Promoção feita em parceria com o PayPal dá desconto de R$3,80 em corridas iniciadas ou encerradas em estações de metrô da capital paulista.
O Uber anunciou nesta segunda-feira, 3/7, uma promoção para estimular o uso do aplicativo de forma combinada com o transporte público em São Paulo.
Realizada em parceria com o PayPal, a nova iniciativa do serviço dará descontos para quem realizar viagens com destino ou início em estações de metrô e de trem (CPTM) da capital paulista.
Pelas próximas duas semanas, quem iniciar ou encerrar uma viagem com o Uber em uma estação de metrô de SP irá ganhar um desconto de 3,80 reais, equivalente ao preço do bilhete de metrô – desde que selecione o pagamento via PayPal, é
claro (saiba mais abaixo).
A promoção é válida apenas em dias úteis e somente entre as 4h40 e 0h, horário padrão de funcionamento das estações de metrô e trem na cidade.
Como funciona
Antes de iniciar uma corrida pelo Uber, é preciso escolher o PayPal como o meio de pagamento, e então inserir o código promocional SPMOBILIDADE. Feito isso, é só aproveitar o desconto de 3,80 reais, válido para todas as modalidades do
Uber: uber POOL, uberX, UberSELECT ou UberBLACK.
Vale notar que o desconto poderá ser usado até quatro vezes por cada usuário durante essas duas semanas de promoção.
PayPal
Caso não possua uma conta PayPal, é possível criar uma de forma rápida no site da plataforma de pagamentos. Mais infos em: http://paypal.com.br/
Aplicativo recebe uma aba de conversas que faz da plataforma de vídeos uma nova opção para troca de mensagens
O YouTube revelou nesta semana uma nova ferramenta de compartilhamento, que chega primeiro aos usuários da América Latina.
Na prática, a novidade cria uma aba de conversas que faz da plataforma de vídeos um novo aplicativo de mensagens, como aqueles que você já deve ter se acostumado a usar - WhatsApp, Messenger e Hangouts, para citar alguns.
Além de conversar com seus amigos, o recurso permite enviar vídeos diretamente a partir do app do YouTube, comentar algum vídeo compartilhado e convidar outras pessoas para palpitarem.
Para iniciar uma conversa, basta enviar um vídeo a um de seus contatos. É possível enviar vídeos a um destinatário ou a vários deles. Grupos têm o limite de até 30 integrantes, um número bem sociável e que pode gerar confusões na
comunicação, convenhamos.
Vale dizer que antes de poder se tornar um contato apto a papear e trocar vídeos no YouTube, o usuário tem de autorizar o funcionamento do recurso.
De acordo com a empresa, a novidade estará disponível nas próximas semanas para aparelhos Android e iOS.
Chamado de Access, relógio inteligente roda a plataforma Android Wear e é compatível com aparelhos Android e iOS.
A fabricante de luxo Michael Kors anunciou nesta semana o lançamento no Brasil do seu primeiro relógio inteligente.
Chamado de Access, o smartwatch da empresa chega ao mercado brasileiro com preço sugerido de 3 mil reais e está à venda no site e em algumas lojas da rede Monte Carlo.
Disponível em quatro versões diferentes, o novo relógio da Michael Kors traz roda a plataforma Android Wear e é compatível com smartphones Android e iPhones.
Os recursos do gadget incluem recarga sem fio, possibilidade de personalizar a tela, visualizações de notificações, integração com apps como Uber e Instagram e suporte para comandos de voz, entre outros.
A transformação digital dos negócios é um tema que está em evidência neste momento no varejo brasileiro. Tecnologias e aplicativos surgiram nos últimos anos para proporcionar aos consumidores novas experiências de compra. Ávidos por mais
conveniência no consumo dos produtos e marcas que gostam, eles aderiram rapidamente a essas tecnologias. Em outras palavras, o consumidor está cada vez mais digital.
E para atender as expectativas deste cliente as empresas também precisam se adaptar. Aquelas que não se desafiarem a entender essas movimentações no comportamento do consumidor e buscarem estabelecer uma cultura digital nos seus negócios
correrão o risco de não falarem a mesma língua deste novo cliente, e vão acabar se desconectando deles. E este caminho passa certamente pela inovação tecnológica.
Foi a inovação tecnológica que trouxe mais conveniência para o consumidor. Pense como era usar um serviço de táxi há alguns anos. Ligar para a cooperativa, ficar esperando o carro sem saber se chegaria na hora e local marcado, explicar o
endereço sem saber se o motorista estava usando o caminho mais econômico e seguro, e ainda ter de pagar em dinheiro, pois o taxi não aceitava cartão de crédito.
Depois do Uber, que inovou a experiência do transporte urbano, ninguém mais quer voltar a ligar para a cooperativa. Chamar o táxi pelo app, ver quanto tempo vai levar e acompanhar o exato momento em que ele está chegando, nem precisar
explicar o endereço e descer do táxi sem precisar efetuar o pagamento no fim da corrida, é o ápice da conveniência. Quem é que quer ligar para a cooperativa? Se é que podemos dizer assim, agora o cliente consome o táxi digitalmente.
Podemos dizer que a barra da experiência subiu. Ficou muito mais conveniente.
Para constatar ainda mais esse movimento de digitalização do consumidor, basta olhar alguns indicadores do varejo online. A modalidade já representa 11% do total de vendas do varejo nos Estados Unidos e influencia 56% das transações,
segundo a consultoria Forrester. A previsão é que esse número chegue a 59% em 2018. Até mesmo dentro das lojas físicas 42% das pessoas estão buscando informações pelo smartphone, segundo estudos do Google, Ipsos MediaCT e a Sterling
Brands. No Brasil, expectativa é que, este ano, o e-commerce tenha alta em torno de 10% a 15%, após encerrar 2016 com crescimento previsto de 8% nas contas do Ebit, e de 11% segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio
Eletrônico).
Ou seja, o consumidor usa seu dispositivo móvel tanto para comprar quanto para buscar mais informações sobre os produtos que ele prefere comprar na loja física. Mas então, o que uma empresa deve fazer para se manter na vanguarda, atuar
nesse varejo sem fronteiras e garantir a satisfação do consumidor?
O primeiro passo é se abrir para a cultura digital. Os principais responsáveis por essa transformação são os próprios líderes da companhia, já que têm o papel de identificar oportunidades e facilitar a adoção de novas tecnologias,
levando a mudança de cultura a todos os níveis da empresa. Isso se inicia quando o corpo diretivo entende que é possível para um varejista tradicional, que foi bem-sucedido no mercado físico, oferecer novas e melhores experiências para
seus consumidores, continuar se relacionando com eles a todo momento e mantê-los fidelizados usando também o canal digital.
E mais do que isso, ter uma estratégia digital abre novos mercados para o varejista. Afinal, hoje, uma loja online pode alcançar clientes até do outro lado do mundo. É claro que por traz deste universo existe todo um trabalho operacional
que envolve uma estrutura de processos e capacitação de pessoas muito bem orquestrada para que o cliente tenha uma experiência fluida. A organização deve se familiarizar com a dinâmica do comércio digital, assimilar as estratégias e
metodologias para a geração de novas oportunidades e entender o funcionamento dos meios digitais para marcar presença na vida do cliente e ser encontrada a todo momento.
Ah, mas isso é muito complicado!!, alguns poderão dizer. Em verdade não é não. A iniciação de uma empresa na cultura digital pode ser feita em etapas, combinando progressivamente a adoção de tecnologias, adequação de processos e
treinamento de equipes para alcançar este cliente cada vez mais exigente, conectado e com altas expectativas. Iniciativas com escopo bem objetivo e aplicadas em um conjunto menor de clientes e lojas, permitirão avaliar o impacto das
estratégias digitais sem provocar alterações em larga escala na empresa. É um processo de aprender, adaptar e expandir na medida em que se vai conhecendo o comportamento e as respostas do cliente, e tornando sua experiência de compra
mais simples e encantadora.
É realmente um desafio mudar o pensamento e a cultura das empresas quanto aos benefícios da abordagem multicanal. Toda mudança é cercada por dúvidas e desconforto, mas quando isso é realizado com planejamento e apoiado pelas tecnologias
corretas, a satisfação – em todos os níveis - é garantida e os resultados cada vez mais positivos.
Plataforma responde à perguntas, detalha benefícios personalizados e oferece promoções diretamente na página do Facebook da companhia
O uso de bots por grande operadoras de cartão de crédito e de outros serviços financeiros tem se tornado uma alternativa mais ágil para o atendimento aos clientes. A Visa Brasil é mais uma companhia que desenvolveu o recurso para
integrá-lo a sua página no Facebook.
Para utilizar o recurso de conversação, é preciso acessar a página da Visa no Facebook e, então, iniciar um bate-papo no aplicativo de celular ou no navegador.
Segundo a companhia, o bot é capaz de responder até 90% das questões mais corriqueiras dos usuários sem recorrer à ajuda de humanos. Além disso, o recurso foi projetado para oferecer serviços agregados. Ao informar os seis primeiros
dígitos do cartão Visa, a ferramenta apresenta os benefícios atrelados e mostra ofertas e promoções, como informações sobre seguros viagem, restaurantes que fazem parte da parceria com o Restorando e novas ofertas do programa Vai de
Visa.
“Estamos cada vez mais nos posicionando como empresa protagonista de inovação da indústria de meios de pagamentos, sendo que a comunicação e o atendimento ao portador também têm que refletir esse nosso compromisso", explica o vice-
presidente de marketing da Visa, Sergio Giorgetti.
“Esse é o terceiro projeto envolvendo machine learning que lançamos esse ano – já temos o bot do programa de educação financeira Finanças Práticas e o que desenvolvemos em parceria com o ShopFácil.com, no qual é possível comprar produtos
nesta plataforma de conversação. A ideia é continuar investindo nesta solução, com a inclusão do Visa Checkout e a tecnologia necessária para a conexão com bots de emissores, estabelecimentos comerciais e demais parceiros”, completa.







