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Notícias na 25 de março

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iPhone mais barato e serviços ajudam Apple em meio à quarentena

Os resultados mostram que a Apple continuou entregando aparelhos e serviços aos consumidores, mesmo com o fechamento de lojas em alguns mercados

Mesmo em meio à pandemia, a Apple registrou uma receita de US$ 59,7 bilhões no segundo trimestre, um aumento de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas do iPhone SE, o celular mais simples da empresa, lançado em abril, que custa a partir de US$ 399 nos Estados Unidos, e também pelo setor de serviços. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira, 30, e as ações da companhia subiram cerca de 5% após o fechamento do pregão.

A receita espera por analistas era US$ 52,3 bilhões. As vendas de iPhone também superaram em US$ 4 bilhões a expectativa, com receita de US$ 26,4 bilhões. Em entrevista à agência de notícias Reuters, o presidente executivo Tim Cook disse que, após interrupções em abril, as vendas começaram a aumentar em maio e junho, impulsionadas pelo que ele chamou de um lançamento "forte": o iPhone SE.

Os resultados mostram que a Apple continuou entregando aparelhos e serviços aos consumidores, mesmo com o fechamento de lojas em alguns mercados nos Estados Unidos. Além do iPhone, outras categorias, como iPads e Macs, cresceram no período. Cerca de 60% das vendas da empresa hoje são de mercados internacionais.

Além disso, o setor de serviços da Apple teve bons resultados — a área engloba, por exemplo, a loja de aplicativos App Store, o serviço de armazenamento na nuvem iCloud e o streaming de música Apple Music. Os serviços tiveram receita de US$ 13,1 bilhões no segundo trimestre, um aumento em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a empresa registrou US$ 11,4 bilhões.

Atraso
Durante conferência sobre os resultados financeiros do segundo trimestre, Luca Maestri, diretor financeiro da Apple, disse que, em 2020, os iPhones, que tradicionalmente são lançados em setembro, chegarão "algumas semanas depois".

Com o atraso, a receita que geralmente chega à Apple em setembro deverá aparecer apenas no último trimestre do ano. Por outro lado, o anúncio mostra aos investidores que o atraso será apenas de algumas semanas, acalmando os ânimos do mercado, que temia que a empresa pudesse adiar em demasia o lançamento - todo ano, o novo iPhone é esperado não só por suas funcionalidades, mas também por ser ainda o principal produto da fabricante de Cupertino.

B2W faz acordo para integrar lojas de shoppings da Multiplan em marketplace

A B2W anunciou nesta segunda-feira acordo para integrar lojas dos shoppings da Multiplan em sua plataforma de marketplace, acelerando os planos da gestora de centros comerciais no varejo online.

O acordo envolve 5.800 lojas nos 19 shopping centers operados pela Multiplan e permite modalidades como envio dos produtos diretamente dos pontos de venda para os clientes ou retirada dos produtos pelos consumidores.

(Fonte: Reuters ) - 03/08/2020
Dona da OLX compra unidade de classificados do eBay por US$9,2 bi

O eBay fechou acordo para vender sua unidade de classificados para a norueguesa Adevinta em um negócio avaliado em 9,2 bilhões de dólares e que cria o maior grupo de anúncios classificados do mundo.



Sede do eBay na Alemnha, 06/08/2019. REUTERS/Fabrizio Bensch
Foto: Reuters

A Adevinta detém marcas como a OLX, no Brasil, e a francesa Leboncoin, além de dezenas de operações na Europa, Américas e Norte da África.

O eBay vai receber 2,5 bilhões de dólares em dinheiro e 540 milhões em ações da Adevinta, o que tornará a companhia norte-americana maior acionista do grupo norueguês, com uma participação de 44%.

"A Adevinta se torna a maior empresa de classificados do mundo, com um porfólio único de marcas de marketplaces", disse o presidente-executivo da Adevinta, Rolv Erik Ryssdal.

A companhia combinada terá presença em 20 países, com a Europa sendo o maior mercado. A receita estimada é de 1,8 bilhão de dólares e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização é de quase 600 milhões.

Ryssdal disse que a crise do coronavírus impulsionou markeplaces online e alguns sites da Adevinta receberam mais tráfego em junho que no mesmo período do ano passado, se recuperando da forte queda registrada em março.

As ações da Adevinta, que se separou da companhia nórdica de mídia Schibsted e foi listada na bolsa de Oslo no ano passado, saltaram quase 40% depois que os negócios foram retomados. As ações da Schibsted subiram cerca de 20%.

Inteligência pode ser estimulada pelo uso da tecnologia

Uma grande pesquisa feita no Reino Unido revela que games são a tecnologia que mais estimula o cérebro.

Certamente, a inteligência é essencial. Pessoas que se saem bem em testes de inteligência tendem a viver mais, envelhecer melhor e têm possibilidades maiores de alcançar sucesso, tanto acadêmico quanto profissional.

E a tecnologia, ela afinal exerce efeito sobre a nossa inteligência? Uma pesquisa britânica surpreendeu, mostrando que sim, em especial por meio dos games.

Nova conclusão científica
Assim, vamos lhe contar aqui como a ciência chegou a tal conclusão. Até poucos anos, a crença na comunidade científica era de que nascemos com todas as células cerebrais que teríamos até a morte.

E, além disso, que nossa inteligência seria fixa e que, então, essas células entrariam em declínio após os 50 anos. Entretanto, isso não é verdade.

Cérebro em mudança permanente
Primordialmente, agora se sabe que o nosso cérebro tem o que se chama de neuroplasticidade. Em suma, é a capacidade do cérebro de mudar sempre. Ele experimenta, portanto, uma mutação permanente, com a formação de novas células e conexões ao longo da vida.



Nosso cérebro está em permanente mutação.
As mudanças no cérebro e, consequentemente, a inteligência são afetadas por tudo ao nosso redor e até pelas decisões que tomamos. E abrem a interessante possibilidade de termos mais controle sobre nossa capacidade cognitiva.

Pesquisa com 250 mil pessoas
Assim, como esses processos acontecem? Podemos, portanto, aumentar nossa inteligência? O cientista Adam Hampshire, do Imperial College de Londres, no Reino Unido, está fazendo uma pesquisa nesse sentido, com o apoio da BBC (Corporação Britânica de Radiodifusão).

Dessa forma, desde janeiro de 2020, mais de 250 mil pessoas participaram, um número gigantesco, respondendo perguntas sobre si mesmas e realizando atividades parecidas com jogos.

Inteligência no pico entre 20 e 30 anos
Em suma, uma das conclusões mais interessantes até agora foi que a capacidade de resolução de problemas das pessoas atinge seu pico entre 20 e 30 anos. E vai, em seguida, piorando conforme aumenta a idade.

Da mesma forma, a inteligência espacial, o nível de atenção e a memória do trabalho também alcançam o máximo na casa dos 20 anos e vão diminuindo depois. Isso acontece, sobretudo, porque com a idade nossos cérebros trabalham em um ritmo mais lento.

Milhares de quilômetros de vias neurais
A base da capacidade de pensar rápido e resolver problemas depende das chamadas vias neurais. Cada um de nós, aliás, tem centenas de milhões dessas vias neurais, conectando as células do cérebro.

E, se você somasse o comprimento das suas vias neurais, elas dariam a volta à Terra quatro vezes.

Mas, com o tempo, o cérebro sofre processo parecido com a ferrugem. Em conclusão, a transmissão de informações entre as células diminui de velocidade e qualidade.

E a tecnologia, afinal, ajuda?
Os cérebros atrofiam, mas algumas pessoas sofrem menos esse processo do que outras. Isso pode acontecer devido a estilos de vida diferentes. Nesse ponto, voltamos à questão inicial: a tecnologia pode ter efeito sobre a nossa inteligência?

Com a finalidade de responder à pergunta, o estudo do Imperial College é focado particularmente no impacto que o crescente uso da tecnologia pode ter sobre o cérebro. Em síntese, sobre memória, habilidades espaciais e outras áreas cognitivas.

Dispositivos tecnológicos
Dessa maneira, os entrevistados apontaram os tipos de dispositivos tecnológicos que usam. E, de igual forma, com que frequência, há quanto tempo e o que fazem com esses aparelhos.

Além disso, as pessoas pesquisadas ainda falaram sobre pesquisas na internet, redes sociais, jogos e compras online.

Só os games influenciam
E aí veio então a grande surpresa. Não foi revelada nenhuma ligação entre a capacidade intelectual, as tecnologias usadas pelas pessoas ou a quantidade de tempo gasto com essas tecnologias.

Todavia, menos em uma área: os games.

A pesquisa concluiu que, quanto mais tempo uma pessoa joga games no computador, tablet ou celular, melhores são suas reações nos testes de memória de trabalho espacial, atenção e raciocínio verbal.

Para qualquer idade
E a idade não influi, significando que jogadores de qualquer faixa etária, enfim, têm benefícios no campo da inteligência.

Os games aumentam a capacidade da pessoa de manter temporariamente as informações para uso em diversas atividades cognitivas, como o pensamento ou a compreensão de fatos e ações.

Jogar no computador
Contudo, ainda há mais um detalhe importante: as pessoas que jogam no computador apresentam resultados melhores do que as que treinam mentalmente, como, por exemplo, fazendo contas de cabeça.

Os games são, então, um hobby muito valioso para aqueles que querem melhorar sua capacidade intelectual.



Treinamento mental, como fazer contas de cabeça, não é tão bom quanto os games .
Games de ação são os melhores
Aliás, outras pesquisas chegaram a resultados semelhantes aos obtidos pelo Imperial College e a BBC.

Mas, enfim, quais são os jogos mais úteis? São principalmente os de ação, aqueles que exigem navegação em vários cenários, busca de alvos e tomada rápida de decisões. Entretanto, quebra-cabeças, como o Tetris, também são bastante benéficos.



Jogos com muita ação são os mais úteis para a inteligência
Porém, mais pesquisas serão necessárias para determinar qual é o número ideal de horas de games por dia. Dessa maneira, se o hábito de jogar no computador prejudicar o número de horas de sono, a necessidade de fazer exercícios e a alimentação, os prejuízos serão maiores que os benefícios.

E as redes sociais?
Por outro lado: interagir nas redes sociais também é positivo? A resposta é não. O uso excessivo das redes sociais não traz benefícios, em especial para as pessoas mais jovens.

O estudo sugere que as redes sociais incentivam a comparação dos usuários com objetivos impossíveis, além de quantificar o status social dos usuários. E isso, com toda a certeza, causa muito estresse. Assim, sem dúvida, um menor número de horas por dia nas redes sociais é sinônimo de maior saúde mental.

Exercícios estimulam o cérebro
Por outro lado, um estudo feito por uma universidade da Austrália revela que a prática de exercícios e a manutenção de um bom condicionamento físico também são muito úteis para a inteligência.

Os exercícios fazem com que mais sangue circule em nossos cérebros, estimulando seu funcionamento. De maneira idêntica, as atividades físicas produzem uma espécie de fertilizante para o cérebro.

Diferença entre sexos
Não há uma diferença no nível de inteligência geral entre homens e mulheres.

Mas mulheres são ligeiramente melhores em inteligência emocional, enquanto os homens são superiores na resolução de problemas. De toda forma, a diferença é sempre muito pequena.

Aprenda uma língua e leia bastante
Outra conclusão importante no estudo: a solidão é uma coisa ruim. Ter parceiros e amigos é então um fator importante para a manutenção da inteligência.

Além disso, é essencial sempre aprender algo novo. Aprender idiomas estimula a inteligência em qualquer idade. E, ainda, o estudo demonstra que ler bastante é muito bom para a inteligência. A tecnologia ajuda, com cursos de línguas online, sites, blogs e e-books.

Equilíbrio conta muito
Em suma, para manter seu cérebro sempre em boa forma, jogue games legais no computador. Entretanto, não passe tempo demais na frente da telinha. Além disso, faça exercícios e mantenha uma alimentação saudável. E reserve algum tempo para aquele curso de alemão, chinês ou russo.

(Fonte: Por Angela Rahde) - 21/07/2020
Com produtos 100% vegetais, startup NotCo abre restaurante delivery em SP

Em formato delivery, o Why Not tem parceria com o iFood e terá cardápio de hambúrgueres com produtos da marca

Voltada para produtos alimentícios de origem 100% vegetal, a startup NotCo está lançando seu primeiro restaurante de comidas à base de planta e criadas por algoritmo. Previsto para funcionar a partir da próxima quarta-feira, 15, aceitando pedidos no iFood, o estabelecimento marcará a estreia do hambúrguer vegetal NotBurger, novo produto da empresa, que opera desde 2019 no Brasil.

No ano passado, a chilena lançou por aqui também produtos como sorvete, maionese e leite de origem 100% vegetal. Todos os produtos foram criados pelo Giuseppe, o algoritmo da empresa que processa informações de alimentos para criar novas receitas. No cardápio do Why Not, receitas criadas por algoritmos vão dividir espaço com criações de chefs de cozinha, escolhidas por um concurso realizado pela marca.

Luiz Augusto Silva, presidente da NotCo no Brasil, conta que a ideia do restaurante delivery surgiu na pandemia, como uma forma alternativa de levar os produtos aos clientes por meio de pratos já preparados.

"Nós queremos fazer com que as pessoas tivessem uma experimentação mais ampla do nosso produto e pensamos em fazer isso por meio de um restaurante virtual. Antes da pandemia, a gente imaginava que seria apenas um fornecedor de insumos para restaurantes, mas com o fechamento desses locais isso se tornou inviável. Começamos a pensar o que poderia ser feito a partir daí e surgiu a ideia do Why Not", afirmou Silva em entrevista ao Estadão.

Dona de produtos já lançados no mercado, como o Not Milk, Not Ice Cream e Not Mayo, a NotCo abriu espaço para que chefs de cozinha que perderam o emprego por conta da pandemia de coronavírus também pudessem desenvolver hambúrgueres a serem comercializados no restaurante, na campanha chamada Menu Compartilhado.

Os vencedores vão receber R$ 3 mil pela autoria da receita e o lucro das vendas do seu sanduíche. A cada semana, duas criações vão estar disponíveis no menu do Why Not e os interessados em ter uma receita preparada e vendida por uma semana pelo restaurante. A empresa não informou o preço médio dos pratos do menu.

Segundo Silva, o restaurante vai funcionar apenas na plataforma digital e vai estar aberto para almoço e jantar. A entrega, por enquanto, também será limitada: apenas em um raio de aproximadamente seis quilômetros da cozinha, que fica em Perdizes, bairro da zona oeste de São Paulo. A intenção, porém, é expandir a abrangência assim que for possível, e um restaurante com serviço presencial também não é descartado pela empresa no pós pandemia.

"Do ponto de vista da logística é um desafio cobrir a cidade de São Paulo inteira. Nós pensamos na loja física, mas hoje nós precisamos esperar evoluir um pouco mais, acompanhar como a cidade de São Paulo reabre. Como lógica isso faz sentido", explica.

Estrela do restaurante, o NotBurger é mais um produto criado pela marca 100% a base de plantas, que visa ter a mesma consistência e sabor que um produto de origem animal, informou a empresa. No Why Not, o NotBurger será preparado artesanalmente e, de acordo com Silva, deve chegar ao mercado em breve, nos próximos meses.

*É estagiária, sob supervisão do editor Bruno Capelas

(Fonte: Bruna Arimathea* - Estadão) - 14/07/2020
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