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Notícias na 25 de março

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Veículos elétricos fabricados no Brasil começam a ir às ruas

Sem pretensão de serem montadoras, startups criam carros e triciclos para atender nova demanda de transportes

Atentas à migração global do carro à combustão para o elétrico, startups brasileiras querem ser protagonistas da produção local desse tipo de veículo, enquanto as grandes montadoras ainda estudam a viabilidade de nacionalização e começam a trazer modelos importados para testes de aceitação dos consumidores.

Alguns projetos nessa linha já surgiram e sucumbiram, mas pelo menos três empresas começam a colocar seus modelos nas ruas. São minicarros, quadriciclos e triciclos voltados principalmente ao transporte compartilhado, em princípio para atender nichos do mercado.



Gaia Zero é o primeiro triciclo elétrico urbano do Brasil fabricado por uma startup brasileira
Foto: Divulgação
A Gaia, com linha de montagem compartilhada em Cotia (SP) e Manaus (AM); a Mobilis, de Palhoça (SC); e a eiON, de Pinhais (PR) não têm pretensão de serem montadoras, mas sim empresas de tecnologia com agilidade para desenvolver produtos sustentáveis, simples, acessíveis e com alto nível tecnológico.

O triciclo Gaia, que deve chegar ao mercado no fim do ano, é um intermediário entre moto e minicarro. Tem chip de internet integrado e aplicativo próprio de compartilhamento. A chave é digital, acionada por senha no smartphone. Pode ser carregado em tomada comum, sem depender de infraestrutura própria.

Segundo Ivan Gorski, fundador da Gaia Eletric Motors, com uma carga de 8 horas o veículo tem autonomia para rodar 200 km. "O custo médio para essa quilometragem é de R$ 8, cerca de 20 vezes mais eficiente que a gasolina." Até agora, mais de 100 pessoas pagaram R$ 300 para ter preferência na lista de pré-venda. Neste ano, ele pretende entregar de 20 a 30 unidades.

O público alvo de Gorski, no entanto, são empresas que queiram usar o veículo para prestação de serviços e entregas, ou uso compartilhado em cidades de pequeno porte, nas quais serviços como Uber e Cabify não chegaram. "Há foco na mobilidade em grandes capitais, mas estamos pensando em cidades satélites." O Gaia leva duas pessoas e custa R$ 80 mil, valor que daria para comprar, por exemplo, um Jeep Renegade com motor flex. O retorno do investimento, diz o Gorski, é rápido pela economia com combustível e manutenção. Segundo ele, 60% dos itens do Gaia são importados, entre os quais o conjunto da bateria e o motor elétrico.

Gorski trabalhou no UOL, Yahoo! e LinkedIn. A Gaia, criada oficialmente em 2018, tem oito sócios, passou por duas rodadas de investimentos e hoje é avaliada em R$ 10 milhões.

Li, de Santa Catarina, quer rodar em áreas restritas
Quando o assunto sobre carros elétricos começou a se popularizar, há quatro anos, o engenheiro mecânico Mahatma Marostica, que por muitos anos trabalhou no setor automotivo, viu oportunidade de empresas de pequeno porte se inserirem nesse mercado mais rapidamente do que a "indústria clássica", que costuma levar mais tempo para se posicionar. Talvez por isso, diz ele, a Tesla tenha crescido tão rápido.

Com três sócios, ele criou a Mobilis e desenvolveu em 2018 um carro experimental para uso de vizinhança - locais delimitados como condomínios, universidades, resorts, indústrias, parques e campos de golfe. Trata-se do Li (o nome vem de lítio, principal matéria-prima para a bateria).

Foram vendidas 10 unidades do modelo por R$ 60 mil cada, das quais oito foram entregues no início deste ano. Por circular só em áreas privadas, a versão dispensa itens como airbags e freios ABS. O modelo carrega duas pessoas, pode ser personalizado e sua velocidade máxima é de 40 km/hora. O carregamento é feito em qualquer tomada, em 6 horas como padrão e 3 horas como opcional. Há ainda opção para carga em 1,5 hora.

Nesta fase, foram investidos R$ 2,4 milhões com capital próprio e de investidores anjo. "Estamos prestes a captar uma rodade de investimentos de R$ 6 milhões para a versão de rua, o Li DR. A homologação para início de produção deve sair em 2020", diz Marostica. No processo de pré-venda do modelo de rua, que atenderá as normas de segurança, houve 600 inscrições.

O Li será equipado com um tag, chip para abrir e fechar portas, que permite rastreamento e agendamento de uso pelo celular. Entre as vantagens sobre um carro popular a gasolina ele cita economia de 80% com combustível (hoje equivalente a R$ 12 mil ao ano), 70% de redução com manutenções, 95% de redução de ruídos e 100% nas emissões de poluentes.

A ideia, diz ele, é ter também um modelo para quatro passageiros e opções de autonomia de 100 km a 160 km. Os preços, em princípio, devem ir de R$ 70 mil a R$ 75 mil. No momento, ele diz que o modelo de negócio, que poderá ser de locação por assinatura. Em custo, 70% dos equipamentos são nacionais. A célula e o carregador da bateria, importados da China, representam os outros 30%.

"Estamos sempre em busca de mais fornecedores locais", diz Marostica. Ele e outros fabricantes discutem a criação da Associação dos Fabricantes de Veículos Elétricos Nacionais, com objetivos como a customização de componentes e compras conjuntas para baratear preços.

Buggy Verde quer emplacar no Nordeste
Desde o mês passado fazendo parte da Incubadora do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), a eiON, criada pelo engenheiro eletricista Milton Francisco dos Santos Jr. há menos de dois anos, tem como foco inicial vender seu Buggy Verde, apresentado em outubro, para cooperativas de bugueiros do Nordeste para passeios turísticos.

O nome da empresa é resultado da junção das iniciais das palavras elétrico, inteligente e online. Por enquanto, a bateria do veículo para dois passageiros é adquirida de uma empresa de Curitiba que importa as células e monta o equipamento. Como o custo é alto e a escala ainda é pequena, o preço indicativo do Buggy Verde é de R$ 119 mil. Santos estuda a produção local das baterias e busca investidores para o projeto. A intenção é oferecer diferentes opções de autonomia - de 50 km a 300 km.

(Fonte: Cleide Silva) - 05/08/2019
DEPOIS DO “NÃO ME PERTUBE”, PROCON-DF LANÇA O “ME RESPEITE”

Governo do Distrito Federal embala na onda do combate ao telemarketing agressivo e instala sistema próprio para bloqueio de chamadas indesejadas. Em 16 estados, os Procons também têm serviço de bloqueio.

Quatro dias depois de a Anatel ter lançado o site “Não Me Perturbe”, o Procon-DF mergulhou na onda do combate ao telemarketing agressivo e colocou em operação o “Me Respeite”, um serviço para bloquear chamadas e mensagens de telemarketing pelo site do órgão. O consumidor pode cadastrar até cinco números de telefones fixos e celulares, gratuitamente. É um um serviço mais amplo em relação ao da Anatel porque bloqueia chamadas e mensagens não só das operadoras de telecomunicações como também de bancos, seguros e outros segmentos empresariais.
Outr0s 16 estados também adotam serviços semelhantes que veda ligações não solicitadas. As listas dos Procons de todo o país permitem, também, o pedido de bloqueio de chamadas de outros setores, como bancos, financeiras, funerárias, imobiliárias, entre outros. Apesar de focar apenas no segmento das teles, o “Não me Perturbe” tem abrangência nacional. A Anatel passou a recomendar que o consumidor mantenha também a inscrição no Procon de seu estado.

Segundo o secretário de Justiça do DF, Gustavo Rocha, a ferramenta vai possibilitar que a vontade do consumidor seja respeitada.

O cadastro do novo serviço só não bloqueia ligações de instituições filantrópicas, organizações de assistência social, educacional ou de saúde sem fins econômicos. Também não vale para bloquear ligações específicas de uma empresa, mas sim para fazer o bloqueio total de recebimento de ligação de telemarketing de empresas em geral. Para solicitar o bloqueio de ligações específicas, o cidadão deve entrar em contato com a empresa responsável. A opção de bloqueio deve estar disponível de modo automático, por atendimento telefônico, e deve cessar as ligações por seis meses.

(Fonte: Abnor Gondim ABNOR GONDIM) - 23/07/2019
Uber completa 5 anos de Brasil com 2,6 bilhões de viagens

Mais de 600 mil motoristas brasileiros estão cadastrados no app do Uber

Há exatamente cinco anos, o Uber chegava ao Brasil, com sua proposta de oferecer caronas a qualquer momento por meio de um aplicativo de celular. Aproveitando a data do seu aniversário, o Uber anunciou nesta quarta-feira, 17, que completou a marca de 2,6 bilhões de viagens no País - ao todo, foram mais de 17 bilhões de quilômetros rodados.



REUTERS/Hannah Mckay
Foto: Reuters

O aplicativo tem hoje mais de 600 mil motoristas cadastrados no Brasil, sendo que o motorista brasileiro mais engajado fez 25 mil viagens pelo app nos últimos anos. O Uber disse também que os brasileiros já pagaram mais de R$ 35 milhões em valores extras aos motoristas parceiros, desde que o recurso foi lançado em setembro do ano passado.

E uma curiosidade: sexta-feira, às 19h, é o período em que mais acontecem viagens de Uber no Brasil. Outra informação interessante revelada pela empresa é que cidadãos de 129 países já pegaram Uber no País - os estrangeiros que mais usam o app por aqui são os norte-americanos.

Se você acha que anda muito de Uber, olha só isso: o usuário que mais usou o Uber no Brasil nesses últimos cinco anos fez mais de 5 mil viagens pelo app, o que corresponde a cerca de 3 viagens de Uber por dia. Haja boleto!

(Fonte: Redação Link Estadão) - 23/07/2019
App que envelhece usuário entrega dados para anunciantes

Febre na internet, aplicativo monitora comportamento do usuário na internet e compartilha informações com parceiros

Se você usou as redes sociais nos últimos dias, pode ter ficado com a impressão de que está todo mundo ficando mais velho. Tudo graças ao FaceApp, um aplicativo disponível para Android e iPhone que envelhece os rostos dos usuários, mostrando como eles ficarão daqui a alguns anos. Mas, apesar de ser gratuito, a diversão não ocorre sem custo: o aplicativo entrega informações pessoais dos usuários para a desenvolvedora russa Wireless Lab.



Filtro FaceApp recolhe informações e compartilha com anunciantes
Foto: FaceApp/Divulgação / Estadão Conteúdo

Não é nada que ocorra de forma escondida, pois as autorizações estão nos termos de uso do app. E nem chega a ser uma novidade na internet atual, que construiu um modelo de negócios baseado na coleta, compartilhamento e comercialização de dados.Mas vale ficar atento: entre os dados recolhidos, estão imagens e quaisquer outros materiais publicados pelo app, bem como o histórico de navegação do usuário na internet.

"Usamos ferramentas de análise de terceiros para nos ajudar a medir o tráfego e tendências de uso do serviço. Essas ferramentas coletam as informações enviadas ao seu dispositivo ou ao nosso serviço, incluindo as páginas de web que você visita, add-ons e outras informações que nos auxiliam a melhorar o serviço", diz parte do documento, que pode ser consultado por qualquer pessoa.

Os termos de uso dizem que as informações não são associadas aos usuários de forma a poder identificá-los individualmente, mas o número de informações monitoradas é grande. Entre eles estão cookies, pequenos arquivos instalados na máquina para identificar tendências e comportamentos online; identificadores de dispositivos, que permite saber qual é o tipo de aparelho usado pelo usuário; e metadados, que descrevem como e quando um usuário interage com determinado conteúdo, sem revelar exatamente os detalhes desse conteúdo.

Além disso, o FaceApp coleta informações de log, incluindo as páginas de web que o usuário decide visitar, o endereço IP (que é uma espécie de CEP de cada máquina na internet), e o tipo específico de navegador de internet.

Entre os usos desses dados estão o compartilhamento de parte das informações com anunciantes. "Podemos também compartilhar certas informações, como cookies, com parceiros de publicidade. Essa informação permitiria redes de anunciantes, entre outras coisas, a entregar anúncios direcionados que elas creditam que seriam de interesse", diz o contrato.

O FaceApp diz que pode compartilhar os dados com "empresas irmãs", que legalmente fazem parte do seu mesmo grupo de negócios."Se vendermos ou transferirmos parcialmente ou integralmente o FaceApp e suas propriedades, suas informações, como conteúdo do usuário ou qualquer outra informação coletada por meio do serviço, estarão entre os ítens vendidos ou transferidos", avisa a empresa, em meio àquelas letrinhas miúdas que muita gente "dá OK" sem ler.

"Cerca de 64% dos brasileiros não leem as condições de um app antes de baixá-lo e esquecem de pensar sobre como seus dados podem ser utilizados, ignorando as configurações de privacidade", diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky. Ele não encontrou nada anormal no funcionamento do app, mas pediu atenção ao que é coletado.

Segundo o FaceApp, os dados são armazenados em servidores nos EUA, país que ainda não tem uma lei específica de proteção de dados, como a União Europeia ou o Brasil. Além disso, por não ter sede no Brasil, pode ser difícil acionar o FaceApp na Justiça no caso de um vazamento de dados massivo - ou mesmo em qualquer questão jurídica.

(Fonte: Bruno Romani) - 16/07/2019
BLOQUEIO DE TELEMARKETING VAI AVANÇAR PARA OUTROS SERVIÇOS, DIZ ANATEL

Começou a funcionar hoje a plataforma “Não me Perturbe”, voltada para o cancelamento de telemarketing de telecom. Mas as operadoras terão mais 30 dias para fazer o bloqueio, segundo Fábio Koleski, gerente da Anatel

Depois de acertar com as operadoras o lançamento hoje, 16, da plataforma “Não me Perturbe”, a Anatel (Agência Nacional de telecomunicações) pretende estender o bloqueio de chamadas para outros serviços de telemarketing agressivo que atormentam a vida do consumidor em todo país. A disposição da agência foi

reforçada por Fábio Koleski, gerente de Relações Institucionais, Satisfação e Educação para o Consumo, da Superintendência de Relações com o Consumidor da agência.

A nova plataforma gerida pelas operadoras de telecomunicações oferece o registro em um cadastro nacional único dos consumidores apenas referente aos serviços de telefonia móvel e fixa, banda larga e TV paga. “A gente sabe que esse é o primeiro passo e não é a solução total dos problemas de telemarketing.

Outros serviços não regulados pela Anatel usam as redes das operadoras para chegar aos usuários, e estamos estudando como estender o bloqueio de chamadas indesejadas para ofertas que não sejam de telecomunicações. Isso envolve outras normas federais”, afirmou Koleski.

Durante a entrevista, o executivo da Anatel fez, porém, um alerta aos consumidores: O registro no cadastro nacional não terá efeito imediato. Ou seja, quem se inscreve hoje poderá continuar a receber ligações indesejadas. “30 dias é o prazo que tem unanimidade nas regras gerais sobre o tema, porque as prestadoras
naturalmente trabalham com empresas terceirizadas, tem todo um fluxo até interromper e tirar o nome das listas de contatos, fluxo, aliás, que existe em todas as listas dos procons no Brasil. Existem 16 listas estaduais dos procons e todas preveem prazos”.

Se, por acaso, os consumidores não forem atendidos no prazo fixado pela plataforma, o gerente indica que reclamações poderão ser feitas na Anatel, nas ouvidorias das operadoras e nas ouvidorias das plataformas. As multas por descumprimento podem chegar a R$ 50 milhões.

A plataforma permitirá ao cliente registrar seu número de telefone para não receber ligações de telemarketing das maiores operadoras: (Algar, Claro, Oi, Nextel, Sercomtel, Sky, Tim e Vivo). É esperada que as demais operadoras do País aprimorem o atendimento dos consumidores que não querem ser incomodados.

Bloqueios semelhantes já existem em 17 Estados. A vantagem da plataforma montada pelas operadoras é ter abrangência nacional.

Reforço no atendimento

Koleski destacou que a medida não irá contribuir para gerar uma onda de demissões no setor de telemarketing, considerado um dos segmentos da economia com forte absorção de mão de obra. “Esses trabalhadores do telemarketing poderão ser deslocados para melhorar outras áreas, como o do atendimento dos
consumidores”, recomendou.

De acordo com o gerente, o atendimento é um dos serviços prestados pelas operadoras que acumulam o maior número de reclamações, . A Anatel registra 13 mil reclamações, no primeiro semestre deste ano, contra o telemarketing agressivo. É uma pequena parcela, levando em conta que há 3 milhões de reclamações feitas
por ano nesse canal.

Koleski explicou que a prática abusiva do telemarketing foi alvo dessa ação, feita em parceria com as operadoras, por conta da série de projetos em andamento no Congresso para coibir os abusos, reportagens sobre o assédio aos consumidores e a percepção geral do incômodo por ligações a qualquer hora e com ofertas

insistentes. Mas trata-se de uma medida de autorregulação do setor. Por isso, acrescentou, a Anatel está revisando o regulamento relativo aos direitos do consumidor para estabelecer o que claramente deve ser vetado nas relações das operadoras com os usuários de seus serviços.

(Fonte: ABNOR GONDIM ) - 16/07/2019
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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.