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Notícias na 25 de março

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No Brasil, Uber lança o Comfort, categoria de corridas sem conversas

Mais cara que a UberX, nova modalidade terá carros mais espaçosos, motoristas mais experientes e permitirá que passageiro escolha nível de conversa e da temperatura do carro

O Uber anuncia nesta segunda-feira, 7, uma nova categoria de corridas no Brasil, para atender os usuários que gostam de um conforto a mais em suas viagens. Chamada de Uber Comfort, a nova modalidade permite que o usuário solicite carros mais espaçosos, coloque a temperatura do ar condicionado ao seu gosto e até peça para o motorista conversar ou ficar em silêncio durante a viagem.

Lançada nos EUA em julho, a categoria chegará ao País em novembro.

Segundo a empresa, as funcionalidades também estarão disponíveis na categoria de luxo Uber Black, a primeira que a empresa ofereceu no País, em 2014. De acordo com a companhia, a nova modalidade foi criada pensando nos usuários frequentes do aplicativo. "Muita gente já passou por situações assim. Você entra no carro cansado e tudo o que precisa naquele momento é de um pouco de sossego", disse, em nota, Claudia Woods, diretora-geral do Uber no Brasil.

A partir do dia 21 de novembro, o Uber Comfort vai substituir o Uber Select, categoria intermediária entre os carros de luxo e as viagens mais cotidianas do UberX - a alteração faz parte de uma padronização global da marca da empresa. Questionada pelo Estado, a empresa afirma que ainda não definiu como serão as tarifas específicas do Uber Comfort por aqui. No exterior, as viagens do Uber Comfort são entre 20% e 40% mais caras que as do UberX.

Ao solicitar uma viagem com a modalidade, o usuário poderá selecionar as preferências diretamente no aplicativo - elas serão enviadas ao app do motorista parceiro, que poderá deixar o carro ao gosto do freguês antes da viagem começar. O Uber Comfort também poderá ser feito apenas por motoristas com número de viagens e avaliação média mínimas - nos EUA, só pode oferecer corrida neste modo o condutor que tiver avaliação superior a 4,85 estrelas.

(Fonte: Redação Link) - 07/10/2019
Startups criam soluções para quem tem animais de estimação

Com entrega de produtos por aplicativo e serviços de hospedagem para cães, empresas miram setor que gira R$ 34,4 bi

Ter um animal de estimação em casa alegra o ambiente e enche os moradores de amor. Mas quem é "mãe ou pai de pet" sabe: além do carinho, há tarefas cansativas - repor a ração, cuidar da higiene e levar os bichinhos para passear. De olho em facilitar a vida dos donos de animais em meio à rotina, startups começam a oferecer soluções para digitalizar um mercado estimado em 140 milhões de animais no País.



Animais de estimação (imagem ilustrativa)

Foto: mtreasure / iStock

É o caso, por exemplo, da Zee.Now, que oferece entrega em domicílio 24 horas por dia para diversos itens de pet shop, como rações e remédios, por meio de seu aplicativo. Ela foi fundada pelos irmãos gêmeos Thadeu e Felipe Diz, como um braço da empresa de acessórios Zee.Dog - há sete anos no mercado, a marca distribui produtos para 23 países e tem até uma loja em Nova York. "A Zee.Dog construiu uma comunidade enorme de donos de pets, que não compram só acessórios. Resolvemos aproveitar a oportunidade", diz Thadeu.

Lançado em maio, o Zee.Now já está em 75 bairros de São Paulo e Rio de Janeiro. Para o ano que vem, os planos são de expandir a operação para Curitiba e Belo Horizonte. Além dos próprios produtos, a empresa também faz compras direto da indústria e faz a entrega a partir de seus centros de distribuição - os entregadores, chamados de "Zee.Man", são terceirizados. Por trás do negócio, está uma equipe de 15 programadores. "Nossa logística permite que façamos as entregas na casa do cliente com frete grátis em menos de uma hora, até de madrugada", explica Thadeu.

É algo que pode movimentar um mercado já bastante grande: segundo o Instituto Pet Brasil (IPB), o setor de produtos e serviços para bichos de estimação pode movimentar R$ 36,2 bilhões em 2019 - no ano passado, foram R$ 34,4 bilhões, em um crescimento de 29% ao longo dos últimos cinco anos.

Para Martina Campos, diretora executiva da entidade, são números que mostram a mudança de status dos animais para as famílias brasileiras. "Os animais ficavam no quintal, como proteção. Hoje, estão dentro de casa, no sofá e até na cama", diz ela. "Por isso, surge um ecossistema para oferecer soluções para os donos, que estão em rotinas cada vez mais alucinantes."

Serviços buscam aliviar rotinas
Aliviar a rotina dos donos de bichos é o papel principal da startup DogHero, um dos nomes mais conhecidos do setor, com mais de R$ 45 milhões já recebidos em aportes. Trata-se de uma plataforma online na qual é possível encontrar hospedagem e passeadores para cães. Hoje, 1,3 milhão de cachorros estão cadastrados no sistema. "Quando a família quer viajar nem sempre tem um amigo por perto que pode cuidar do cachorro. Os hotéis para animais, que costumam ser uma alternativa, custam caro e, muitas vezes, o espaço é pequeno e o cão fica estressado", afirma Eduardo Baer, presidente executivo da DogHero.

Fundada em 2014, a empresa oferece hospedagem em 750 cidades do Brasil e já expandiu sua operação para Argentina e México - mais de 18 mil anfitriões estão cadastrados na plataforma, que fazem cursos online oferecidos pela DogHero para receberem os cachorros em suas casas. Lançado no ano passado, o serviço de passeadores está em 20 cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

A startup PetAnjo aposta em um modelo semelhante. Criada pela médica veterinária Carolina Rocha e pelo engenheiro Thiago Petersen, a empresa oferece serviços de hospedagem e passeio, além de visitas nas casas dos pets para alimentar e cuidar do animal quando o dono está viajando. "Atuava como veterinária e atendi muitos animais agressivos. Percebi que havia uma demanda por parte dos tutores por serviços complementares para ajudar no dia a dia" , diz Carolina.

Para atuar, os colaboradores (ou "anjos") da startup passam por um treinamento certificado pela startup, que envolve ensinamentos de primeiros socorros e identificação de doenças. "É uma responsabilidade grande cuidar dos filhos das pessoas, não podemos errar", diz Carolina, "mãe" dos cães Olga, Cássio e Madalena e das gatas Boneca e Ísis. Nos últimos cinco anos, a PetAnjo já ofereceu mais de 100 mil serviços.

Mercado deve aproveitar particularidades dos bichos
Apesar de o mercado de startups pet estar crescendo, muitos serviços são réplicas de apps "para humanos" - a Zee.Now é uma espécie de Rappi para animais, enquanto é possível dizer que o DogHero é um "Airbnb dos cães". "É natural essa adaptação, mas existem oportunidades específicas dos animais que podem ser exploradas", diz Daniel Grossi, cofundador da empresa de inovação Liga Ventures. "É o caso de dispositivos de internet das coisas para rastrear e monitorar os animais quando o dono está fora."

É a aposta da ZenPet, startup que desenvolve há três anos protótipos de dispositivos como um pote de ração inteligente para cães ou um bebedouro para gatos - aparelhos que, conectados a um aplicativo, permitem que o dono controle a quantidade de ração e água dos bichinhos. O plano é lançar os produtos no mercado em 2020, com preços a partir de R$ 300 (bebedouro) e R$ 500 (alimentador).

Para o fundador da empresa, Jefferson Magalhães, um dos principais desafios de empreender hoje na área pet é a captação de investimento. "Tirando alguns casos conhecidos, conseguir aporte é difícil", afirma o executivo. Neste ano, a ZenPet está tentando captar investimento para viabilizar sua produção. É uma preocupação do setor: "Grande parte das startups de pets são voltadas para o consumidor final, modelo que exige um bom volume de investimento para marketing e acesso ao mercado", diz Grossi, da Liga.

Por outro lado, é um mercado "afetivo", disposto a testar novos serviços. "O público pet recebe bem ideias que proporcionem o bem-estar do animal", diz Martina. Afinal, para muita gente é impagável chegar em casa e, em frente ao portão, ver seu cachorro sorrir latindo.

(Fonte: Giovanna Wolf Estadão ) - 07/10/2019
Startup que oferece psicólogo virtual recebe aporte de US$ 2 milhões

Investimento na TNH Health, que mantém um chatbot de saúde mental, foi liderado pela Valor Capital

A startup de saúde TNH Health anunciou nesta terça, 1, que recebeu um investimento de US$ 2 milhões liderado pelo fundo americano Valor Capital Group - participaram também da rodada os fundadores da rede de laboratórios SalomãoZoppi, a Vidalink e Maria Health Partners. A Valor é o fundo que ajudou a Stone a abrir capital em Nova York e serviço corporativo de academias Gympass a fazer sua
expansão internacional para 14 países.

A TNH desenvolve um assistente virtual chamado Viki, que conversa sobre temas ligados à saúde mental, como ansiedade, estresse, depressão e qualidade do sono - é possível utilizar o psicólogo virtual gratuitamente no Facebook Messenger. "Esse dinheiro vai ajudar a aprofundarmos nosso produto, expandir nossos negócios para o mundo corporativo e crescer nossa base de usuários no Brasil", diz ao Estado Michael Kapps, cofundador da empresa.

Fundada em 2013, a empresa tem um time de 30 pessoas, divididos entre Joinville (SC) e São Paulo, que desenvolve a inteligência artificial da Viki - o investimento ajudará a ampliar o conteúdo e a capacidade de oferecer respostas da ferramenta.

"O que mais nos impressionou na TNH é capacidade de engajamento da ferramenta, que consegue transmitir informações importantes para a saúde do indivíduo", diz Michael Nicklas, sócio da Valor Capital. O executivo diz acreditar que esse seja apenas o primeiro investimento da Valor na TNH. "Temos mais planos caso eles atinjam determinadas metas", diz ele.

Apesar de poder ser acessada gratuitamente por qualquer pessoa no Messenger, a TNH mira como fontes de receita o mercado corporativo - operadoras de saúde e outras empresas que pretendem oferecer o psicólogo virtual para clientes e funcionários. A expansão da ferramenta para o setor público também é vista com bons olhos pela startup e pela Valor. A TNH está no processo de fechar um contrato

com a cidade de Baltimore, EUA, para oferecer a assistente, além de manter conversas com governos da região Nordeste do País.

Para a companhia, porém, é importante manter a versão gratuita da ferramenta. É com os dados gerados por essa base de usuários que a companhia consegue aperfeiçoar a inteligência artificial da plataforma.

Aporte importante
Apesar de baixo quando comparados a outros investimentos em startups brasileiras, o investimento na TNH é um dos maiores aportes do ano feito em healthtechs do País. "Temos olhado para o setor de saúde há muito tempo, mas não havíamos encontrado um ativo interessante ainda, pois é um setor fragmentado e que tem questões regulatórias", diz Nicklas.

A TNH começou como um chatbot de saúde básica e evoluiu para uma ferramenta de monitoramento de grávidas e pacientes crônicos, como diabéticos. A dificuldade da regulamentação de telemedicina, que permite consultas à distância, incentivou a migração para o segmento de saúde mental, que tem questões regulatórias mais resolvidas.

"Fazemos tudo o que o médico não faz. O médico não liga para dar apoio emocional ou para lembrar de tomar remédio. Focamos em orientação, o que é permitido", diz Kapps


Michael Kapps, cofundador da startup TNH Health, que recebeu investimento de US$ 2 milhões da Valor Capital
Foto: TNH Health/Divulgação / Estadão

(Fonte: Bruno Romani Estadão) - 01/10/2019
Robô inteligente ajuda supermercados a manterem a prateleira sempre cheia

A tecnologia da empresa GIC Brasil usa algoritmos para reconhecer imagens de produtos e detectar quando precisam ser repostos

Se tarde da noite você entrar no supermercado e se deparar com um robô circulando pelos corredores, não se assuste. Ao contrário, o bichinho pode ser um funcionário do estabelecimento, que trabalha para garantir que as prateleiras estejam abastecidas com os produtos que você procura.

Com um pouco mais de meio metro de altura e pesando 10 quilos, o robozinho foi desenvolvido com tecnologia nacional da empresa GIC Brasil - o equipamento foi apresentado quarta-feira, 25, aos empresários do setor em São Paulo. Desde 1999, a GIC Brasil atua na automação para operação em cerca de 800 lojas físicas de atacado e varejo do setor de supermercados. Entre os clientes da empresa estão as redes Atacadão, Tenda , Assaí e Dalben.

"O robô nasceu cego, sem voz e não conseguia caminhar", conta Irineu Fernandes, presidente e fundador da companhia. Hoje, diz ele, ele enxerga tudo, caminha sobre uma trilha, mas ainda não tem voz.

Essa será desenvolvido numa etapa seguinte, adianta.

O grande recurso do robô, porém, não é a capacidade de poder se movimentar ou falar, mas sim a câmera de reconhecimento de imagens que carrega na sua parte superior. O equipamento usa algoritmo para reconhecer as imagens do produtos e detectar o que falta na prateleira, um dos pontos vitais para o varejo. A ruptura, como os lojistas gostam de chamar a falta de produto disponível ao consumidor, é um dos principais motivos da perda de vendas no varejo.


O robô envia mensagens para a administração do estoque quando detecta a falta de algum produto
Foto: Divulgação / Estadão

A importância da câmera se reflete até no fato de que ela tem nome, GondolEye, enquanto o robozinho ainda não foi batizado. Fernandes conta que o investimento no desenvolvimento do produto que nasceu dentro do laboratório de inovação da companhia, localizada em Alphaville (SP), não passou de R$ 2 milhões. Além do robô, outra alternativa para vigiar a falta de produtos no varejo são câmeras GondolEye espalhadas pela loja. A companhia também vê a possibilidade de usar drones para executar esse serviço, mas ainda é uma possibilidade, frisa o empresário.

O robô e a câmera são um aperfeiçoamento do produto que a empresa já tem disponível no mercado. Batizado de Rub, esse sistema monitora as mercadorias nas prateleiras por meio de um leitor ótico acionado por um funcionário da loja. Além dessa, o produto tem cerca de 30 funcionalidades que acompanham desde a entrada do produto na loja até a saída da mercadoria na caixa registradora.

"Para o reconhecimento de imagens, temos que constuir o banco de imagens de produtos para cada loja. Se ela tem 8 mil produtos, temos que ter fotos de cada um deles", diz Fernandes. Ele conta também que os projetos não precisam ser implementados numa loja inteira, e podem focar, por exemplo, nas áreas de produtos com maior saída.

Fernandes, que é analista de sistemas de formação e trabalhou em empresas de tecnologia como IBM, ABB, sempre com o foco no varejo, diz que esse é mais um passo para desenhar o supermercado do futuro.

(Fonte: Márcia De Chiara e Bruno Romani) - 01/10/2019
Facebook compra startup que faz pulseira capaz de ler mente do usuário

A CTRL-labs, de Nova York, é dona de uma tecnologia de interface neural, com a capacidade das pessoas se comunicarem com computadores usando sinais cerebrais

O Facebook quer saber o que se passa dentro da sua cabeça. Ou quase isso: nesta segunda-feira, 23, a empresa de Mark Zuckerberg anunciou a aquisição da CTRL-labs, uma startup de Nova York que está explorando maneiras de as pessoas se comunicarem com computadores usando sinais cerebrais.

O anúncio foi feito pelo vice-presidente da divisão de Realidade Virtual e Realidade Aumentada do Facebook, Andrew Bosworth. No texto, Bosworth não revelou valores, mas segundo informações da imprensa americana, o acordo é avaliado entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão. O time da CTRL-labs fai se juntar à equipe de pesquisa das áreas de RV e RA do Facebook, o Facebook Reality Labs.

Ainda não foi definido se o time da CTRL-labs permanecerá em seu escritório em Nova York ou se a equipe vai se mudar para alguma das sedes do Facebook Reality Labs -- a principal área de pesquisa da empresa fica em Redmond, no Estado de Washington, onde também estão a matriz da Microsoft e o escritório americano da Nintendo.

O Facebook disse que pretende usar a tecnologia de interface neural da CTRL-labs no desenvolvimento de uma pulseira que se conecta a outros dispositivos de forma intuitiva."A visão para este trabalho é uma pulseira que permite que as pessoas controlem seus dispositivos como uma extensão natural do movimento", disse Bosworth. "Esperamos construir esse tipo de tecnologia em escala e transformá-lo em produtos de consumo mais rapidamente."

Relatos da mídia dizem que a CTRL-labs está trabalhando com ciência do cérebro e aprendizado de máquina para criar interfaces para as pessoas controlarem e manipularem computadores pensando, sem precisar fazer gestos ou, no máximo, utilizando gestos sutis.

De acordo com especialistas, no entanto, o dispositivo seria capaz apenas de detectar ações já definidas pelas pessoas, não sendo capaz de realizar gestos que as pessoas estavam em dúvida de fazer ou influenciar seu comportamento. O dispositivo de pulso da startup, atualmente em estágio de desenvolvimento, usa sensores para rastrear gestos e atuaria como um dispositivo de entrada.

(Fonte: Redação Link Estadão) - 24/09/2019
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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.