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Huawei planeja desenvolver smartphone com suporte ao blockchain

De acordo com rumores, a Huawei está planejando lançar um smartphone capaz de rodar aplicações blockchain a partir de um sistema operacional paralelo ao Android, o Sirin OS, desenvolvido pela empresa Sirin Labs. As duas companhias estariam em negociação há dois meses, segundo a Bloomberg.

Se o acordo entre as empresas de fato vigorar, a Huawei pode se tornar a primeira fabricante de smartphones a adotar a tecnologia de blockchain.

Na prática, o blockchain nada mais é que uma forma de registrar cada transação de acordo com a ordem cronológica que elas aconteceram. Por ser um registro descentralizado, não há uma corporação responsável por esses dados, que são armazenados em todos os dispositivos que fazem parte da rede. Apesar de ser majoritariamente adotada pelas criptomoedas, a tecnologia está sendo cada vez mais utilizada por outras áreas devido às vantagens que apresenta.

A Sirin Labs tem trabalhado há cerca de um ano para desenvolver esse sistema operacional e chegou a desenvolver um smartphone, chamado Finney Phone, que oferecerá a possibilidade de ter uma carteira de moedas digitais que funciona mesmo offline. Os planos da companhia são lançar o Finney Phone no segundo semestre de 2018 pelo preço estimado de US$ 1 mil.



O Finney Phone, da Sirin Labs, pode ser o primeiro aparelho com suporte ao blockchain do mercado (Foto: Digital Trends)
Foto: Canaltech


(Fonte: CANALTECH - Ares Saturno) - 26/03/2018
iPad de baixo custo deve ser a estrela do evento educativo da Apple

A Apple vem enviando convites para a mídia para que participem de um evento na próxima semana, dia 27 de março, e, aparentemente, a conferência será focada em educação. Nesta sexta-feira (23), inclusive, rumores tidos como certeiros indicam alguns detalhes do que a companhia pretende apresentar, esclarecendo um pouco as ideias dos especuladores de plantão.



iPads
Foto: Canaltech

De acordo com o documento, um iPad de baixo custo destinado a professores e alunos será mostrado, e este será um componente-chave na tentativa da Maçã de reconquistar o mercado educativo.

Nos últimos anos, a Apple perdeu um bom espaço no setor de educação para empresas como a Google e a Microsoft, que vêm focando fortemente em uma tentativa de emplacar seus dispositivos nas salas de aula com aparelhos como tablets e Chromebooks de baixo custo. Segundo um relatório da Bloomberg, a estratégia de renovar a educação da empresa da Maçã é multifacetada, uma vez que a companhia não apresentará apenas um novo iPad mais barato e voltado para o aprendizado, mas também revelará novos softwares que são voltados para o mesmo foco educacional.

Detalhes sobre como estes dispositivos e os devidos softwares funcionarão ainda não foram divulgados, obviamente, mas as fontes do veículo que revelou o documento mergulharam em supostas novas informações. Aparentemente, um novo aplicativo iBooks que possui um design bastante similar ao da App Store poderá fazer parte do acervo de apps do iPad, mas ainda não se sabe se este serviço será revelado já na próxima terça-feira. O novo dispositivo mobile da Maçã também deve oferecer suporte ao Apple Pencil, mas novamente, nada além disso foi divulgado.

Rumores também apontam que a Apple está planejando lançar um MacBook de baixo custo, e especula-se que este seja um sucessor do MacBook Air, e que também pode ser voltado ao âmbito educacional. As fontes da Bloomberg ainda dizem que o MacBook provavelmente não será apresentado no evento programado para dia 27, já que esta conferência focará no novo iPad e no software que o acompanha.

Todavia, levar um renovado MacBook às salas de aula pode ser uma jogada interessante por parte da empresa da Cupertino, pois colocaria a companhia em uma certa vantagem em comparação com suas concorrentes de mercado.


(Fonte: Jessica Pinheiro - CANALTECH) - 26/03/2018
Microsoft quer usar Edge como navegador padrão para links de e-mails

A nova build 17623, que faz parte do preview “Skip Ahead”, traz mudança que irritou diversos usuários: torna o Edge o browser padrão para ler links de e-mails.

A nova build 17623 do Windows 10, que faz parte do preview “Skip Ahead”, traz uma mudança que irritou diversos usuários: o sistema abre os links de e-mails diretamente no navegador Microsoft Edge.

Segundo a Microsoft, esse recurso que torna o Edge o browser padrão para ler links de e-mails ainda está em testes para um possível lançamento na versão Redstone 5, que deve chegar ao mercado no final do ano – mas a decisão sobre a funcionalidade ainda não é final. E, de qualquer forma, a empresa ainda nem lançou o Redstone 4, também conhecido como Spring Creators Update.

Pelas novas regras, não importa qual navegador você definiu como padrão; se você usa o aplicativo básico Mail no Windows, qualquer link em que você clicar será aberto com o Edge. O Outlook aparentemente continuará abrindo links pelo navegador definido como padrão.

Aliás, como o Skip Ahead é um beta fechado do Windows 10, a maior parte dos usuários do sistema nem serão afetados por meses.

Mas qualquer mudança na ordem estabelecida das coisas irrita um determinado segmento da comunidade Windows 10, que querem os seus PCs inalterados.

Para ser justo, a Microsoft já testou algo parecido antes, quando determinou que o Edge e o Bing fossem os apps padrão para abrir os links de buscas pela assistente Cortana.

E com menos de 4% de participação, é importante dizer que o mercado se pronunciou, e contra o Edge.

Infelizmente, todo esse debate sobre o Edge virar o navegador padrão para links de e-mails acabou tirando a atenção de outras adições interessantes da Insider Build 17623, como suporte para o novo formato de imagem HEIF (High Efficiency Image File Format), retirada segura de GPUs externas e melhorias no Windows Defender Application Guard (WDAG).

Por que isso importa

Neste momento, na verdade não importa tanto. Se a Microsoft cumprir o plano no segundo semestre, então será a hora dos usuários realmente reclamarem e pedirem a retirada do recurso.

(Fonte: PC World / EUA) - 20/03/2018
YouTube fala sobre serviço exclusivo de assinatura de músicas

O chefe global de músicas do Youtube, Lyor Cohen, falou sobre a nova futura ferramenta de assinatura para músicas da plataforma. A expectativa era a de que o YouTube fosse apresentar o novo serviço na South by Southwest (SXSW), que acontece nesta semana em Austin. Embora tenha negado o lançamento, Cohen já confirmou que o serviço está em desenvolvimento e que será uma "mistura do Google Play Music com o catálogo do Youtube".



YouTube

Foto: Notícias ao Minuto / Canaltech

"Nós sabemos que estamos atrasados para esta festa. Tudo bem. Eu estou focando em trazer diversidade para a distribuição e vamos fazer isso adicionando um sistema de assinatura ao crescente negócio de propaganda do Youtube", declarou. Contudo, Cohen acredita que o YouTube tem duas vantagens em relação a concorrentes como Deezer, Spotify e Apple Music. A primeira seria a base de usuários: a rede social é a segunda mais popular em número de usuários ativos, com 1,5 bilhão segundo dados do Statista de janeiro deste ano. Outro ponto, segundo Cohen, seria a capacidade do algoritmo do YouTube em sugerir novos vídeos aos usuários de forma personalizada. "O único lugar da indústria onde se pode colocar conteúdos para empresas e diretamente para consumidores é o YouTube, e vamos usar isso", afirma.

Embora a rede social de vídeos já tenha uma opção de conteúdos por assinatura, o YouTube Red, a proposta é que este novo serviço seja focado somente em músicas, com ferramentas personalizadas para a mídia. Para Cohen, a tendência do mercado na internet está novamente voltando a conteúdos assinados ou com publicidade. "Há uma gama de conhecidos ouvintes que estão dispostos a pagar. Nós vamos convertê-los em assinantes pagos. Faremos um grande investimento para lançar um produto do qual poderemos nos orgulhar", explicou em sua palestra.

Embora tenha indicado várias das intenções para o novo serviço, a apresentação de Cohen no evento não trouxe informações objetivas como data de lançamento, margem de preço, parceiros comerciais, nem especificações de como esta plataforma de fato vai funcionar.

(Fonte: Redação) - 20/03/2018
Robôs vencem advogados em desafio de avaliação de contratos legais

Alguns dos principais advogados dos Estados Unidos entraram em uma competição contra a Inteligência Artificial e acabaram perdendo. O desafio fez parte de um teste comandado pela plataforma legal de IA LawGeex, em parceria com os professores de direito da Universidade de Stanford, da Faculdade de Direito Duke e da Universidade do Sul da Califórnia.



Inteligência Artificial advocacia

Foto: SnapMunk / Canaltech

Na competição, os participantes tiveram quatro horas para revisar cinco acordos de não divulgação, também conhecido pela sigla em inglês NDA, incluindo arbitragem, confidencialidade de relacionamento e indenização.

Os advogados "reais" atingiram uma média de precisão de 85%, enquanto os robôs alcançaram 95%. A diferença parece pouca se não considerar o fato que a Inteligência Artificial levou apenas 26 segundos para completar a tarefa, enquanto os humanos demoraram 92 minutos. Em um teste específico de um contrato, os robôs atingiram 100% de precisão e os advogados formados ficaram com o percentual de 97%.

Segundo um dos advogados envolvidos no teste, Grant Gulovsen, as tarefas concluídas pela Inteligência Artificial são parecidas com as realizadas diariamente por advogados. Erika Buell, professora clínica da Faculdade de Direito Duke, acredita que a entrada dos robôs nas atividades diárias de um advogado pode poupar tempo para que os profissionais foquem em trabalhos que exigem mais atenção humana.

"Eu acredito fortemente que estudantes de direito e advogados iniciantes precisam entender essas ferramentas de Inteligência Artificial e outras tecnologias que os ajudam a serem melhores advogados e futuramente moldar a prática legal", relata Buell.

De qualquer maneira, os pesquisadores reforçam que a tecnologia nunca vai substituir completamente a necessidade dos seres humanos nas operações legais.

(Fonte: Natalie Rosa) - 12/03/2018
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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.