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Notícias na 25 de março

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SKY LIBERA O SINAL DE MAIS DE 70 CANAIS PARA CLIENTES POR CONTA DO CORONAVÍRUS

Operadora prevê problemas no atendimento presencial em campo com a evolução do surto de Covid-19

A evolução do novo Coranavírus (Covid-19) também levou a operadora de TV paga Sky a abrir o sinal para seus clientes, sem custo adicional, de canais de diversos gêneros. A liberação começou ontem, 15. Segundo a empresa, a iniciativa tem como objetivo levar conteúdo, informação e diversão para aqueles que estarão em casa em cidades de todos os municípios do país durante o pico do surto da doença.

Dentre os canais, todos ficam com o sinal aberto na TV, de forma linear, e alguns também podem ser assistidos ao vivo via streaming pelo Sky Play, a plataforma de vídeo sob demanda da empresa.

Confira abaixo todos que estão liberados. Em breve, novos canais podem ser adicionados à essa lista.

A Sky destaca ainda que podem ocorrer eventuais e pontuais problemas na prestação de serviço de campo e atendimento, derivados da força de trabalho envolvida. A empresa está monitorando e prioriza o bem-estar de seus colaboradores e parceiros.

SINAIS ABERTOS NA TV:
· A&E, AMC, Animal Planet, Arte 1, AXN, Band News, Band Sports, BBC, Bis, Boomerang, Canal Brasil, Cartoon Network, Cinemax, Climatempo, CNN, CNN Brasil, Comedy Central, Discovery, Discovery H&H, Discovery ID, Discovery Science, Discovery World, Discovery Kids, Discovery Theater, Discovery Turbo, E!, Fashion TV, Fish TV, Food Network, GloboNews, Gloob, Gloobinho, GNT, Golf, H2, HGTV, History, Lifetime, Mais Globosat, Megapix, MTV, Multishow, Nick Jr, Nickelodeon, OFF, Paramount, PlayTV, Prime Box Brazil, Sony Channel, Space, SPORTV, SPORTV 2, SPORTV 3, Studio Universal, Sundance, SyFy, TBS, TCM, Telecine Premium, Telecine Action, Telecine Fun, Telecine Touch, Telecine Pipoca, Telecine Cult, TLC, TNT, TNT Series, ToonCast, Tru TV, Universal channel, Viva, Warner Channel, Woohoo, ZooMoo.

SINAIS ABERTOS NO SKY PLAY:
· A&E, AXN, Band News, Cartoon Network, Cinemax, CNN Brasil,· Comedy Central, Discovery, Discovery H&H, Discovery ID, Discovery Kids, Discovery Turbo, MTV, Paramount, SONY Channel, Space, TLC, TNT e TNT Series.

OUTRAS OPERADORAS
Além da Sky, Oi e Claro também anunciaram a abertura de canais para seus clientes de TV por assinatura a fim de estimular que fiquem mais em casa e reduzam o contato pessoal até a crise do Covid-19 arrefecer. Ontem, a Anatel, agência que regula o setor, determinou que as operadoras de telecomunicações tomem medidas para ajudar a população a atravessar o surto para diminuir a pressão sobre o sistema público de saúde.

(Fonte: Rafael Bucco) - 16/03/2020
Após maionese e sorvete, NotCo lança hambúrguer vegetal no Chile

A parceria da empresa com o Burger King no Chile trouxe o Rebel Whopper para o cardápio do restaurante; no Brasil, hambúrguer deve chegar ainda neste ano

A NotCo, startup que produz alimentos sem produtos de origem animal a partir de algoritmos, lançou no Chile nesta quarta-feira, 26, o primeiro hambúrguer vegetal da marca. O produto é fruto de uma parceria com a rede de restaurantes Burger King no país, e a empresa já tem planos de expansão para a novidade. Por aqui, o Not Burger deve estar nas prateleiras até o fim do ano, mas sem parceria com a rede de fast food americana - no Brasil, o Burger King é parceiro da Marfrig.

A NotCo utiliza algoritmos de inteligência artificial para gerar receitas de seus produtos, usando a computação para achar combinação de ingredientes que possam substituir como carne e leite. No caso do hambúrguer utilizado no Rebel Whopper, uma versão do lanche tradicional do Burger King, a receita leva base proteica de soja e busca reproduzir o sabor e a textura que o lanche já tem originalmente.



Hambúrguer do Rebel Whopper tem receita desenvolvida por algoritmo
Foto: Divulgação/NotCo / Estadão

Apesar de 100% vegetal, o hambúrguer não é uma opção para os veganos. A empresa alerta que eles serão preparados nas mesmas grelhas que hambúrgueres de origem animal, mas ressalta que continua sendo uma opção para quem deseja diminuir ou variar o consumo de carne.

Segundo Flávia Buchmann, diretora de marketing da NotCo, apesar da produção de alimentos sem origem animal, a proposta da empresa não é ser uma referência só de nicho vegano, mas também abranger outros públicos no consumo.

"Queremos estar em uma rota de distribuição massiva. Nossa visão é estar em todos os restaurantes e todos os supermercados para permitir que, na nossa vida diária, pessoas que ainda não fizeram a decisão de trocar ou de pensar ativamente em deixar essa alimentação, mas estão buscando consumir de maneira mais responsável com o meio ambiente, tenham acesso", afirmou Flávia em entrevista ao Estado.

Para o Brasil, a receita tanto do hambúrguer quanto dos negócios deve ser outra. O plano é que o produto chegue nas prateleiras dos supermercados com sabor e textura diferentes da recém lançada pela NotCo. Ainda sem data de lançamento, a expectativa é que o Not Burger faça companhia para produtos já existentes no País - como Not Mayo, Not Milk e Not IceCream - até o final deste ano.

"Para nós é uma missão. Sempre que a gente chega em um cliente ou em um país novo, ainda mais no Brasil, representa um passo gigante em concretizar nossa visão que é fazer com que a alimentação saudável, deliciosa e que respeite o meio ambiente chegue a mais pessoas". Criada em 2015, a NotCo conta com investimento do fundo Bezos Expedition, de Jeff Bezos, presidente executivo da Amazon, além de The Craftory, Kaszek Ventures, a aceleradora americana IndieBio e o fundo Maya Capital.

(Fonte: Redação Link) - 02/03/2020
Estônia tem governo quase 100% digital

No país, voto é online e abre-se empresa em 15 minutos; RG com chip dá acesso a 500 serviços
Renato Jakitas, de Vilnius (Lituânia) e Tallinn (Estônia)

A menor das três repúblicas bálticas, a Estônia é hoje considerada um dos grandes laboratórios do mundo em matéria de digitalização e transparência de dados. Lá, apenas três serviços ligados ao governo ainda demandam a presença física de seus cidadãos. Casamentos, divórcios e transferências de titularidade de um imóvel ainda requerem uma testemunha juramentada. Todo o resto pode ser feito pela internet, incluindo criar uma conta em banco, abrir uma empresa ou até mesmo escolher representantes políticos.

Dos 1,3 milhão de estonianos, 99% possuem uma espécie de RG digital, um documento com um chip que lhes garante acesso a mais 500 serviços do governo, incluindo acesso ao sistema de saúde e ao transporte público.

Primeiro a vantagem. O sistema, de fato, torna todos os processos públicos muito mais rápidos. Na Estônia, é possível abrir uma empresa em impressionantes 15 minutos. Uma conta em banco leva um pouco mais de tempo: 24 horas. Sem contar o acesso ao amplo sistema de benefícios estatais. A saúde é pública, o transporte é grátis e, com o documento digital, o governo subsidia até a compra de medicamentos na farmácia - o benefício pode chegar a 50%.

Agora, a desvantagem. Todas as vezes que um cidadão estoniano saca seu RG digital para um serviço, ele registra a movimentação na rede estatal, que passa a ter a posse da informação, podendo inclusive negociá-la com as empresas. (O governo cede, por exemplo, os dados de deslocamento à empresa que opera o sistema de transporte). Além disso, em tese, qualquer cidadão pode consultar os dados de outro estoniano, mediante solicitação prévia e intermediação do governo. O Estado acompanhou a consulta no perfil do primeiro ministro da Estônia, Jüri Ratas. Viu seus três imóveis, onde estão e quanto custam. "Está tudo aqui, é só consultar", afirma a funcionária do governo digital da Estônia, Harle Pihlak.

Assunto polêmico? Não para os locais. "Eu não me preocupo com isso. Os dados estão seguros com o governo e a rede de proteção é ampla", afirma o empresário Matthias Markus.

"Aqui é assim: os estonianos não se preocupam. Já os estrangeiros ficam ressabiados com tanta exposição", afirma o cientista de computação paulistano Edilson Osorio, que mora há dois anos em Tallinn. Ele é o fundador da startup OriginalMy, que usa blockchain para a verificação de documentos online. Criada em 2015 no Brasil, a empresa se mudou para Tallinn para participar do programa de aceleração Startup Estonia.

Ex-presidente da Estônia, Toomas Hendrik Ilves diz que a digitalização não é mesmo um problema local. "Ela tornou os estonianos mais felizes", diz. Segundo ele, além do bem-estar, o país também economizou com a medida. Com o uso massivo dos serviços digitais, o Estado poupa por ano cerca de 2% do PIB - que, em 2018, foi de US$ 26 bilhões, segundo dados do Banco Mundial.

O modelo atual do governo digital é de 2016. Mas o governo vem coletando os dados e organizando o banco de dados há 20 anos, desde que organizou a legislação para entrar no mundo digital - como aconteceu com o Brasil e todo o resto do mundo. Mas o que eles fizeram, e nenhum outro país acompanhou, foi dar ao RG digital o mesmo peso que o RG físico em uma lei dos anos 2000. "Isso atraiu investidores", conta Harle Pihlak.

O sistema estoniano tem código aberto (pode ser conferido por qualquer pessoa), não proprietário (ou seja, não é de nenhuma empresa) e é descentralizado. Se uma empresa criar um novo serviço, pode acoplá-lo a essa infraestrutura, que tem um backup no principado de Liechtenstein, pequeno território de 160 quilômetros quadrados entre a Áustria e a Suíça. A segurança é um sistema de checagem dupla. O usuário coloca seu número de seguro social no site e precisa confirmar em um celular. "É totalmente seguro, nunca fomos hackeados", diz a funcionária do governo. "E me arrisco a dizer que jamais seremos."

(Fonte: Estadão) - 02/03/2020
Google lança programa para acelerar startups de jornalismo no Brasil

Chamado de GNI Startups Lab, projeto vai hospedar empresas digitais em São Paulo durante 13 semanas, com mentorias, workshops e US$ 20 mil em investimentos

O Google anuncia nesta quinta-feira, 20, seu primeiro programa no mundo para acelerar startups de jornalismo - e ele será realizado só no Brasil. Estão abertas a partir desta data as inscrições para o GNI Startups Lab, que vai selecionar empresas jornalísticas nascidas no mundo digital e que já tenham um produto ativo. O programa será hospedado no espaço do Google para startups em São Paulo, o Campus for Startups, localizado no bairro do Paraíso, na zona sul da capital paulista.

Segundo Fabiana Zanni, chefe de parcerias do Google News Initiative, área da empresa dedicada a pensar soluções para imprensa, o programa ainda não definiu o número de empresas que pretende selecionar. "Nossa ideia é acolher de cinco a dez projetos, mas varia de acordo com o tamanho das equipes", explica a executiva. Com duração de 13 semanas, o GNI Startups Lab terá atividades de mentoria, workshops e acompanhamentos individuais para cada empresa. "Por conta dessa personalização é que não podemos abrigar mais projetos."

Além de poder utilizar o espaço do Google em São Paulo e receber acompanhamento, as empresas selecionadas também receberão US$ 20 mil em investimentos para aprimorar seus negócios ao longo do período. "Vamos abranger questões que passam por desenvolvimento de produtos e negócios, marketing e construção de comunidade, que perpassam a formação de qualquer startup ou empresa nativa digital", diz Fabiana. Além da equipe do Google, o time de professores do Insper também participará das atividades.

Um aspecto importante para as inscrições, que vão até 8 de março, é que poderão se inscrever startups com até quatro fundadores. Um deles terá de ter experiência em tecnologias como programação, experiência do usuário ou design, a fim de acompanhar as atividades. "Buscamos empresas que tenham nascido no ambiente digital e foquem em produtos originais de jornalismo, mas não precisa ser necessariamente um site ou aplicativo", afirma a executiva.

Poderão participar da iniciativa empresas que tenham base ou tenham sido criadas em todo o território brasileiro. Ao final do programa, as startups terão ainda a oportunidade de apresentar seus negócios para uma banca de investidores - ou, como se diz no jargão do negócio, "fazer o pitch em um demo day" (dia de demonstrações).

Para Fabiana, o Brasil foi escolhido para ser o primeiro projeto do tipo feito pelo Google em todo o mundo pela relevância do País. "Entendemos que o Brasil tem um mercado interessante para entender como empreendedorismo e inovação podem ajudar o ecossistema de notícias", afirma a executiva, que é coordenadora do Google News Lab. "Nossa ideia é não só repassar conhecimento, mas também aprender com as empresas." Segundo ela, o conhecimento gerado ao longo do programa será replicado com a comunidade jornalística no futuro.

Lançado há cerca de dois anos, o Google News Initiative é responsável ainda por uma série de iniciativas, que incluem desafios de inovação e laboratórios para gerar assinaturas para empresas jornalísticas, incluindo o Estado. Além disso, vale lembrar que São Paulo é uma das sete cidades no mundo a ter um espaço do Google para startups - aberto em junho de 2016, o Campus também já recebeu programas de aceleração para startups de tecnologia, incluindo unicórnios como Nubank e Quinto Andar.

(Fonte: Bruno Capelas) - 26/02/2020
Google investirá mais de US$10 bi em data centers e escritórios nos EUA em 2020

O Google anunciou nesta quarta-feira que vai investir mais de 10 bilhões de dólares em escritórios e centrais de processamento de dados nos Estados Unidos este ano.


REUTERS/Arnd Wiegmann
Foto: Reuters

A empresa acrescentou que os novos investimentos se concentrarão em 11 Estados norte-americanos, incluindo Massachusetts, Nova York e Ohio.

No ano passado, o Google disse que investiria mais de 13 bilhões de dólares em data centers e escritórios nos EUA em 2019.

Os custos e despesas totais da gigante da tecnologia subiram cerca de 19%, para 36,81 bilhões de dólares no quarto trimestre do ano passado.

(Fonte: REUTERS) - 26/02/2020
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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.