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Notícias na 25 de março

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Facebook não teve culpa em dados vazados, diz membro da FTC

Memorando vazado no último fim de semana foi escrito em março por James Kohm, época que começaram as investigações contra a rede social

O vazamento neste fim de semana de um memorando escrito em março por Jame Kohm, um dos membros da Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês), retomou a discussão sobre as responsabilidades do Facebook no escândalo da Cambridge Analytica.

No documento, o comissário diz que a rede social não teve culpa no vazamento de dados de 87 milhões de usuários, contrariando o pensamento de colegas do FTC e de especialistas, que pedem punição severa contra rede social.



Pessoas utilizam celulares diante de projeção do logo do Facebook em foto ilustrativa 26/07/2018
Foto: Reuters

Segundo o jornal "The New York Times", que teve acesso ao memorando, Kohm concorda com o argumento do Facebook de que a empresa não é responsável pelos abusos causados pela consultoria política. No documento, o comissário também diz que o Facebook tomou medidas razoáveis para resolver o problema e que não quebrou as promessas feitas ao FTC, em 2012, sobre o uso de dados sem consentimento dos usuários.

O órgão é responsável por investigar se empresas abusaram ao usar dados pessoais de americanos em seus negócios. Desde o vazamento de dados do escândalo Cambridge Analytica - considerado o maior caso de uso indevido de informações pessoais da história -, o Facebook passou a ser alvo de investigações do FTC.

Em nota enviada ao jornal americano, o FTC disse que ainda não concluiu as investigações contra a rede social e que o resultado será publico quando os membros chegarem a uma conclusão do caso. Kohm se recusou a comentar a reportagens do "New York Times".

(Fonte: Redação Link) - 02/01/2019
Novo sensor de unha da IBM permite monitoramento de Parkinson

Protótipo desenvolvido pela empresa consegue medir a força da mão de uma pessoa em diferentes tarefas e usa AI para monitorar sinais de doenças

A IBM anunciou na última semana o desenvolvimento de um tipo de “sensor de unha” (imagem acima) que consegue medir a força da mão de uma pessoa e então utiliza Inteligência Artificial (AI) para fornecer indicadores sobre a sua saúde, incluindo a detecção e o monitoramento de doenças como Mal de Parkinson.

Conforme um post da IBM em seu site sobre a pesquisa, que foi publicada recentemente na Scientific Reports, o minúsculo protótipo criado pelos seus pesquisadores mede de forma contínua como a unha do dedo da pessoa se mexe e se dobra para realizar diferentes tarefas no dia-a-dia.

“Como as unhas são muito duras, decidimos colar um sistema de sensor em uma unha sem nos preocuparmos com possíveis problemas associados com colar na pele. Nossos experimentos com dinamômetro demonstraram que podemos extrair um sinal consistente o bastante a partir da unha para ter uma boa previsão de força da mão em uma variedade de formas”, afirma a empresa.

Com isso, o sensor consegue diferenciar as formas como a unha se deforma, em atividades como virar uma chave, abrir uma maçaneta ou usar uma chave de fenda.

Essas informações então são enviadas pelo dispositivo wearable para um smartwatch, que também usa modelos de Machine Learning (Aprendizado de Máquina) para medir diferentes sintomas de Parkinson, como tremores, bradicinesia (lentidão anormal dos movimentos voluntários) e discinesia (distúrbio da atividade motora).

“Esses dados fornecem uma janela sobre como o cérebro e o corpo funcionam, revelando insights de condições crônicas como esquizofrenia e Mal de Parkinson”, afirma a IBM Research em um vídeo sobre a pesquisa – assista abaixo.

(Fonte: Da Redação) - 26/12/2018
4 conselhos para quem quer iniciar uma carreira em tecnologia em 2019

Entre tantas áreas da tecnologia e tantos cursos, como saber por onde começar? Especialista destaca quatro dicas

É fato que o avanço tecnológico acelerado dos últimos anos está transformando todo o mercado de trabalho, que vem se adaptando constantemente para suprir a demanda existente na área. Em todo o Brasil, são cerca de 250 mil vagas para cargos digitais, um setor que movimentou US$ 38 bilhões só em 2017 no país, e é com esse cenário que as pessoas pensam em começar uma carreira tecnológica.

A era digital não tem barreiras, por isso, qualquer tipo de pessoa pode ingressar em uma carreira promissora e que faça sentido para ela. Mas dadas as diferentes áreas da tecnologia e tantos cursos, como saber por onde começar? Pensando nisso, Andrea Tedesco, mentora de carreiras da Digital House hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital, lista abaixo algumas dicas para quem quer iniciar na carreira em TI em 2019

1. Desenvolva o senso de pesquisa

Para iniciar na carreira digital o profissional deve desenvolver o senso de pesquisa e prioridade para ficar antenado em todas as necessidades que a área pede.

2. Busque uma escola com conexões

Estudar em uma escola conceituada e que lhe traga ferramentas adicionais como conexões com a comunidade de tecnologia, desenvolvimento de soft skills e gerenciamento de empregabilidade são dicas para quem deseja ingressar na carreira da tecnologia.

Uma boa notícia é que as empresas estão mais abertas em receber profissionais em início de carreira e que possuem talento e capacidade de execução. A demanda do mundo digital faz com que novos profissionais possam ingressar no mundo da tecnologia e, portanto, elas voltam seus olhares para o desenvolvimento dos novos colaboradores. As contratantes estão procurando desenvolver programas para ensinar competências de digital e realizando parcerias com escolas que formam profissionais interessados em desenvolver essas técnicas. Dessa forma, as próprias empresas e escolas tornam-se

novos pólos de talento.

3. Como fazer a transição de carreira?

Já para quem quer fazer uma transição de carreira e não "jogar fora a experiência anterior", é importante que a pessoa desenvolva habilidades de gerenciamento de carreira que o farão conectar-se com as competências anteriores e relacioná-las às necessidades do cargo atual. Gerenciar carreira é encontrar o ponto de encontro dessas competências e transformá-las em resultados.

4. Mantenha-se ativa(o)

Após tudo isso, administrar os pontos da empregabilidade (capacidade de manter-se atraente no mercado), como o acompanhamento das tendências do seu mercado, conhecimento das habilidades técnico-comportamentais, desenvolver o branding (marca) pessoal, usar seu networking a favor de seus projetos, estar presente em eventos e comunidades da área, administrar sua inteligência emocional e saber extrair os resultados que oferecem em cada desafio ao longo de sua carreira, são essenciais para manter-se ativo no setor e sempre destacado dentro dele.




(Fonte: @idgnow Da Redação Terra) - 26/12/2018
Microsoft trabalha em versão do Microsoft 365 para consumidores finais

Pelo menos é o que sugere uma nova posição de emprego publicada no site da companhia

A Microsoft está contratando um gerente de produtos para liderar um novo serviço de assinatura do Microsoft 365 para os consumidores - e essa pessoa terá um trabalho árduo pela frente.

O anúncio de emprego, descoberto por Mary Jo Foley, da ZDNet, especifica claramente que a Microsoft quer orquestrar uma versão consumidor da assinatura do Microsoft 365, criada para empresas. A oferta para o mercado corporativo abrange o Windows 10, o Office 365 e um pacote de serviços corporativos chamado EMS,

principalmente voltado para o gerenciamento de dispositivos.

As assinaturas são a nova religião da Microsoft. Se a empresa conseguir que as empresas façam o orçamento em seus serviços, juntamente com a conta de água, a manutenção do carro e os mantimentos, ela obterá renda estável.

Mas uma empresa tem funcionários dedicados cujos trabalhos são gerenciar dezenas, centenas, se não centenas de milhares de PCs e dispositivos móveis, e que essa empresa orçou uma quantia substancial de dinheiro para essa finalidade. Embora a Microsoft possa escolher entre vários serviços para oferecer a uma grande empresa, o fato é que ela atualmente tem muito pouco a oferecer ao cliente consumidor final - como um todo.

O Windows 10 ainda consiste em vários serviços gratuitos - Bing, Cortana, Mail, Edge e outros - incorporados na cópia “gratuita” do Windows 10 que os fabricantes de PCs agregam como parte de seus computadores pessoais. Mas não há muitas assinaturas pagas além disso. A Microsoft acabou com o Groove Music no ano passado. Comprar minutos para o Skype, ou pagar pelo Skype Ilimitado, significa mais para clientes com amigos e familiares no exterior, do que para consumidores dos Estados Unidos. As finanças da Microsoft demonstraram que os consumidores farão o orçamento em uma assinatura do

Office 365 - mas, mesmo assim, por que eles mudariam para um pacote presumivelmente mais caro?

A alternativa, então, seria sair do PC. Há um precedente para isso: o Microsoft Work and Play Bundle, agora descontinuado, oferecia um pacote de serviços no valor de US$ 300 por um preço inicial de US$ 160: Office 365 Home, Xbox Live Gold, Xbox Music e Skype Ilimitado. Troque o Xbox Music pelo novo serviço de assinatura de jogos Xbox One da Microsoft, o Xbox Game Pass, e a Microsoft pode até mesmo manter seus preços.

A Microsoft acabou aprimorando o pacote Work and Play, adicionando um contrato de suporte terceirizado, oferecendo assistência adicional aos problemas do Windows. Isso seria um pouco mais análogo ao que a Microsoft está oferecendo aos negócios. Talvez seduzir os clientes com um pouco mais de armazenamento OneDrive (2 terabytes, talvez?). E a versão do consumidor do Microsoft 365 pareça ainda melhor.

A realidade, porém, é que a Microsoft tem apenas um punhado de serviços pelos quais os consumidores estarão dispostos a pagar, e muitos deles envolvem o Xbox. A alternativa seria cobrar uma taxa adicional por aplicativos e serviços que os consumidores já recebem gratuitamente: Cortana, Bing e até mesmo algum tipo de assinatura anual do Windows.

A empresa não comentou publicamente o anúncio de emprego e não há indicação de que ela confirme uma oferta do Microsoft 365 para os clientes antes de ser lançada. Mas, do jeito que está, os únicos serviços de assinatura bem-sucedidos que a Microsoft pode oferecer aos consumidores são o Office 365, o Xbox Live Gold e o Xbox Game Pass. Se uma versão do consumidor do Microsoft 365 não oferecer

esses, é difícil ver como ela será bem-sucedida.


(Fonte: Mark Hackman, PC World EUA) - 17/12/2018
O que as novas ofertas de emprego da Apple podem nos dizer sobre novos produtos

Apple projeta que, nos próximos três anos, excederá 1.000 funcionários em três cidades: Seattle, San Diego e Culver City

A Apple é conhecida por sua abordagem centralizada, não apenas em termos de hardware e software, mas também em geografia. A empresa já havia se esforçado para localizar o maior número possível de funcionários em sua cidade natal, Cupertino, em grande parte por acreditar que seus funcionários trabalham melhor em equipes fisicamente próximas.

Mas na última semana, a empresa anunciou que expandiria sua presença em várias cidades dos EUA fora da Bay Area, mais notavelmente em Austin, Texas, onde já tem sua maior presença fora de Cupertino, mas também em alguns outros locais importantes. Em particular, a Apple projeta que, nos próximos três anos, excederá 1.000 funcionários em três cidades: Seattle, San Diego e Culver City.

Dado o tamanho e a lucratividade dos negócios da Apple, não é surpresa que ela queira contratar de forma agressiva, mas isso parece ir contra a ética anterior da empresa de reunir seus funcionários em um único lugar. Portanto, deve haver algo significativo sobre esses locais específicos escolhidos, algo que a empresa pode ter neles e que não pode necessariamente entrar em Cupertino. Algo como atrair talentos em certos campos-chave.

Ao fazer uma rápida pesquisa pelas listas de empregos da empresa para esses locais, é possível tentar prever onde a Apple estará apostando nos próximos anos.

Wireless em San Diego

San Diego tem um clima inegavelmente bom e uma ótima cena de cervejas artesanais, mas nenhuma delas está entre as principais razões para a expansão da Apple no ensolarado sul da Califórnia. Mas não é preciso ir tão fundo para analisar a lógica, especialmente quando considera as notícias do início desta semana que a Apple, que está envolvida em uma discussão desagradável com a antiga fornecedora Qualcomm, estava procurando construir seus próprios chips de rede celular.

Por acaso, San Diego é a sede mundial da Qualcomm. Então, se alguém quiser atrair pessoal com experiência no ramo de conectividade celular, parece um bom lugar para estar. E, de fato, a Apple já publicou vários empregos em San Diego para posições em sua “crescente equipe de desenvolvimento de silício wireless”.

Cada dispositivo da Apple requer algum tipo de silício sem fio, seja celular, Wi-Fi, Bluetooth, NFC ou qualquer outra coisa. O chip W1 embutido nos fones de ouvido AirPods e Beats é uma indicação clara de que a Apple gostaria de levar o estado da tecnologia sem fio para a frente, e San Diego parece ser o lugar para isso.

Siri em Seattle

Lar de gigantes da tecnologia rival, como a Amazon e a Microsoft, Seattle parece um local simples onde a Apple gostaria de expandir sua força de trabalho. Há tantas pessoas trabalhando em tantos campos técnicos diferentes na região que é complicado isolar qualquer coisa específica na qual a empresa está se concentrando.

Mas, depois de dar uma olhada nas vagas de emprego, fica claro que uma das principais áreas que a empresa está construindo lá é a Siri. A empresa descreve “uma nova equipe de engenharia da Siri baseada em Seattle” e está contratando não apenas cientistas de dados e cientistas de aprendizado de máquina, mas também vários engenheiros de software para trabalhar na integração de softwares de terceiros com sua estrutura SiriKit.

Até agora, SiriKit tem sido bastante decepcionante, limitado apenas a um punhado de aplicativos que oferecem serviços específicos, como listas de tarefas, chamadas de VoIP, pagamentos e alguns outros. Mas com a adição de Siri Shortcuts no iOS 12 este ano, parece claro que a Siri está posicionada para se tornar ainda mais poderosa em relação a aplicativos de terceiros, e Seattle é onde muito desse esforço parece que vai acontecer.

Conteúdo em Culver City

A terceira maior localização da Apple em seu comunicado de imprensa foi Culver City, e não é preciso alguém com experiência em showbiz para descobrir o porquê. A incursão da empresa no streaming de vídeo é o segredo mais mal guardado nos setores de entretenimento e tecnologia, e é óbvio que a Apple espera que seja um grande negócio.

Há alguns empregos em conteúdo de vídeo listados no site da Apple para Culver City, mas no geral as listagens da cidade parecem estar relacionadas aos negócios de serviços em rápido crescimento, incluindo divisões como a Apple Music e relações com os parceiros de streaming de vídeo da empresa.

Com o objetivo da Apple de aumentar sua receita de Serviços para quase US$ 50 bilhões até 2020, é uma boa aposta que Culver City seja um dos centros desse negócio. E com o serviço de streaming de vídeo da empresa, que deverá ser lançado no próximo ano, a proximidade de Hollywood não é coincidência.



(Fonte: Dan Moren, Macworld (EUA)) - 17/12/2018
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