inclinar para a direita, o dispositivo fará o mesmo e assim por diante, algo que a ver pelos visitantes da feira soou

um pouco desafiador.

O veículo não foi pensado para áreas acidentadas, claro, como asfaltos machucados ou mesmo ladeiras e subidas. O aparelho estaria mais para um veículo intermediário para funcionários que precisam se locomover por grandes extensões como

nos corredores de grandes companhias ou fábricas. Ele ainda traz um compartimento para guardar coisas e permite ser emparelhado com um wearable, algo que dá a habilidade para o robozinho seguir seu usuário onde ele for.

Outro conceito interessante apresentado pela Ford dizia respeito a um serviço autônomo de entrega. O chamado Autolivery propõe utilizar veículos autônomos elétricos com drones para entregar mercadorias em áreas urbanas, uma logística que

visa agilizar o serviço. Quando o veículo estiver próximo do endereço de entrega, ele se estacionará e um drone se encarregará de pegar o produto e levá-lo até a porta, ou melhor, a janela do solicitante.

Para demonstrar a operação da coisa toda, a Ford recorreu à realidade virtual. Por meio de um vídeo para óculos VR, o usuário podia ver sua encomenda chegando em um drone, pousar em sua sacada e deixá-la. Uma visão compartilhada com

outras companhias como a Amazon e a UPS. Ambas incluem drones em suas logísticas e apresentaram versões reais em graus diferentes de como isso pode ser concretizado. A primeira tendo usado um drone real para entregar mercadoria no início

deste ano e a segunda apresentando um veículo cujo drone saía de seu teto para finalizar uma entrega.

Vale ressaltar que tanto o protótipo do Carr-e quanto o conceito de Autodelivery não têm uma data para lançamento no mercado ou mesmo uma afirmação da Ford de que a companhia levará as ideias adiante. Ambos são projetos que resultaram do

“Last Mile Mobility Challenge”, uma maratona promovida pela Ford que estimula a criação de projetos que visem melhorar a mobilidade nas cidades.

O que é certo, entretanto, é que a montadora tem concentrado esforços e muito dinheiro para não ficar atrás quando o assunto é carros autônomos.

Em 2016, a Ford anunciou planos de começar a produção em massa de veículos totalmente autônomos até 2021 e que os venderá, inicialmente, para empresas do mercado de transporte individual como o Uber. O veículo será produzido sem volante,

sem gás ou pedal. Ou seja, condições que dispensam o motorista. Em fevereiro deste ano, a companhia anunciou que planeja investir US$ 1 bilhão nos próximos cinco anos no desenvolvimento de um sistema de inteligência artificial para

carros sem motorista.

Para Mark Gijbels, gerente de inovação do braço de pesquisa e desenvolvimento da Ford na Alemanha, o futuro da mobilidade será extremamente diverso. “Será uma combinação de módulos de mobilidade e dependendo da infraestrutura das

cidades, você terá diferentes soluções. Trabalhamos com algumas cidades para descobrir qual é o sistema exato que melhor atende cada uma delas e, claro, nós temos que encontrar quais partes dessa solução faremos”, diz em entrevista ao

IDG Now!

“Carros autônomos são parte importante disso, mas também estamos olhando serviços de compartilhamento de carro e e-bikes. Temos uma visão holística e visamos a melhor combinação para cada cidade”.

*Jornalista viajou para Barcelona a convite da SAP


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