Telhas vêm em quatro versões que escondem células fotovoltaicas. Elon Musk não confirmou valores do novo produto, mas disse que não custaria mais que uma telha tradicional
O CEO da Tesla, Elon Musk, anunciou que sua empresa começará a receber pedidos em abril para o seu mais recente produto: telhas que são mais resistentes do que revestimentos tradicionais e que permitem tornar edifícios sustentáveis em relação ao consumo de energia.
Em outubro passado, a Tesla apresentou quatro diferentes telhas solares que a companhia planeja amarrar a sua fabricação e vendas de baterias domésticas e comerciais. As telhas conseguem gerar energia, as baterias armazenam e esta eletricidade fica disponível para alimentar os recursos de uma casa/escritório assim como carregar o seu carro elétrico, seja ele um modelo da própria Tesla ou não.
As telhas começam a ser vendidas em massa neste trimestre, começando com a telha que a empresa espera ser a mais popular. Esta versão será seguida de sua próxima no próximo trimestre e assim por diante.
Os novos produtos estão sendo fabricados pela SolarCity, comprada pela Tesla no ano passado, e serão vendidos pela Tesla Energy, uma subsidiária da Tesla, que também vende seus sistemas de baterias domésticas/empresariais.
As novas telhas terão quatro diferenciações em relação ao tipo de material: Ardósia, Toscano, Liso e Texturizada. Musk explicou que só dá para perceber que tratam-se de células fotovoltaicas de captação se o indivíduo olhar de cima; logo o ângulo de visão da rua esconde os componentes, dando a ilusão que se tratam de telhas comuns. As novas telhas devem chegar a uma vida útil de 50 anos, disse o executivo.
E mais importante ainda, Musk disse que as telhas terão 98% de eficiência quando comparadas a um telhado solar tradicional e que elas produzirão quase a mesma quantidade de energia por centímetro quadrado.
Musk não divulgou o valor das telhas ainda. Mas em reunião com acionistas em novembro, o empresário disse que os custos das telhas iriam variar "obviamente de acordo com o tamanho da casa e da dificuldade da instalação". Mas ressaltou que quando comparada com um telhado convencional, a nova tecnologia custaria um pouco menos que um telhado tradicional. "A eletricidade é apenas um bônus", disse.
Vale ressaltar que os painéis solares da Tesla/Solar City terão como alvo casas com telhados novos ou já instalados, enquanto as telhas solares serão focadas em novas construções ou projetos de reformas de telhados.
“No início, carros elétricos não eram bonitos, eles não tinham uma boa performance, eles eram como um carrinho de golf. Então, as pessoas tinham dificuldade em comprar carros elétricos. Algo semelhante precisa acontecer com a energia solar. Nós precisamos produzir painéis solares que sejam tão atraentes como os carros se tornaram”, disse Musk na ocasião da apresentação das novas telhas.
Com parceria, consumidores poderão gerar ou resgatar pontos Zimp nas máquinas de pagamentos e em cartões da Rede Pay
A empresa de pagamentos Rede Pay adquiriu o programa brasileiro de fidelidade Zimp. Detalhes sobre valores da transação não foram informados.
Lançado no ano passado, o programa de recompensas permite o acúmulo de pontos em e-commerces brasileiros de uma forma mais direta e transparente, tendo em vista que cada ponto vale 1 real e os pontos não têm prazo para expirar. A iniciativa é criação dos empreendedores Julia Canalini (CEO), Sérgio Keller (CMO) e Luan Muniz Teixeira (CTO).
Para pontuar no Zimp, o cliente precisa se cadastrar no site e se conectar às lojas online por meio do mesmo. A partir daí, as compras realizadas em parceiros contam para pontuação no programa. O resgate dos pontos também é feito diretamente pelo site.
“Para o consumidor, o valor de seu ponto é transparente, não há prazo para resgate e o processo é simples, tornando a experiência do uso próxima a do dinheiro. Já para o lojista o programa oferece risco zero/baixo risco, uma vez que é baseado em performance: não existem custos indiretos como taxa de adesão, mensalidade, licença ou taxa de instalação, não tem o risco do seu investimento ser perdido com expiração e só paga os pontos quando efetua a venda. Isto significa que a Zimp só ganha se o lojista ganhar”, explica a startup.
Agora, com a nova parceria com a Rede Pay, todo ecossistema de pagamentos da companhia poderá operar gerando créditos e resgate de pontos Zimp, no varejo online, mobile e offline.
“Com o Zimp, avançamos em nosso propósito de construir um ecossistema integrado de pagamentos, que inclui em uma mesma operação Point of Sales (POS), TEF, Mobile e E-commerce”, explica Sallen Moraes, fundador da Rede Pay.
De acordo com a CEO Julia Canalini, mesmo com a aquisição, a Zimp ainda mantém autonomia para decisões estratégicas.
“Para todas as decisões estratégicas vamos envolver todos os sócios. Porém para o dia a dia temos liberdade total para tocar o negócio. Se de um lado, a Rede Pay quer estimular o uso dos seus cartões e POS com o Zimp, de outro o Zimp ganha um potencial de milhões de usuários da noite para o dia", avalia Julia.
Segundo a Zimp, o processo de integração da plataforma ao sistema da Rede Pay está avançando rapidamente. Com ela, o consumidor poderá gerar ou resgatar pontos Zimp nas máquinas de pagamentos e em cartões da Rede Pay. Também será possível realizar operações de cash back, ou seja, resgatar os pontos Zimp em dinheiro, também por meio da rede credenciada à Rede Pay.

Companhia entregou pacote durante conferência anual MARS 2017, que reúne convidados para discutir temas como machine learning e automação
A Amazon revelou que seu programa Prime Air - que usa drones para automatizar entregas - conseguiu com sucesso fazer sua primeira entrega em público nos Estados Unidos nesta semana.
A companhia usou um de seus veículos para entregar um pacote com filtros solares na MARS 2017, conferência anual da Amazon restrita a convidados e que debate a evolução de tecnologias emergentes como machine learning, robótica, automação
e exploração espacial. A entrega foi feita em Palm Springs, Califórnia, na última segunda-feira.
A gigante da internet tem testado drones para tais fins há alguns anos, mas devido a restrições referentes a regulamentação não tinha conseguido concluir um voo nos Estados Unidos em área privada até então. Segundo a companhia, a entrega
desta segunda-feira foi conduzida com a assistência da FAA, agência de aviação americana.
Vale ressaltar que mesmo que a Amazon avance em relação à automação das entregas, a companhia ainda enfrenta a aprovação regulatória para fazer delas uma unidade importante de seus negócios. O uso comercial de drones é proibido nos
Estados Unidos e a empresa já se queixou que o sistema regulatório do país é muito lento para se adaptar a modelos inovadores.
No ano passado, a Amazon comemorou a primeira entrega comercial de um pacote no Reino Unido, onde as
regras para teste com os veículos autônomos aéreos é mais flexível.
Em todo caso, a nova entrega pública reforça que a companhia está cada vez mais próxima de atingir o objetivo do Prime Air: entregar itens da varejista dentro de um prazo de 30 minutos.
O sinal de TV analógico será desligado em São Paulo e em 38 municípios da região metropolitana na próxima quarta-feira (29). Balanço parcial da Seja Digital, entidade responsável pela condução do processo de digitalização do sinal de TV,
mostra que cerca de 1 milhão de kits com conversor e antena, dos 1,8 milhão disponíveis, foram entregues a pessoas inscritas nos programas sociais do governo federal. A entidade espera que o nível de digitalização chegue a pelo menos 93%
para que o sinal seja de fato desligado. Uma pesquisa, feita dois dias antes do prazo, indicará o percentual.
Teresinha Borba, 70 anos, não vai precisar fazer a mudança, pois há dois anos ela ganhou da filha uma TV digital. "O sinal é ótimo. Não tem problema nenhum", relatou a aposentada que mora na Vila das Mercês, na zona sul da cidade. Ao
visitar a exposição Vila Digital, no prédio dos Correios, Teresinha sorriu ao lembrar que é mais velha do que a própria televisão. "No meu tempo só tinha radinho. E demorou um bocado para a gente ter uma TV. Ela era pequenininha, mas os
vizinhos todos iam assistir lá em casa", contou.
Cecília Zanotti, gerente regional da Seja Digital, destacou que a digitalização de São Paulo é alta, com 86% dos domicílios adaptados ao novo sinal. Apesar do percentual, um grande volume de pessoas ainda tem TV de tubo. É o caso de
Eldenias Xavier, 68 anos, que foi buscar, na última quarta-feira (22), o kit nos Correios. "Recebi a carta, liguei no número que mandaram e vim aqui buscar". Ela disse ainda que, se tivesse que comprar, o custo seria alto para a família.
"Perto de casa, eu vi de R$ 200. Vi gente reclamando que não vai receber. Acho que, se mudaram, deviam dar para todo mundo", sugeriu.
Cronograma
A primeira cidade que teve o sinal analógico desligado foi Rio Verde, em Goiás, como um piloto da operação. Em seguida, vieram Brasília e cidades do entorno. "Em Rio Verde, 30 dias depois do desligamento, uma pesquisa mostrou que 98% dos
domicílios estavam digitalizados. Com o aprendizado, fizemos uma capital, foram 4 milhões de pessoas afetadas. Sessenta dias depois, chegamos a 98,4% dos domicílios digitalizados. Foi acumulada muita experiência", afirmou Cecília. Os
kits para os beneficiários dos programas sociais continuam até 45 dias depois de desligado o sinal.
As próximas cidades a terem o sinal desligado ficam no entorno de Goiânia. A previsão é o dia 31 de maio. Em julho, será a vez da região metropolitana de quatro capitais: Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte e Recife. Também para a data
de 26 de julho estão previstas as cidades cearenses de Sobral e Juazeiro do Norte. Em setembro, o sinal deve ser desligado em cidades do interior paulista: Campinas, Franca, Ribeirão Preto, Santos e municípios da região do Vale do
Paraíba. Em outubro, serão o Rio de Janeiro e Vitória.
Distribuição
Para saber se tem direito ao kit gratuito, o beneficiário de programas sociais do governo federal deve acessar o site da Seja Digital e informar o Número de Identificação Social (NIS) ou CPF para fazer uma busca no sistema. A informação
também pode ser obtida pelo telefone 147. A distribuição do kit na região metropolitana de São Paulo continuará mesmo depois do sinal desligado por pelo menos 45 dias.
Cerca de 1 milhão de kits com conversor e antena, dos 1,8 milhão disponíveis, foram entregues a pessoas inscritas nos programas sociais do governo federal
Foto: Agência Brasil
Cisco Umbrella, serviço de segurança na nuvem, oferece proteção até quando os usuários estão fora da VPN
A Cisco acaba de anunciar o primeiro gateway seguro de internet (SIG, na sigla em inglês) em nuvem. Batizado de Cisco Umbrella, o serviço oferece proteção de dados dentro e fora da rede corporativa. De acordo com a empresa, ele opera como uma plataforma em nuvem que, além de interromper ataques emergentes em todas as entradas e protocolos para uma cobertura mais abrangente, também bloqueia o acesso a domínios, URLs e IPs antes que a conexão seja estabelecida ou um arquivo baixado.
O especialista em segurança da Cisco Brasil, Fernando Zamai, observa que o mercado corporativo luta e investe fortemente para se proteger nesse novo paradigma de trabalho, e maioria das empresas depende muito da utilização da rede privada virtual (VPN) no endpoint. Mas ressalta que, de acordo com IDC, 82% dos trabalhadores móveis admitem não usar sempre a VPN. Outros dependem de soluções de inspeção web em appliances combinadas com agentes de redirecionamento instalados nas estações, criando complexidade e latência
“Como boa parte dos arquivos é direcionada ao endpoint torna-se importante cobrir todas as entradas e protocolos a fim de garantir uma rede segura que cubra 100%do tráfego”, destaca Zamai. Segundo ele, a segurança avançada e efetiva do Cisco Umbrella não requer nenhuma complexidade operacional. Por ser executado na nuvem, não é necessário instalar hardware nem software.
“A maioria dos nossos clientes não trabalha de uma única localização. Muitos estão em casa, cafeterias, escritórios dos clientes, hotéis ou aeroportos e, independentemente de onde trabalhem, os dados precisam estar protegidos”, afirma Zamai.
As organizações podem prover proteção completa para todos os dispositivos dentro e fora da rede, incluindo “Internet das Coisas”, em minutos e ainda aproveitar do investimento já realizado numa infraestrutura Cisco — AnyConnec, ISR4000 e os controladores WLAN — que facilmente apontam o tráfego Internet para a nuvem Cisco Umbrella reduzindo ainda mais a complexidade operacional.
Entre os recursos do Cisco Umbrella estão a visibilidade necessária para proteger o acesso à internet em todos os dispositivos da rede, escritórios e usuários remotos, inteligência para bloquear ataques antes que eles comecem — a empresa afirma que o Cisco Umbrella resolve mais de 100 bilhões de pedidos para internet todos os dias e correlaciona esses dados com mais de 11 bilhões de eventos do histórico.
Ainda segundo a empresa, é possível integrar o Cisco Umbrella a sistemas existentes incluindo aplicações de segurança, plataformas, feeds de inteligência e ferramentas internas personalizadas que permitem aos usuários expandirem proteção para dispositivos e localizações além do perímetro. Além disso, permite descobrir e controlar aplicativos Software-as-a-Service (SaaS) — Cisco Umbrella, junto com o Cloud Lock, permite que organizações descubram e controlem dados sensíveis em aplicativos SaaS dentro e fora da rede, e conectividade confiável e rápida para uma ótima experiência do consumidor.







