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Notícias na 25 de março

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Dona do Google, Alphabet tem lucro de US$ 7 bi no 3º trimestre

Com resultados abaixo do esperado, gigante viu suas ações caírem 1,24% após o fechamento do mercado

A Alphabet, controladora do Google, registrou lucro líquido de US$ 7,068 bilhões no terceiro trimestre deste ano, o equivalente a US$ 10,12 por ação. O resultado ficou aquém das estimativas de analistas consultados pela FactSet, que apontavam lucro líquido por ação de US$ 12,57. No mesmo período do ano anterior, a companhia apresentou ganho líquido de US$ 9,192 bilhões, ou US$ 13,06 por ação.

A receita da companhia, por sua vez, passou de US$ 33,7 bilhões no terceiro trimestre do ano passado para US$ 40,5 bilhões no terceiro trimestre de 2019.

Os custos totais de aquisição de tráfego do Google, que são taxas pagas a sites parceiros que veiculam anúncios ou serviços na ferramenta de busca, somaram US$ 7,490 bilhões entre julho e setembro, representando 22% do total de receitas de publicidade da empresa. Em igual período do ano passado, esses custos totais ficaram em US$ 6,582 bilhões, ou 23% do total de receitas de publicidade da companhia.

Já o custo agregado por clique, medida que revela quanto os anunciantes pagam pelo clique dos usuários nos links, subiu 3% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2018. Na comparação com o período entre abril e junho deste ano, houve, no entanto, queda de 2%. O volume de cliques pagos, por sua vez, apresentou salto de 18% na comparação anual e avançou 1% na trimestral.

A decepção dos investidores com o lucro da Alphabet no terceiro trimestre pressionou as ações da controladora do Google. Nos negócios do after hours em Nova York, às 17h32 (de Brasília), os papéis da companhia caíam 1,16%, para US$ 1.274,00.

(Fonte: Eduardo Gayer) - 29/10/2019
IBM lança pacote de serviços para estimular IA em empresas

Companhias que contrataram o serviço do Watson Assistant poderão integrar bancos de dados na nuvem de qualquer origem a seus algoritmos

A empresa americana de tecnologia IBM lançou, nesta segunda-feira (21), um pacote de novidades para os seus serviços voltados para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) dentro das

empresas. A plataforma modeladora de IA Watson - o principal produto da corporação de computação - receberá grande parte dos novos recursos.

Companhias que contrataram o serviço do Watson Assistant - que possibilita a criação de robôs atendentes, assim como de mecanismos de tradução de voz em texto - poderão integrar bancos de dados na nuvem de qualquer origem, seja público, privado ou misto, a seus algoritmos. Isso possibilitará uma maior infusão de dados para a programação de soluções tecnológicas.



A empresa americana de tecnologia IBM lançou, nesta segunda-feira (21), um pacote de novidades para os seus serviços voltados para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) dentro das empresas
Foto: Sergio Perez / Reuters

Além disso, agora o assistente da IBM também poderá identificar vozes em sua linguagem natural. A nova atualização da plataforma de IA traz para as equipes de desenvolvimento a capacidade de detectar nuances da fala do usuário e entendê-lo sem necessidade de uma conversação mais robótica e formal.

A IBM também lançou novidades para o Watson OpenScale - uma plataforma que monitora o desempenho de um algoritmo dentro de um produto. Agora, as equipes de ciência de dados poderão utilizar o recurso Drift Detection (Detecção de Deslize, em uma tradução livre) para identificar quando uma programação de software começar a desviar de seus parâmetros e propostas iniciais, como uma forma de refinar a automação de um processo.

O diretor geral de Dados e Inteligência Artificial da IBM, Rob Thomas, celebra o lançamento das novidades. "Neste ano, conseguimos derrubar um de nossos maiores desafios para estimular o uso de IA na indústria: o vendor lock-in (em inglês, diz respeito a uma dependência de apenas um serviço de computação em nuvem para armazenamento de dados)", afirma. "Agora nossos clientes podem rodar o Watson em qualquer servidor na nuvem, abrindo oportunidades ainda não imaginadas."

O anúncio desses lançamentos foi feito um dia antes do evento IBM Data and IA, que ocorre em Miami, na Flórida (EUA), para discutir boas práticas e tendências dentro do universo de inteligência artificial e tratamento de dados. Clientes da empresa e líderes do desenvolvimento técnico de IA farão palestras na conferência.

Adoção na indústria
O mercado de inteligência artificial deve contribuir com US$ 15 trilhões até 2030 na economia global, conforme a consultoria Pwc previu. Tendo em vista essa perspectiva financeira, empresas têm incluído a IA em sua cadeia produtiva ou em seus processos.

Do ano passado para cá, segundo o relatório "2019 CIO Agenda" da consultoria de tecnologia Gartner, o desenvolvimento da inteligência artificial dentro das empresas cresceu de 4% para 14%.

Esse salto na adoção da tecnologia condiz com uma outra pesquisa, dessa vez do MIT Sloan Managemente Review em parceria com o Boston Consulting Group, de que 9 entre 10 dos líderes de tecnologia de empresas acreditam que a IA representa uma oportunidade de negócios.

A perspectiva é de que, com uma adoção cada vez mais frequente da inteligência artificial na indústria, o Produto Interno Bruto (PIB) de economias locais até 2030, de acordo com a Pwc. É o caso da China, que tem perspectiva de crescimento de 26% no seu PIB até a próxima década por conta da IA, e dos Estados Unidos, que deve ter um aumento de 14,5% no seu PIB.

*O repórter viajou a convite da IBM

Por que celular com câmera de mais megapixels não significa fotos melhores

Celulares com quantidades enormes de megapixels realmente fazem fotos melhores? Ou isso é mais uma questão de marketing?

Sempre que a Apple, Samsung ou qualquer outra grande marca lança um novo telefone celular, os usuários olham para a tela, para a bateria e principalmente para a câmera.



O modelo mais recente do iPhone, o 11, carrega uma lente de 12 megapixels
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
O modelo mais recente do iPhone, o 11, carrega uma lente de 12 megapixels. Já o Samsung Galaxy Note 10 inclui uma de 16.

Por outro lado, a versão Mate 30 da Huawei possui um sistema de câmera tripla, composto por um sensor de 40 megapixels, uma grande angular ultra ampla de 16 megapixels e uma lente objetiva de oito megapixels.

Parece incrível, não? Mas o que isso significa na prática?

A verdade é que a crença de que mais megapixels nos proporcionam uma foto de qualidade superior é falsa.



A câmera dupla, tão popular ultimamente, visa melhorar o efeito de profundidade e o foco nas imagens
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Muitos consumidores são guiados pela quantidade, porque, no final das contas, cinco megapixels não soam tão bem quanto oito, mesmo que a câmera produza excelentes fotos. E, na mesma lógica, se oito é bom, 12 tem de ser ainda melhor.

Porém, de acordo com especialistas, a qualidade das imagens não funciona segundo essa lógica.

O "segredo desagradável" por trás dessa forma de classificar a câmera de um celular "é que (se basear) apenas (n)o número de megapixels é uma maneira ruim de prever o desempenho fotográfico", diz a revista americana Scientific American.

Para entender isso, devemos ter em mente que o número de megapixels se refere à resolução da câmera. A resolução afeta o tamanho da imagem e não a qualidade.

Esses números nos dão uma ideia de quanto podemos ampliar uma imagem sem perder a nitidez. Ou seja, se você deseja imprimir sua foto em tamanho A4, não importa qual celular você escolhe.

Se sua intenção é imprimi-la em um formato grande, como um A2, então é melhor considerar o número de megapixels.

Por outro lado, a maioria das fotos tiradas com telefones celulares acaba publicada nas redes sociais, compartilhada pelo WhatsApp ou enviada para um site, que precisa de fotos leves para carregar bem.



Este é o sensor que as câmeras Nikon D3200 carregavam e tinham 24,2 megapixels
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

O tamanho importa
Para Sergio Barbero Briones, pesquisador do Instituto de Óptica do Conselho Superior de Pesquisa Científica da Espanha, o que importa é o tamanho dos pixels e não a quantidade deles.

E esse tamanho é determinado pelo sensor que coleta a luz. "Sem luz, não há foto", dizem fotógrafos experientes.

"Quanto menor o pixel, melhor", diz Barbero.

E se não fosse pelo fato de que as leis da física têm muito a dizer sobre a aparência da sua foto final, "poderíamos alcançar uma resolução infinita", afirma o pesquisador.

Mas isso não é possível porque sempre teremos o que é conhecido como "ponto de difração", derivado da natureza das ondas da luz. É esse o fenômeno que coloca limitações técnicas na resolução.

"O tamanho do sensor de imagem é importante e, em geral, quanto maior o sensor, maiores seus pixels. E quanto maiores os pixels, mais luz ele pode coletar", resume a Scientific American.

"Quanto mais luz você pode capturar, melhor a imagem", diz ele.

Normalmente, o fabricante do telefone celular especifica o tamanho do sensor da câmera. Mas eles costumam fazer isso com uma figura intuitiva para os consumidores médios.

Te diz alguma coisa saber que o sensor do iPhone 8 é 1/3 ou que, no Samsung Galaxy S9, ele é de 1/2,6?

Na verdade, esses números são uma divisão, mas o que você precisa saber é que quanto menor o divisor (3 ou 2,6), maior e melhor é o sensor. No caso acima, o sensor da Samsung é um pouco melhor que o da Apple.

Portanto, da próxima vez que você quiser saber o quão boa é a câmera do celular, não se deixe guiar apenas pelo marketing.

(Fonte: BBC News Brasil) - 21/10/2019
Startup oferece "maquininha de bitcoin" para varejistas

A adoção do bitcoin como forma de investimento tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. A utilização do ativo como forma de pagamento, no entanto, ainda não se popularizou. Dentro desse

panorama, a startup Z.ro Pay levou ao mercado uma maquininha que aceita pagamento em bitcoin. Para usar a moeda digital, o consumidor precisa escanear um código QR que aparece na tela do aparelho.

Já para o dono do estabelecimento comercial, basta colocar o valor em reais, que a própria máquina já faz a conversão. O Terra Inovação desta semana conversa com o diretor de tecnologia (CTO) da Z.ro Pay, Marco Carnut, para entender melhor o negócio da fintech e como se dá a sua atuação nos mais variados setores do comércio. Não perca!

(Fonte: Terra Inovação) - 15/10/2019
Torneio junta 227 ton de lixo eletrônico para reciclagem

Greenk Tech Show teve competição de games e de coleta de lixo; o Terra transmitiu

A 3ª edição do Greenk Tech Show, festival de tecnologia e sustentabilidade, terminou neste domingo (6), com o recorde de arrecadação de lixo eletrônico da América Latina: 227 toneladas, que deverão ser recicladas.

HP chega a 8,2 mi de produtos feitos com plástico reciclado

Cerca de 200 mil alunos de 150 escolas públicas e privadas do Estado de São Paulo estiveram envolvidos na coleta dessa sucata – eles participaram do 2º Torneio Greenk Intercolegial.

Evento de tecnologia e sustentabilidade Greenk Tech Show 2019
Foto: Matheus Riga / Equipe portal
O evento, transmitido pelo Terra, também teve torneios de games como LoL e Just Dance. A campeã geral do torneio foi a E.M.E.B. Stélio Machado Loureiro, de Bebedouro, no interior de SP.

Veja os resultados de cada competição:

Torneio de Games LoL
1º - Colégio Guilherme Dumont Villares – São Paulo
2º - E.E.Antoine de Saint Exupery – São Paulo
3º - E.E. Prof. Ascendino Reis – São Paulo

Just Dance
1º - Escola COC – São Bernardo do Campo
2º - Escola COC – São Bernardo do Campo
3º - E.E. Maria Regina Demarchi Fanani – São Bernardo do Campo

Torneio Projetos de Sustentabilidade e Tecnologia
1º Colégio Visconde de Porto Seguro – Unidade Morumbi – São Paulo
2º Associação CERMAC- São Paulo
3º EE Padre Alexandre

Grigoli – São Caetano do Sul

Torneio Cosplay - Individual
1º Colégio Cruzeiro do Sulm – São Paulo
2º Colégio Pedroso – São Paulo
3º Centro Educacional ETIP – Santo André

Torneio Cosplay – Grupo
1º E.E. Prof. Ascendino Reis – São Paulo
2º E.M.E.B. Cel Francisco Rodrigues Barbosa – Itatiba
3º E.M.E.B. Professor Stélio Machado Loureiro – Bebedouro

Torneio de Arrecadação de Lixo Eletrônico
1º E.M.E.B Stélio Machado Loureiro – Bebedouro
2º EMEF Ângelo Raphael Pelegrino
3º CEL Francisco Rodrigues Barbosa

(Fonte: Equipe portal) - 15/10/2019
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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.