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Notícias na 25 de março

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Doom ganha data de lançamento para o Nintendo Switch em novo vídeo

Está chegando a hora de dilacerar monstros no Switch. A Bethesda anunciou para o dia 10 de novembro a data de lançamento da versão de Doom para o console da Nintendo. A edição traz todo o conteúdo disponível no PS4, Xbox One e PC, com

direito à íntegra do modo campanha, modalidades multiplayer e também todo o conteúdo lançado posteriormente como DLC.

O anúncio da data de lançamento e dos detalhes sobre o port vieram em um vídeo publicado nesta segunda-feira (16) pela companhia, que também traz algumas imagens de jogabilidade de Doom . Além disso, o clipe de bastidores serve como uma

introdução para aqueles que, por algum motivo, ainda não conhecem um dos melhores títulos do ano passado.

Trabalham no game a id Software, desenvolvedora da versão original, e a Panic Button, que auxiliou no trabalho de conversão. A expectativa é de performance semelhante às outras versões do game. Tudo, de acordo com o produtor executivo

Marty Stratton, graças à engine escalável desenvolvida pela empresa, que permite a adaptação do game a diferentes hardwares. Isso, também, garantiu que o título rodasse de forma adequada em outros consoles e em diferentes configurações

de computadores, sempre maximizando a resolução e contagem de quadros por segundo de acordo com os recursos disponíveis.

Hugo Martin, diretor criativo da id Software, afirma que o ideal da equipe sempre foi garantir a melhor experiência possível aos fãs de Doom que escolheram o Nintendo Switch como plataforma. O título marcou o retorno da franquia após

anos de ausência, com a forma brutal de sempre, e nada mais justo do que dar a mais jogadores a oportunidade de experimentar o título.

O port é mais um dos títulos da Bethesda que chegarão ao console da Nintendo. Também em novembro, uma semana antes de Doom , a empresa lança The Elder Scrolls V: Skyrim , trazendo um de seus mais consagrados e premiados RPGs à

plataforma. O novíssimo Wolfenstein II: The New Colossus , que chega a PS4, Xbox One e PC no fim do mês, também está a caminho do console da Nintendo, além de novos projetos que não foram revelados por Stratton.

Apesar de contar com um enredo, o grande foco de Doom é o combate. O jogador controla um soldado diante de forças demoníacas que tomaram conta de uma colônia humana em Marte. A jogabilidade rápida, aliada à trilha sonora pesada, resultou

em uma ótima atualização de uma das franquias mais consagradas do mundo dos games.



(Fonte: Canaltech) - 16/10/2017
Fundação Linux lança projeto aberto de comunicação na nuvem

Alibaba, Oath e Didi Chuxing são algumas das empresas que apoiam a criação de padrão aberto para distribuição e transmissão de mensagens na nuvem

A Fundação Linux anunciou um novo projeto colaborativo nesta semana batizado de OpenMessaging. De acordo com a página do projeto no GitHub, o objetivo é fornecer um padrão aberto, de um fornecedor neutro, para a distribuição e

transmissão de mensagens na nuvem

"O OpenMessaging inclui o estabelecimento de diretrizes da indústria e mensagens, especificações de transmissão para fornecer uma estrutura comum para o setor de finanças, comércio eletrônico, IoT e a área de big data", afirma o

documento sobre o projeto. "Os princípios de design são orientados para a nuvem e privilegiam a simplicidade, flexibilidade e linguagem independentes, em ambientes heterogêneos distribuídos."

Existem muitos padrões e protocolos de mensagens diferentes em uso hoje, mas a maioria das soluções existentes não se encaixam perfeitamente nas de muitas empresas. Para o arquiteto sênior da chinesa Alibaba, Von Gosling, com o projeto

OpenMessaging, a esperança é construir uma plataforma aberta, simples, escalável e interoperável que se beneficie das contribuições.

Entre os fornecedores que estão apoiando o OpenMessaging estão a unidade de negócios Oath da Verizon, que inclui as operações da AOL e do Yahoo, o Alibaba, Didi Chuxing, concorrente do Uber na China, e a Streamlio. Coincidentemente, a

Oath anunciou recentemente que estava descontinuando sua plataforma AOL Instant Messenger (AIM).

(Fonte: Da Redação) - 16/10/2017
Para analista, recorde de vendas do iPhone X deve acontecer somente em 2018

A revolução, pelo menos em número de vendas, pode ter de esperar um pouco mais. Na visão do analista Ming-Chi Kuo, da consultoria asiática KGI Securities, a Apple somente deve bater recorde de vendas com o iPhone X no lançamento da

segunda versão do dispositivo, que deve chegar às lojas somente no final de 2018.

Para a empresa, que tem um grande histórico em acertar previsões e rumores relacionados à Maçã, isso tem a ver não com a falta de interesse dos usuários, mas sim com a baixa disponibilidade de smartphones no mercado global. Os problemas

de fabricação enfrentados pela Apple seriam mais sérios do que o imaginado originalmente, o que levaria ao esgotamento de smartphones e à dificuldade de se encontrar aparelhos nas prateleiras, em um processo que pode levar meses para ser

concluído.

Com isso, analisa Kuo, os usuários podem ser levados a olharem para a concorrência. Com os problemas de fornecimento ultrapassando o final do ano e chegando também aos primeiros meses de 2018, a Apple também se aproximaria perigosamente

do próximo ciclo de lançamentos de smartphones da concorrência, com muita gente preferindo guardar o dinheiro para adquirir um modelo do próprio ano, em vez de um do anterior que demorou para ter penetração no mercado.

O especialista afirma que o chamado "superciclo" - movimento incrivelmente acelerado nas vendas de smartphones - vai acontecer, mas não agora. Em um ano, a empresa conseguiria resolver os problemas de fabricação, chegando a um total que

varia de 245 milhões a 255 milhões de unidades vendidas. Em 2017, esse número deve ser de "apenas" 210 milhões.

O grande culpado disso tudo seria o sistema de câmeras frontais, usado, principalmente, para validação biométrica por meio do FaceID. Substituta do sensor de impressões digitais no iPhone X, a tecnologia estaria exigindo sensores

bastante específicos cuja fabricação estaria complicada nos fornecedores asiáticos, levando a uma entrega de componentes menor do que a esperada originalmente, resultando, também, em menos unidades prontas chegando às lojas para o

lançamento, marcado para o mês que vem.

Por outro lado, quando se leva em conta a totalidade das vendas da linha de smartphones da Maçã, não há razões para se preocupar. A expectativa é que 80 milhões de iPhones sejam vendidos apenas neste último trimestre do ano, na soma

entre os modelos 8, 8 Plus e X.

É um número superior ao mais recente recorde batido pela companhia, em 2014, com 74,5 milhões de aparelhos comercializados. Entretanto, há de se ponderar que esse total foi obtido apenas com o iPhone 6, em suas versões de tela

tradicional e maior.

A Apple, é claro, não se pronunciou sobre nada disso. A empresa permanece calada sobre os rumores relacionados às dificuldades de fabricação em seu smartphone de topo de linha. Por enquanto, todas as datas de lançamento estão marcadas,

com a fabricante aceitando pré-compras normalmente.



iPhone X FaceID

Foto: Canaltech

(Fonte: Canaltech) - 09/10/2017
Desenvolvedor web: como migrar para o mobile?

A demanda por desenvolvedores web ainda é grande, mas como a multidisciplinaridade é uma habilidade requisitada para profissionais de diversas áreas, em TI não poderia ser diferente. Programar também para o mobile é um diferencial,

afinal, hoje existem aplicativos disponíveis para as mais diferentes atividades: comunicação, serviços, saúde, finanças, etc. A oferta é grande. Além disso, as empresas também estão interessadas em ter seus próprios apps para melhorar a

experiência de seus clientes. Por isso, vale considerar a possibilidade de migrar do desenvolvimento web para o mobile.

Quem se interessa por esta área e já estudou essa alternativa deve ter ouvido falar em apps híbridos, que não são nem móveis nativos e nem puramente web-based, e são criados a partir de frameworks como Ionic ou PhoneGap, por exemplo, que

permitem o desenvolvimento multiplataforma. Desta maneira, a partir de um único código-fonte, consegue-se exportar a aplicação para os principais sistemas do mercado. Certamente, este é o caminho mais curto para o profissional

interessado em fazer esta transição, mas não é a solução.

Os aplicativos criados com linguagem exclusiva para um sistema operacional, conhecidos como nativos, apresentam mais vantagens para o usuário final. A primeira delas é usabilidade proporcionada pela compatibilidade tecnológica, pois

exploram melhor os recursos dos aparelhos, como o envio de SMS, realização de chamadas, acesso à câmera, GPS e notificações push, e desta forma conseguem melhorar a experiência do usuário. Além terem acesso às APIs necessárias para tirar

fotos, obter dados de sensores e modificar configurações do sistema.

Outro benefício é o funcionamento off-line, pois estão armazenados no dispositivo. A velocidade também deve ser destacada, pois os apps híbridos dependem da velocidade da internet; e a performance também é aprimorada nos apps nativos -

erros e falhas de segurança são menos frequentes. Ou seja, um app nativo é mais rápido e confiável do que os demais.

Certamente, a decisão entre criar um app híbrido ou um nativo depende de diversos fatores, como a necessidade de um processo de criação simplificado, os recursos disponíveis, o tipo de dispositivo utilizado pelo público-alvo ou o tipo de

recurso que se pretende implementar.

Contudo, para tomar a decisão é necessário ter habilidade técnica para atuar em ambas as frentes. E desenvolver um app nativo requer conhecimentos específicos, como conhecer programação orientada ao objeto; estudar a linguagem nativa,

que pode ser Swift para iOS e Java para Android; conhecer a plataforma de desenvolvimento (IDE, do inglês), para iOS é o xCode e para o Android é o Android Studio, entre outros recursos.

Apenas dominando estas competências o desenvolvedor web consegue ter um bom desempenho na criação de apps e se destacar, estando apto para aproveitar as oportunidades disponíveis no mercado.

*Roberto Rodrigues é CEO da Quaddro - centro de treinamento focado no universo mobile.



Desenvolvedor

Foto: Vadymvdrobot/DepositPhotos / Canaltech

(Fonte: CANALTECH * Por Roberto Rodrigues) - 09/10/2017
Xiaomi bate recorde e vende 10 milhões de smartphones somente em setembro

A Xiaomi, pela primeira vez, bateu a marca de 10 milhões de smartphones vendidos para as lojas em um único mês. De acordo com o CEO da empresa, Lei Jun, que divulgou a novidade na página da empresa no Weibo, o mês de setembro foi o

melhor da história da empresa na quantidade de smartphones enviados.



Smartphones Xiaomi

Foto: Canaltech

No segundo trimestre de 2017, a Xiaomi conseguiu despachar um total de 23,2 milhões de unidades, colocando a fabricante chinesa em quinto lugar no ranking de remessas de smartphones em todo o mundo.

O mercado indiano foi o grande responsável pelo expressivo número de envios de smartphones em setembro. 10% dos aparelhos despachados para a Índia foram vendidos em apenas dois dias. Isso devido a comemoração do Diwali, um dos festivais

religiosos mais populares do país asiático.

Outro fator importante que colaborou para o sucesso de vendas da fabricante chinesa no mês passado foi o lançamento do Mi Note 3 e do Mi A1. O primeiro possui uma tela de 5,5 polegadas, processador Snapdragon 660 e 6 GB de RAM. Já o Mi

A1 conta com uma interface Android limpa, processador Snapdragon 625, 4 GB de RAM e tela de 5,5 polegadas.

Os números recentes da empresa mostram que ela está obtendo um enorme aumento e recuperando a quantidade de vendas de smartphones em relação ao ano passado. Em 2016, a empresa enviou às lojas 58 milhões de smartphones, número

consideravelmente menor do que em 2015, quando foram despachados 70 milhões de dispositivos.

(Fonte: Canaltech) - 02/10/2017
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O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.