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Notícias na 25 de março

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Google usa IA para facilitar a comunicação de quem tem problemas de fala

A ideia é ajudar pessoas que vivem com problemas neurológicos que atrapalham a fala...

O Google demonstrou durante o evento I/O, que acontece na tarde desta terça-feira (07), como sua inteligência artificial (IA) trabalha para facilitar a comunicação de quem tem problemas de fala.

A ideia é ajudar pessoas que vivem com problemas neurológicos e afins que atrapalham a fala, como derrames, esclerose múltipla e danos cerebrais. Para isso, o Google desenvolveu um sistema, por meio da equipe Project Euphonia, para gravar as vozes de pessoas com esses tipos de problemas ou deficiências. Após a gravação, foram desenvolvidos algoritmos para a inteligência artificial conseguir entender as vozes e transcrevê-las diretamente para smartphones e computadores.

Dessa maneira, pessoas com problemas de fala poderão se comunicar de maneira mais rápida e eficaz. "Além de melhorar o reconhecimento de fala, também estamos treinando algoritmos personalizados de IA para detectar sons ou gestos e, em seguida, realizar ações como gerar comandos falados para o Google Home ou enviar mensagens de texto. Isso pode ser particularmente útil para pessoas com deficiências graves e que não podem falar", adicionou o Google.



Ligações sem uso da voz
O Live Relay, um recurso novo que também chega ao Google Assistente, é voltado para deficientes auditivos. Ele utiliza reconhecimento de fala e conversão de texto em fala no smartphone para permitir que o celular "ouça e fale" em nome dos usuários enquanto eles digitam. Ao oferecer respostas instantâneas e sugestões de escrita preditiva, o Smart Reply e o Smart Compose ajudam a tornar a digitação mais rápida para realizar uma chamada telefônica síncrona.

Vale notar que o Live Relay rodará completamente dentro do smartphone e mantém as conversas privadas. Além disso, ele interage não apenas com outro smartphone, mas também "atende" chamadas de telefones fixos.

Ainda não há uma data específica para o lançamento do Live Relay ao público.

(Fonte: TECMUNDO) - 07/05/2019
Cisco reformula equipamentos para nova tecnologia WiFi

A Cisco anunciou nesta segunda-feira o lançamento de um equipamento para a próxima geração de redes sem fio WiFi, atualizando uma parte essencial de seus negócios de 28,2 bilhões de dólares e mirando eleva receita da área de software.

A Cisco anunciou novos equipamentos de pontos de acesso e switches para empresas compatíveis com WiFi 6, um novo padrão que deverá ser lançado em 2022. Telefones, laptops e outros dispositivos se conectarão aos pontos de acesso da Cisco em campus corporativos e transportarão o tráfego para os switches, que se conectam a uma rede com fio de determinada empresa.

A Cisco, que controla cerca de 45 por cento do mercado de sistemas WiFi corporativos, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado IDC, está lançando os equipamentos muito antes da maioria dos telefones e laptops terem um chip compatível com o novo padrão.

A nova tecnologia de rede foi projetada para oferecer um modesto aumento de velocidade, mas também para resolver alguns dos maiores problemas enfrentados pelas redes WiFi atuais. O novo padrão é projetado para evitar o entupimento que pode ser causado com a conexão de múltiplos dispositivos a uma rede sem fio, como televisores, câmeras de segurança, alto-falantes inteligentes e sensores.

Um novo aspecto das redes que os consumidores vão notar é o estreitamento de laços com as redes sem fio 5G, que chegarão mais ou menos na mesma época que o WiFi 6. Quando as duas novas tecnologias estão em funcionamento, por exemplo, o telefone de um hóspede do hotel pode passar de 5G para a rede WiFi após fazer check-in, sem ter que digitar um nome ou senha.

Muitos desses novos recursos surgirão devido ao maior uso de software para controlar o tráfego nas redes sem fio. Para capitalizar isso, a Cisco está aposentando seu switch para redes corporativas mais vendido e lançando um novo que será capaz de executar mais softwares, que a Cisco venderá junto com o equipamento.

Brandon Butler, analista sênior de pesquisa da IDC, disse que faz parte da estratégia de longo prazo da Cisco nos últimos anos obter uma parcela maior de suas vendas de infraestrutura de rede a partir de software, que pode ser vendido por assinatura, uma forma de renda mais estável que vendas de hardware.

(Fonte: Stephen Nellis) - 29/04/2019
FIBRA DEVE SE TORNAR PRINCIPAL TECNOLOGIA DE BANDA LARGA FIXA NO PAÍS EM 2020

Acessos com a tecnologia vão superar os 30% de participação de mercado naquele ano, passando o xDSL, em franco declínio, e o cable modem, que perde clientes em ritmo mais lento, conforme levantamento da Teleco.

Os acessos de banda larga fixa usando tecnologia de fibra óptica devem se tornar maioria no país em 2020, conforme cálculos feitos pela consultoria Teleco e divulgados no final de semana. A estimativa é que a fibra continue a ganhar mercado sobre o xDSL, que é usado principalmente pelas operadoras Telefônica e Oi. O cabo tende a perder espaço também, mas em um ritmo muito menor.

O FTTx (fibra), que em 2016 equivalia a 6,5% dos acessos brasileiros, deve superar os 30% em 2020, um pouco mais que o xDSL e o cable modem. “Nos últimos 2 anos a fibra acumulou adições líquidas de 3,9 milhões de acessos, enquanto os acessos de pares metálicos (xDSL) encolheram em 1,1 milhão”, destaca a Teleco.

Embora Telefônica e Oi estejam migrando clientes para a fibra, são os provedores regionais de acessos que estão disseminando a fibra no Brasil. As chamadas operadoras competitivas terminaram 2018 responsáveis por 57% dos acessos em fibra. Enquanto Telefônica tinha 46% dos acessos xDSL e a Oi, 44%. “A Vivo ainda conseguiu compensar estas perdas com o crescimento dos acessos em fibra, o que não ocorreu com a Oi”, ressalta a consultoria.

O interesse por fibra parece conduzir as operadoras competitivas ao crescimento, e as operadoras tradicionais, à retração. Os ISPs foram responsáveis por 84% das 2,14 milhões de adições de 2018.

Enquanto as demais perderam clientes apesar dos esforços em migrar para FTTH.

(Fonte: DA REDAÇÃO) - 29/04/2019
A senha "123456" ainda é a mais usada do planeta

Estudo da NCSC revela: mesmo com onda de vazamentos, milhões de usuários ainda confiam em uma senha simples para "proteger" suas contas

Entra ano, sai ano, e a senha "123456" continua sendo a campeã da insegurança. Religiosamente, a companhia de Segurança da Informação SplashData divulga a sua lista anual com as 100 chaves mais encontradas em bancos de dados vazados, e a dita senha segue firme na primeira posição.

Agora outro instituto de segurança entrou para fazer coro: o NCSC, o Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido publicou um novo estudo, onde chegou a resultados muito parecidos aos divulgados pela SplashData.



O estudo da entidade britânica não revela nenhuma novidade para quem já está inteirado nesse assunto, mas ainda assim, traz algumas informações relevantes, como por exemplo, quantas pessoas ainda confiam em senhas simples/fracas. Por exemplo, a senha "123456" foi encontrada 23,2 milhões de vezes em bancos de dados de diversos vazamentos.

O objetivo da NCSC é incentivar usuários, e principalmente desenvolvedores e SysAdmins, a implementarem ferramentas de bloqueio de senhas fracas em seus sistemas. Exatamente por isso, em parceria com o expert em segurança Troy Hunt, responsável pelo site have I been pwned?, o instituto está disponibilizando um arquivo de texto, com as 100 mil senhas mais encontradas em vazamentos.

Na lista entre as mais vazadas, as velhas suspeitas de sempre estão todas no Top 10: "123456789" ocupa a segunda posição, "qwerty" é a terceira, "password" é a quarta e "11111" é a quinta. Já a combinação da maleta do presidente Skroob vive oscilando, mas na lista da NCSC, ela conseguiu conquistar a 10ª posição.



A NCSC está fornecendo os meios para que tais senhas sejam banidas por completo, ao serem bloqueadas nos sistemas e não sejam opções válidas para a criação de contas de usuários. É compreensível, o público médio odeia ter que lembrar delas, mas alguém precisa tomar tenência e ensinar, mesmo que na marra, ao pessoal ao menos pensar em uma senha que não seja complexa, fácil para sistemas invasores descobrirem e complicada de lembrar, mas que evite ser óbvia demais.

Um exemplo? A senha "oreocookie", embora não seja tão segura, foi encontrada em vazamentos apenas 3 mil vezes pela NCSC. Quando comparada com as clássicas, ela é efetivamente bem mais segura.

Para os usuários, uma boa dica é verificar o banco de dados do have I been pwned?, em busca de senhas que você utilize e que podem (ou não) já terem sido detectadas em brechas de segurança.

Atualmente, o site relaciona mais de meio bilhão de chaves de segurança não mais tão seguras, logo, se você achar uma de suas senhas por lá, troque-a.

No mais, é importante para empresas e serviços implementarem meios para banir senhas fracas, como o estado da Califórnia e a Microsoft estão fazendo.

Com informações: NCSC.

(Fonte: Ronaldo Gogoni ) - 22/04/2019
OPERADORAS TENTAM SE REINVENTAR PARA COMPETIR COM NETFLIX NA TV PAGA

A migração do consumidor para serviços digitais está forçando operadoras tradicionais a se reinventar. As empresas precisam ser capazes de competir em pé de igualdade com a Netflix, e como não podem produzir conteúdo exclusivo pela legislação brasileira, precisam ao menos oferecer pacotes que agregam valor perceptível ao usuário.

Para Marcio Carvalho, diretor de marketing Claro Brasil, cabe cada vez mais às teles tradicionais o papel de curadoras. “Nosso papel é reunir um conteúdo de qualidade, aplicações que têm valor, não apenas de vídeo, fazer curadoria para o cliente. O que podemos fazer para as OTTs é agregar valor a seus produtos”, disse o executivo no evento Straming Brasil, hoje, 22, em São Paulo.

Um exemplo, segundo ele, é justamente trazer a capacidade de billing que as grandes operadoras possuem. “Há no Brasil uma questão com cartão de crédito, então na nossa parceria com a Netflix eles conseguem faturar na conta, ampliando o acesso”, disse Carvalho ao Tele.Síntese.

Maior operadora de TV paga do país em número de assinantes, a Claro (dona da Net), reconhece que o modelo passa por uma transformação, em que o digital achata margens. “Às vezes somos atropelados por empresas que têm capacidade de inovação, mas o Brasil tem suas jabuticabas, não é possível mudar tudo”, ressaltou, se referindo à impossibilidade de produtoras serem também distribuidoras de conteúdo. Algo que a Claro está contestando na Anatel.

Segundo ele, a TV paga ainda tem a vantagem competitiva de estar na casa do usuário, com hardware adequado para acesso ao conteúdo. “A Apple TV é um excelente produto, mas custa R$ 2 mil. Por isso acho que o modelo em que as TVs pagas subsidiam o hardware, que é caro, para o usuário assistir conteúdos vai continuar. O desafio é como criar novas plataformas sem destruir valor, mas criando valor adicional”, acrescentou.

A saída, dentro da Claro, foi usar a tecnologia do streaming para ofertas exclusivas. Como a transmissão das disputas de todas as modalidades nas Olimpíadas do Rio, em 2016. “Foram 100 canais de transmissão usando streaming puro para melhorar a experiência na caixinha. Sem o streaming não seria possível. Foi a primeira vez que transmitimos 100% da competição”, falou.

Carvalho acredita que as operadoras têm as características para se tornarem integradoras de aplicações, empacotando ofertas de diferentes OTTs em um mesmo produto, com login e senha únicos. A dificuldade, no entanto, é negociar um acordo entre os diferentes competidores. “Tem que haver no wallet share valor suficiente para pagar toda uma cadeia produtora. Aí está o valor de um bundle completo”, falou.

AT&T
Para Michael Hartman, vice-presidente sênior da AT&T, as operadoras vão se diferenciar das gigantes digitais através da integração vertical. Ou seja, vão participar de todas as etapas da cadeia – da produção de conteúdo, ao empacotamento e distribuição.

Essa visão justifica os aportes que a AT&T fez para comprar da Warner Media, ou explica porque a Comcast, dona da NBC Universal e da DreamWorks, comprou a operadora de TV paga por satélite Sky na Europa. Ou por que a Disney comprou parte da Fox para obter participação majoritária no serviço de streaming Hulu.

O Brasil não é um mundo à parte deste universo em mudança. “Em quatro anos a audiência de vídeos na internet cresceu 135% no Brasil. A da TV, apenas 13%. Aqui a audiência fica 24,8 horas semana na frente da TV, e 19 horas por semana na internet”, lembrou.

O impacto disso é a perda de receita por parte das empresas tradicionais. A venda de publicidade está mudando da TV paga para o online, logo, o retorno para quem faz TV paga está diminuindo, diagnostica. Ao mesmo tempo, a regulação é antiquada e feita para um modelo de cadeia de valor que, para ele, não existe mais.

“A Lei do SeAC procurou colocar alguma ordem neste setor no Brasil, mas criou aqui um papel que só existe aqui: o do empacotador de conteúdo. No mundo todo quem distribui é quem empacota”, diz.

A lei local atrapalha os planos da AT&T. “Os velhos conceitos já não existem. A ideia de cadeia de valor e separação de funções não existe mais. Os players tradicionais estão tentando integrar-se verticalmente, entrando em distribuição ou desenvolver a possibilidade de produzir e revender conteúdo”, diz Hartman.

Segundo ele, as operadoras estão aprendendo a sobreviver com esta competição. A Directv, pertencente à AT&T, lançou há dois anos o Directv Now nos EUA, com a promessa de levar o modelo a outros países. No pacote, dezenas de canais acessíveis por streaming. Mas o aplicativo nunca chegou ao Brasil.

“Um dos desafios é ingressar nesse mercado sem receitas suficientes, com risco de canibalizar o próprio mercado. Uma empresa de TV paga tem que decidir se vai vender online. A Directv lançou serviço de TV barato, mas o preço teve que ser revisto, estão relançando agora [não no Brasil, por enquanto]”, afirma.

Barato ou caro, o que importa a seu ver é que nunca o lema conteúdo é rei foi não verdadeiro. “A competição hoje se dá pela exclusividade”, lembra.

(Fonte: RAFAEL BUCCO) - 22/04/2019
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