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Notícias na 25 de março

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Rico tem mais computador do que DVD em casa, segundo pesquisa

Há mais computadores do que DVDs na casa do consumidor de alta renda, aquele que ganha mais de dez salários mínimos por mês, segundo critério de renda da maioria das consultorias. Entre os menos abastados da chamada classe C, que recebem entre quatro e dez salários, a situação é inversa.

Pesquisa disponível pelo Target Group Index, serviço da empresa Ibope Mídia, mostra que 71% das casas das classes mais altas têm o PC para uso doméstico, segundo dados coletados de agosto de 2004 a julho de 2005. Nos 12 meses imediatamente anteriores, a taxa estava em 68%. Resultado superior ao registrado para o substituto do videocassete. O DVD aparece com índice de penetração de 61% e 41%, nos dois períodos analisados, respectivamente.

Na avaliação de Denis Gaia, analista de PCs da IDC Brasil, empresa de consultoria da área, o equipamento de informática está à venda no mercado brasileiro há anos e alcançou um nível maior de maturidade se comparado ao DVD. "Estamos falando de Brasil e, nesse caso, há uma classe média que tem o videocassete em casa ainda, já que essa troca pelo DVD é mais recente. Porém, já tem o computador há anos", explica ele.

A base instalada de computadores no Brasil é de 18 milhões de unidades.
No caso da chamada classe C, que pelos institutos de pesquisa é identificada como classe média baixa, 19% tinham o computador em meados do ano passado. Quanto ao DVD, a taxa era maior e atingia 23%. Detalhe: o índice deu um salto, já que no ano anterior chegava a 9%.

Na avaliação de Renato Meirelles, diretor do Data Popular, consultoria especializada na análise de classes de menor poder aquisitivo, os recentes ganhos de renda dos menos endinheirados foi parar na compra de bens duráveis de menor valor. Isso explica o bom resultado do DVD na classe C. Além disso, o preço do DVD é inferior ao do PC e essa é uma compra de lazer, com apelo fácil entre o público.

"O DVD "dialoga" com a família toda, mas o computador, não", completa ele.

(Fonte: ADRIANA MATTOS da Folha de S.Paulo) - 12/02/2006
Aprenda a gerenciar e proteger senhas usadas on-line

Em tempos de muita oferta de serviços on-line, fica fácil colecionar uma porção de senhas --um internauta precisa de pelo

menos três destas combinações para realizar, via computador, tarefas de seu cotidiano. Some a esta diversidade o fato de as

senhas não poderem ser anotadas, e o que se tem é a receita perfeita para a confusão ou até mesmo esquecimento.
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Como não dá para viver sem elas, o importante é saber protegê-las e gerenciá-las; só assim é possível evitar acessos

indevidos ou a irritação de não conseguir se logar em sua própria máquina.

Confira algumas dicas dadas por especialistas em segurança que podem ajudar a evitar problemas deste tipo.

Segurança

-- Tenha pelo menos três senhas divididas em "grupos": lazer, trabalho e banco.

-- Troque-as mensalmente.

-- Crie senhas longas.

-- Varie ao máximo o tipo de caractere: use símbolos, letras e números.

-- Quando só puder usar números, faça combinações pouco prováveis --junte seu ano de nascimento com os dígitos da placa do

carro, por exemplo.

-- Não escolha palavras existentes em dicionários --piratas virtuais usam softwares específicos para adivinhá-las.

-- Se quiser usar palavras, escreva-as de forma errada (substitua a letra "a" por "@", por exemplo).

-- Nunca anote suas senhas, e só as compartilhe quando extremamente necessário (caso de marido e mulher).


Gerenciamento

-- Para não se esquecer de sua senha, crie uma combinação "raiz" e faça variações baseadas nela. A "raiz" pode ser formada

por letras ou números.

Exemplo:
-- A palavra "raiz" é "mist&rio" (substitua sempre uma letra do termo original).
-- Para cada tipo de serviço, acrescente outros dígitos. Desta forma, a senha no trabalho pode ser " mist&rio31", enquanto o

acesso ao webmail é "mist&rio62".
-- No mês seguinte, as combinações podem ser trocadas para "s&gr&do31" e "s&gr&do62".

(Fonte: JULIANA CARPANEZ Folha Online) - 05/02/2006
Pesquisa aponta o brasileiro como o internauta mais namorador

São Paulo - A empresa de pesquisas Global Market Insite(GMI), completou a primeira versão da Pesquisa do Amor, estudo sobre o

comportamento e a opinião dos internautas no Brasil e no mundo quanto aos relacionamentos virtuais. Entre os mais de 17,5 mil

entrevistados em 18 países, os brasileiros apareceram como os que mais buscam relações casuais com intenção sexual. Atrás

deles, os alemães. Em terceiro lugar, os mexicanos. Por último os poloneses.

Em outro tópico do estudo os internautas do Brasil também se mostraram mais abertos sobre sua opção sexual. Apenas 1% dos

entrevistados no país não responderam. Entre os que o fizeram 95% se disseram heterossexuais, 2% assumiram a sua

homossexualidade e 2% se declararam bissexuais.

No total, o estudo envolveu 17,5 mil homens e mulheres de 18 a 64 anos, da Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China,

Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Índia, Inglaterra, Japão, Malásia, México, Polônia e Rússia.

Todos fazem parte do painel de consumidores da GMI na web, resultando em um grande banco de informações.

Os internautas brasileiros entrevistados alcançaram o maior índice de relacionamento casual com intenção sexual online de

toda pesquisa: 29% admitem buscar esse tipo de relação. Por outro lado, 32% preferem ir atrás de namoros sérios e duradouros

- pelo menos 9% sonham em conseguir um relacionamento verdadeiramente sério como o casamento.

Já entre os alemães entrevistados, que seguem os brasileiros quando o assunto é namoro casual/sexual, 24% admitem que a

internet seja o seu veículo para encontrar parceiros. Os indianos andam mais ou menos por perto: 22% confessam o mesmo. A

prática, no entanto, não cativa os poloneses. Nesta questão, eles estão no final da lista com 86% negando o uso da internet

para esse fim.

Pelo que se detecta no estudo, no Brasil a população virtual é bem sucedida no namoro virtual: 59% já tiveram êxito em

relacionamentos online; apenas 9% responderam que não. Quando o foco da pesquisa cai no tema traição, a maioria dos

brasileiros (56%) considera os relacionamentos online ou de sexo virtual como tal. Quando perguntados se já traíram alguém

pela internet, 32% deles afirmaram que sim. Mas nesse ponto perdem de leve para os internautas da Malásia, pois 33% afirmam

trair pela internet. Os mais fiéis aqui são os holandeses: apenas 9% dizem ter traído pela rede.

Coincidindo com o resto dos países incluídos no estudo, a maioria dos brasileiros (80%) acredita que os candidatos a

namorado/a se descrevem fantasiosamente quando paqueram online. Dois terços de todos entrevistados afirmam que namoram pela

internet de alguma forma. Para 45% de todos os entrevistados, o namoro virtual é importante e pelo menos 46% acertou em seus

namoros virtuais.

(Fonte: Estadão) - 05/02/2006
Preço de material escolar varia 1.069% na internet

Uma comparação de preços feito no site BuscaPé mostra que o preço de material escolar --produtos bastante comprados nesta

época do ano-- pode variar até 1.069%.

Esta diferença, diz a página, refere-se a uma caixa de lápis de cor Faber Castell. O preço variou de R$ 5,90 a R$ 69. Em

segundo lugar na lista dos "disparates" ficou uma lapiseira Pentel, com variação de 681% --o preço mais baixo encontrado foi

R$ 3,19, enquanto o mais caro ficou em R$ 24,90.

"É fundamental fazer uma rápida pesquisa de preços antes da compra de qualquer material escolar, pois a economia pode ser

grande", afirma Romero Rodrigues, diretor do site.

Os dez itens da categoria "material escolar" mais procurados são (nesta ordem): caderno, fichário, agenda, caneta, lapiseira,

estojo, lancheira, lápis de cor, cola e grampeador.

(Fonte: da Folha Online) - 30/01/2006
Internautas preferem músicas piratas, diz estudo

Os internautas da Europa ainda preferem sites ou programas de troca de arquivo a lojas virtuais de música na hora de baixar

canções. Segundo um estudo da Jupiter Research, 15% dos usuários europeus optam pelas redes P2P (peer-to-peer) --que ignoram

os direitos autorais-- enquanto 5% deles compram músicas em sites como iTunes e Napster.

Mark Mulligan, analista da companhia, reconhece que serviços como aquele oferecido pela loja virtual da Apple (iTunes)

popularizaram a aquisição de arquivos legais de música. No entanto, afirma que os sites e programas de troca de arquivo

vieram para ficar.

"É um comportamento que já está enraizado e o fato de essas músicas serem gratuitas torna ainda mais difícil reduzir o uso

dessas páginas."

A afirmação é comprovada por informações da pesquisa: ela indica que os usuários jovens não vêem problemas em adquirir

músicas ilegalmente. Cerca de 43% dos entrevistados deste grupo prefere copiar CDs do que comprá-los e 40% dizem que os CDs

não valem o que eles custam.

(Fonte: da Folha Online) - 30/01/2006
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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.