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Notícias na 25 de março

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Os laptops estão a caminho do desaparecimento?

Usuários estão sendo forçados a comprar novos laptops porque seus sistemas estão se tornando obsoletos ao mesmo tempo em que smartphones e tablets ganham espaço entre as preferências do cliente.

Chegou o fim dos laptops?

O recente anúncio da Microsoft de que deixará de oferecer suporte ao sistema operacional Windows 7 gerou estresse entre seus usuários.



Segundo uma pesquisa com usuários de Internet, apenas 15% acham que laptop é o dispositivo mais importante, comparado com 66% em relação ao smartphone
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

A empresa informou que importantes ferramentas, como internet banking e compras on-line, não seriam mais seguras nos computadores com Windows 7, que se transformam assim em território obsoleto, fértil para hackers.

É difícil saber quantos usuários serão afetados pela medida, mas uma estimativa sugere que poderiam ser centenas de milhões.

A recomendação da empresa era baixar a atualização imediatamente e, se possível, comprar um laptop novo, já que o anterior poderia ser muito lento ou não funcionar tão bem com o atual Windows 10.



Processo de atualização para novos sistemas operacionais é estressante para usuários
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Mas esse é um gasto que muitos usuários não podem - ou não querem - ter.

Quando comecei a pesquisar sobre esse assunto, encontrei mais de 100 artigos de especialistas que garantem que o processo de mudança para novos sistemas operacionais é estressante para os usuários.

Um deles até descreveu esse processo como "sofrimento". A maioria desses especialistas preconizava que o estresse fazia parte dessa transformação e ofereceu conselhos sobre como minimizar ou reduzir esse estresse.

Mas é realmente necessário comprar um novo laptop? Ou é hora de mudarmos para um dispositivo completamente diferente?



Nos últimos anos, mercado de tablets vem apresentando aumento crescente e constante
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Segurança e proteção de dispositivos antigos
A Microsoft quer que seus usuários acreditem que o Windows 10 é a versão mais recente do Windows e, em vez de fazer novas edições, melhorará a experiência de forma mais contínua.

Obviamente, isso não é apenas um problema para os proprietários de laptops com Windows.

Os sistemas operacionais da Apple e Android também devem ser atualizados, e, regularmente, as empresas anunciam que versões anteriores deixarão de ser suportadas e que, se os usuários continuarem a usá-las, sua segurança não será garantida.

Em outras palavras, se seus dados bancários forem roubados, a culpa é sua.

Pode ser verdade que pesquisadores e hackers encontrem com frequência vulnerabilidades em dispositivos antigos. Pesquisas mostram que os hackers têm mais chances de encontrar falhas nos códigos mais antigos e naqueles que lhes são mais familiares.

Mas dizer que esses sistemas não podem ser protegidos é possivelmente um alarmismo em nome das vendas.

Eles são fabricados por empresas grandes e ricas, com recursos mais que suficientes para criar patches e manter nossos dispositivos mais antigos em segurança.

Interromper o suporte cria medo para usuários e clientes insatisfeitos com os dispositivos mais antigos que acabam desistindo e pagando por novos dispositivos e versões de software.

Em muitos casos, parece que eles estavam tentando convencer os usuários a comprar um laptop novo em um ato de fé.

Certamente, há evidências de um aumento de curto prazo nas vendas desses computadores.

Mas algumas pessoas já começaram a abandonar esse mercado.



Houve um aumento recorde no número de pessoas idosas que usam smartphones e tablets
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Cada vez menos presente
Pesquisas feitas nesse sentido mostram que a propriedade, o uso e a importância dos laptops diminuíram nos últimos três anos, sendo amplamente substituídos pelos smartphones.

Uma pesquisa com usuários da Internet descobriu que apenas 15% consideravam o laptop o dispositivo mais importante para acessar a rede, em comparação com 30% que pensavam assim em 2015, enquanto 66% achavam que o smartphone era a maneira mais importante, em comparação com 32% que pensavam assim em 2015.

Isso levou alguns a prever a morte lenta do laptop, devido às preferências dos jovens e a uma maior familiaridade dos usuários em geral com os dispositivos portáteis.

Uma pesquisa realizada pelo órgão regulador britânico Ofcom em 2017 também detectou um aumento recorde de idosos que utilizam smartphones e tablets.

É possível que mesmo os amantes do teclado QWERTY (o mais comum) não precisem de um laptop.

E é que os teclados para dispositivos móveis estão melhorando e existem produtos alternativos no mercado, como tablets híbridos (com teclados) e dispositivos dobráveis.

Nos últimos anos, o mercado de tablets aumentou constantemente.

Mas também existem outros motivos para não desistir de uma nova atualização do Windows 10 e acabar gastando uma pequena fortuna em um novo laptop.

Não menos importante é o fato de o novo sistema operacional não estar isento de erros e outros problemas de segurança.

De fato, a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos encontrou recentemente uma falha tão séria que, de uma maneira quase incomum, emitiu um aviso público.

Então, você precisa trocar de computador?
Talvez a coisa mais inteligente seja esperar e ver.

Existem outros dispositivos para executar procedimentos como banco online e seu laptop antigo ainda funcionará perfeitamente na execução de outras tarefas que envolvam riscos à segurança.

Em vez de dar dinheiro a fabricantes e vendedores de laptops, você pode gastá-lo de outra forma.

*Este artigo foi escrito por Paul Levy, pesquisador em gerenciamento de inovação da Universidade de Brighton, no Reino Unido

iFood faz parceria com Zee.Now e passa a oferecer produtos para pets

Itens como rações, tapetes higiênicos e brinquedos para animais de estimação estarão disponíveis no iFood

O aplicativo do iFood agora vai oferecer produtos para animais de estimação. A startup de delivery revelou ao Estado que fechou uma parceria com a Zee.Now, braço da empresa de acessórios Zee.Dog que oferece entrega em domicílio de diversos itens de pet shop, tanto para cães quanto para gatos.

A Zee.Now terá uma aba dentro do iFood, onde os usuários poderão comprar rações, petiscos, tapetes higiênicos, areia sanitária, produtos de higiene e brinquedos para animais de estimação.

Lançada em maio do ano passado, a Zee.Now compra os itens direto da indústria e faz a entrega a partir de centros de distribuição, para facilitar a logística. No caso dos produtos comprados diretamente pelo aplicativo da Zee.Now, os entregadores, chamados de "Zee.Man", são terceirizados. Nos pedidos pelo iFood, isso vai mudar: os itens vendidos no app de delivery serão entregues pelos entregadores parceiros do iFood, que vão pegar os produtos nos centros de distribuição da Zee.Now e levá-los aos clientes. Além da vitrine no iFood, o aplicativo da Zee.Now também vai continuar funcionando separado - o serviço da empresa funciona 24h por dia.

Trata-se da primeira iniciativa no iFood no mercado pet, que movimentou R$ 34,4 bilhões em 2018, de acordo com os dados mais recentes do Instituto Pet Brasil (IPB). "Há algum tempo já vínhamos recebendo demanda por esse tipo de produto e agora passaremos a atendê-las", diz Lucas Passos, diretor de novos negócios da startup.

O recurso começará a ser disponibilizado inicialmente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro - a empresa tem planos de expandir a operação para outras capitais em breve.

A Zee.Now foi criada pelos irmãos gêmeos Thadeu e Felipe Diz, donos da empresa de acessórios Zee.Dog, como uma iniciativa na área de startups. A Zee.Dog está há sete anos no mercado e distribui produtos para vários países - a marca tem inclusive uma loja em Nova York.

(Fonte: Giovanna Wolf - Estadão) - 17/02/2020
Facebook prevê capacitar 50 mil jovens no Brasil em 2020

A Estação Hack, centro de inovação do Facebook, capacitou 26 mil pessoas nos últimos dois anos

O Facebook pretende dobrar a capacidade de formação do seu centro de inovação, a Estação Hack, no País: a rede social prevê capacitar cerca de 50 mil jovens brasileiros neste ano, com cursos em áreas como programação e desenvolvimento de aplicativos - nos últimos dois anos, o projeto capacitou 26 mil pessoas.

"Para aumentar a capacidade dp centro de inovação estamos apostando em cursos online e em cursos para capacitação de professores", disse Eduardo Lopes, diretor da Estação Hack, em evento na manhã desta terça-feira, 4, em São Paulo. Para os cursos online, a empresa conta com a parceria com a plataforma de treinamento Digital House.

Para seus cursos, a Estação Hack busca principalmente jovens de escolas públicas. "Os cursos são gratuitos e nossa prioridade é chegar em alunos que não têm condições de pagar por essa formação, que costuma ser cara", afirmou Lopes. Segundo a empresa, nos últimos anos, cerca de 80% dos alunos capacitados pela Estação Hack eram de escolas públicas. Além disso, aproximadamente 35% dos estudantes eram mulheres.

A Estação Hack foi inaugurada em 2018 na Avenida Paulista, em São Paulo. Para a expansão de seus cursos, o projeto também aposta em seu programa itinerante, o Estação Hack na Estrada, para oferecer cursos de programas para cidades além de São Paulo. Em 2020, o centro de inovação do Facebook pretende chegar a cidades como Campinas, Vitória, Brasília, Porto Alegre, São Luís e Natal. A empresa ainda não tem planos de inaugurar novos espaços físicos neste ano.

Inovação
Além dos cursos de capacitação, a Estação Hack também acelera startups, especificamente da área de impacto social - os programas têm parceria com a aceleradora Artemisia. Desde 2018, foram aceleradas 40 startups no centro de inovação (10 empresas a cada semestre) - o programa é aberto para negócios de qualquer região do Brasil. Ao todo, essas startups levantaram R$ 42 milhões em
investimentos.

Agora em 2020, o objetivo é acelerar 15 startups por semestre. "Vamos focar principalmente no nosso programa de residência, e pretendemos trazer mais empresas de fora de São Paulo para a Estação Hack", disse Lopes. A empresa está buscando startups que já passaram por algum tipo de experiência de aceleração.

O programa de aceleração de startups e o de capacitação de jovens conversam entre si. "Alguns alunos acabam sendo contratados por startups", afirmou Lopes.

(Fonte: Giovanna Wolf - Estadão) - 10/02/2020
ANATEL ABRE CONSULTA PARA ALTERAR COLETA DE DADOS DE SERVIÇOS

A Anatel abre, nesta segunda-feira, 10, a consulta pública com a proposta de alteração da coleta de dados para o serviço móvel, telefonia fixa e TV por assinatura. O prazo de contribuição se encerra no dia 26 deste mês.

Nos três serviços, a coleta de dados se restringirá à empresa, ao município, natureza da pessoa que recebe o serviço, se jurídica ou física, e tipo de acesso, ou seja, a tecnologia empregada. No caso da telefonia móvel, o tipo de acesso será discriminado por serviço: apenas para voz, apenas para dados, voz ou dados, IoT (internet das coisas, na sigla em inglês) e o tipo de cobrança, se pré ou pós-paga.

Ainda no serviço móvel, serão necessárias informações sobre parceiros comerciais, ou seja, credenciadas que prestam o serviço móvel virtual. Segundo a agência, além de uniformizar e simplificar as informações de acessos, a proposta marca a entrada em operação do novo sistema para gerenciar os envios dos dados setoriais (https://sistemas.anatel.gov.br/dici).

A proposta da alteração da coleta de dados da banda larga fixa já está em consulta pública.

(Fonte: Lúcia Berbert) - 10/02/2020
Volume de aportes em startups cresce 80% no País e chega a US$ 2,7 bi em 2019

Segundo pesquisa realizada pela consultoria de inovação Distrito, foram realizadas 260 rodadas de investimentos em empresas de tecnologia do País no ano passado; setor de fintech lidera em quantia e quantidade de cheques

O ecossistema brasileiro de startups registrou recorde no volume de investimentos recebidos em 2019: segundo levantamento da consultoria de inovação Distrito, as empresas de tecnologia do País receberam US$ 2,7 bilhões em aportes no ano passado. É um crescimento de 80% na comparação com 2018, quando houve cheques que totalizaram US$ 1,5 bilhão.

Ao todo, 260 rodadas de investimento foram realizadas na temporada passada, de acordo com números que fazem parte de estudo revelado com exclusividade ao Estado. O número de aportes cresceu 8,3% na comparação com a temporada de 2018, mas não bateu recordes - em 2017, aconteceram 263 investimentos no País, totalizando US$ 905 milhões. "Há uma evolução maior do mercado nacional e também uma maior liquidez no mercado global. Isso tudo beneficia os investimentos", avalia Gustavo Gierun, cofundador da Distrito.

Responsável por ao menos dez cheques em startups brasileiras no ano passado, incluindo os unicórnios Gympass, QuintoAndar e Loggi,, o grupo japonês SoftBank surge como fiel da balança desse crescimento. Segundo análise da reportagem, as rodadas que contaram com a participação da empresa movimentaram cerca de US$ 1,3 bilhão, respondendo por quase metade do volume de aportes registrado em 2019.

O cenário deve ser diferente neste ano, depois dos problemas apresentados por WeWork e Uber, duas das principais apostas do SoftBank no exterior - a asiática já admitiu que fará menos investimentos no País em 2020. Na visão de Gierun, isso não necessariamente será um problema: "o mercado tem se sofisticado nos últimos anos e atraído cada vez mais investidores estrangeiros", avalia.

Fintechs lideram em quantidade e volume de aportes
Segundo o levantamento realizado pela Distrito, as fintechs (startups de serviços financeiros) foram o setor que mais recebeu atenção dos investidores no Brasil. Foram ao todo 62 investimentos, que somaram US$ 935 milhões - entre eles, estão os US$ 400 milhões da rodada que levou o Nubank a ser avaliado em cerca de US$ 10 bilhões.

O crescimento do segmento também chama a atenção: em 2018, as fintechs brasileiras receberam US$ 338 milhões. O salto foi de 276%. "É um setor que está sofrendo uma revolução intensa, que deve aumentar nos próximos anos", afirma Gierun. "Novas regulações, como open banking, pagamentos instantâneos e cadastro positivo, também abrem espaço para que startups disputem de igual para igual com os grandes incumbentes. Há muitas oportunidades."

Em segundo lugar no que diz respeito a setores, ficou a área de HR Tech (startups de recursos humanos), com total de US$ 344 milhões - desses, US$ 300 milhões foram destinados à Gympass, empresa que oferece um serviço corporativo de atividade física. Completando o pódio em volume de investimentos, está o setor de startups de imóveis, que receberam US$ 335 milhões em aportes. Novamente, o valor foi desbalanceado pelos aportes em duas gigantes do setor: Quinto Andar (US$ 250 milhões, em rodada liderada pelo SoftBank) e Loft (US$ 70 milhões, em aporte liderado pelo fundo do Vale do Silício Andreessen Horowitz).

A maioria dos investimentos realizados no País, porém, está longe da casa das dezenas ou centenas de milhões - apenas 11 investimentos aconteceram após a Série C, jargão do setor que identifica aportes realizados costumeiramente em empresas já maduras.

Segundo o levantamento da Distrito, 87 aportes foram realizados em capital-semente, quando a startup ainda está em estágio inicial de desenvolvimento. Normalmente, são cheques avaliados entre R$ 500 mil e R$ 5 milhões. Outros 40 investimentos foram realizados na fase de Série A, quando a empresa já começou a amadurecer seu produto. Além disso, 38 investimentos foram realizados em fase pré-semente, quando a empresa ainda está em estágio embrionário.

(Fonte: Bruno Capelas) - 29/01/2020
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