A edição impressa de março da revista da Wired traz em sua capa uma imagem de Mark Zuckerberg com o rosto machucado e cheio de hematomas. Pelas mão do artista Jake Rowland, a imagem foi desenvolvida com o intuito de retratar os golpes que Zuckerberg anda levando de seus críticos, principalmente no que tange à polêmica sobre o papel que o Facebook teve na eleição de Trump.
Zuckerberg sofrido
Foto: Wired / Canaltech
Para quem não lembra, contas falsas russas compraram mais de US$ 100 mil em anúncios na rede social e veicularam desinformação para facilitar a eleição do então presidente dos Estados Unidos da América.
Entretanto, o machucado mas não vencido Zuckerberg está correndo para amenizar o prejuízo, e firmou parceria com duas iniciativas brasileiras para prevenir o compartilhamento endêmico de notícias inverídicas e seus catastróficos
desdobramentos.
O primeiro dos projetos brazucas apoiados pelo titio Zuck é o Vaza, Falsiane! , desenvolvido por Leonardo Sakamoto, Rodrigo Ratier e Ivan Paganotti. Com nome engraçadinho, trata-se de um curso gratuito e aberto que incentiva a adoção de posturas mais críticas na hora de compartilhar conteúdos nas redes sociais.
O segundo projeto a receber o apoio do Facebook é o chatbot Fátima, que deve atuar no Messenger, alertando os usuários da rede social a validar as informações por eles mesmos, incentivando a pesquisa de tópicos de forma mais aprofundada.
Vale lembrar que a preocupação de Zuckerberg em relação ao Brasil deve ser redobrada devido às eleições presidenciais que ocorrerão neste ano.
Lembra quando a Apple mostrou o iPhone X e todo mundo torceu o nariz e fez cara feia para o notch, aquele detalhe de design que ocupa a parte superior da frente do smartphone? Pois é. Se você foi um dos que reclamou disso, se prepare: parece que todos os iPhones a serem lançados em 2018 virão com aquela esquisitice.
Apesar de não ter falado especificamente sobre essa decisão, a Apple informou aos desenvolvedores que, a partir de abril deste ano, todos os apps disponibilizados na App Store terão de oferecer suporte às telas com notch.A determinação surge depois de a empresa ter definido diretrizes emergenciais de design para os devs adequarem suas soluções tanto para o iPhone 8 quanto para o iPhone X. Com a liberação de novas diretrizes, ideia óbvia da Maçã é garantir que todos os aplicativos funcionem adequadamente independentemente do iPhone em que rodarem.
Por outro lado, já há especulações de que a unificação dessas diretrizes é, na verdade, uma antecipação aos modelos de iPhone que serão anunciados neste ano — todos supostamente contando com tela com notch, como o iPhone X.
Aviso da Apple enviado a todos os desenvolvedores que têm apps publicados na App Store (Imagem: Reprodução/9to5mac)
Foto: Canaltech
Por enquanto a Apple só exigirá a compatibilidade de novos aplicativos. A movimento natural, entretanto, é que a companhia passe a exigir isso de todos os apps em um futuro próximo, independentemente de eles serem calouros ou veteranos de guerra na App Store.
Pensando na segurança de seus usuários, o Google Maps conta com um recurso de compartilhamento da localização em tempo real.
Com a função, seus amigos e familiares conseguem acompanhar o seu trajeto durante um tempo pré-determinado, garantindo a sua segurança até a chegada ao destino.
Veja como compartilhar a sua localização em tempo real no Google Maps pelo Android ou iOS:
Primeiramente, você precisa adicionar o Gmail na sua lista de contatos do Google;
Agora, no app, faça o seu login e toque no menu de três listras;
Lá, acesse "Compartilhamento de local" e, em seguida, "Adicionar pessoas";
Defina por quanto tempo a localização ficará disponível e pressione "Selecionar pessoas";
Escolha o contato desejado e toque em "Compartilhar".
Caso a pessoa não esteja em seus contatos, você ainda pode criar um link manualmente. Em "Compartilhamento de local" >
"Adicionar pessoas", toque em "Mais" e, na sequência, em "Copiar para a área de transferência" ou só "Copiar", no caso do iOS;
Agora, com o link copiado, envie para a pessoa escolhida pelo seu mensageiro preferido, por SMS ou por email.
Compartilhamento feito no iOS
Foto: Canaltech
Se precisar, você pode cancelar a ação quando quiser. O tempo máximo de compartilhamento em tempo real é de 72 horas.
Embora o Snap Map, do Snapchat, não tenha conquistado uma grande base de usuários, a companhia por trás do serviço está ampliando as suas funcionalidades por meio de uma versão online da ferramenta, possibilitando a visualização de publicações com geolocalização em um mapa interativo que pode ser acessado a partir de qualquer navegador.
Ao acessar a página do Snap Map, é possível realizar buscas por endereços e regiões específicas do mundo todo. Assim que um local é visualizado, todas as fotos e vídeos públicos podem ser conferidos por meio de um sistema de mapa de calor (heat map), indicando a densidadde de postagens nos diferentes locais, e através bolhas, que exibem os posts com maior número de visualizações.
À primeira vista, a ferramenta online parece ser muito útil para que os usuários saibam o quais tipos de eventos estão ocorrendo nos arredores dos mais diversos locais, sendo interessante também para que empresas de publicidade verifiquem as principais atividades dos usuários, direcionando melhor os tipos de conteúdos de acordo com os interesses locais.
Foto: Canaltech
O Snap Map também conta com a função de compartilhamento, em que é possível enviar para outras pessoas mapas de locais especificos, e o recurso de incorporar a ferramenta em sites de códigos em HTML.
Para proteger a privacidade de seus usuários, o Snapchat reiterou que só exibirá conteúdos que forem sinalizados como públicos nesta versão online da ferramenta.
O Snap Map online pode ser acessado por meio deste link . O Snapchat está disponível nas plataformas mobile Android e iOS.
Conversamos com jovens que trocaram de profissão para se dedicarem ao aquecido mercado da TI
Insatisfação com o emprego atual, busca por melhores salários, mais motivação ou apenas mais qualidade de vida. Esses são
alguns dos fatores que fazem com que muitas pessoas decidam mudar de profissão.
E, em um cenário de 13 milhões de desempregados no Brasil, no qual o número de profissionais capacitados para ocupar as vagas
demandadas pela área de TI é insuficiente, muitos profissionais têm mudado de carreira para se especializar no setor de
tecnologia.
Gabriel Santos, por exemplo, foi montador de caminhões na Mercedes Benz durante dois anos e se tornou consultor em CRM e
analista de BI na startup Canal da Peça. Depois de tomar gosto por programação em um curso técnico em eletrônica, o jovem de
23 anos decidiu ingressar na faculdade de TI/banco de dados e conseguiu um estágio no marketplace de peças automotivas. Um
ano depois, em 2017, tornou-se administrador de plataforma da Salesforce.
Consciente da rápida e constante evolução da área, Santos pretendo fazer uma pós-graduação relacionada à gestão. “Sempre tive
perfil técnico, mas é fundamental se adaptar à atual demanda, que pede especialização na gestão de negócios”, comenta,
acrescentando que, com dedicação é possível aprender qualquer coisa, independentemente da área.
Nova visão da TI
Bruno Cesar Alvarenga, analista de TI júnior da fabricante de fertilizantes Yara Brasil, concorda que o profissional hoje
deve estar atento às tendências de mercado e ressalta a importância de se ter uma nova visão da TI.
“Me formei no ano passado e muitos que fizeram faculdade comigo tinham essa visão antiga de que a TI era somente uma área
técnica e não estratégica aos negócios. Ao mesmo tempo, muitas empresas também não querem mudar sua cultura”, afirma.
Seu interesse pela área surgiu quando fez um curso técnico de informática. Entre 2011 e 2013 ingressou na IBM como analista
de suporte técnico, época que já prestava serviços para a Yara Brasil. Prestes a terminar a faculdade de engenharia de
produção, surgiu a oportunidade de estágio na fabricante de fertilizantes, onde trabalha atualmente na área de projetos com
software CRM.
Ao mesmo tempo em que acredita na abrangência de oportunidades que a TI oferece e que o preconceito enfrentado pelas mulheres
na área tenha diminuído, Alvarenga ainda vê uma participação muito pequena delas no mercado. “Temos buscado mulheres para
atuar nos projetos de CRM, por exemplo, mas é difícil encontrar profissionais com as habilidades que precisamos.”
Do direito à programação
Há 12 anos atuando na área de TI, Jaqueline Teixeira Benedicto, responsável pela equipe de desenvolvimento de sistemas web da
Sunset, acredita que o setor ainda não consegue ser democrático com as mulheres.
“Só consegui me manter neste mercado até hoje por amar tecnologia e querer aprender sempre mais”, avalia, ressaltando a
importância de se manter sempre atualizada, visto que, assim como as tecnologias evoluem muito rápido, as skills dos
profissionais também mudam.
Jaqueline estudou tecnologia por conta própria e começou a programar para pagar a faculdade de direito. Terminou o curso,
passou no exame da OAB, mas decidiu seguir no campo da tecnologia. Hoje, ela concilia o trabalho de programação e
desenvolvimento na agência de marketing digital com sua segunda faculdade, de sistemas da informação.
“Quando me formei em direito, percebi que por mais difícil que seja tirar a OAB, existem muitos advogados no mercado, a
profissão está inflada. Foi então que percebi que gostava mesmo de informática e teria uma carreira mais gratificante e útil
ao trabalhar com programação”, completa.







