Um estudo feito pela Salesforce em parceria com a IDC com 100 empresas com mais de 500 funcionários atuando no Brasil traçou
um panorama sobre a transformação digital nos negócios nas áreas de vendas, marketing e atendimento a clientes no Brasil.
Segundo o levantamento, mobilidade é um dos principais elementos para ajudar o empresário a acompanhar a transformação da
força de trabalho: o smartphone é o dispositivo preferencial entre as companhias, com 88% delas custeando os planos de dados
móveis de seus funcionários. Aparelhos maiores, como tablets e notebooks, aparecem em seguida, com 86%.
"Estamos na Era do Cliente, por isso o relacionamento com esse público deve ser mais consultivo e engajador em todos os
pontos de contato. Pelo que o estudo constatou, a mobilidade tem trazido ganhos expressivos na agilidade e produtividade dos
colaboradores, mas é hora de gerar mais valor ao cliente ao integrar melhor o CRM (Customer Relationship Management) a outras
aplicações de negócio", diz Daniel Hoe, diretor de marketing da Salesforce para a América Latina.
Ainda segundo a pesquisa, apenas 30% das empresas possuem ferramentas de atendimento ao público em equipamentos móveis,
enquanto 96% utilizam formas mobile de acesso ao e-mail corporativo.
Para melhorias na velocidade e produtividade, 58% das empresas afirmaram se autoavaliarem como no mesmo ritmo de suas
concorrentes, enquanto apenas 15% delas se percebem como adiantadas em relação às outras.
A utilização de inteligência artificial para vendas, atendimento ao público e marketing também foi apontada como fator
importante dentro da digitalização dos serviços pelos empresários entrevistados pelo estudo.
Em relação ao uso de computação na nuvem, apenas 8% das empresas pesquisadas não possuÃam soluções cloud implementadas em
seus planos de negócios.
Virtualização
Foto: Reprodução / Canaltech
Quem tem acompanhado o mercado das criptomoedas nos últimos meses pode até estar curioso sobre a situação, mas também já deve ter percebido que o assunto vai render mais algumas boas notas nos próximos meses. Mas, seguindo essa onda de mineração, quem acabou entrando na onda foi o YouTube, ou os seus anúncios, que estão sendo utilizados para a prática ilegal.
Monero
Foto: Canaltech
Os atacantes, como informado pelo ArsTechnica e descoberto pela TrendMicro, usam espaços de anúncios do YouTube que aproveitam exatamente as CPUs dos telespectadores. E eles usavam a própria plataforma de anúncios Google DoubleClick para conseguir a façanha, com anúncios espalhados globamente em paÃses como Japão, França, Itália e Espanha.
Foi revelado também que a Coinchive, um provedor popular para esse tipo de tecnologia, fornecia o código para manter tudo em funcionamento. Por outro lado, a Coinchive informa ao ArsTechnica que, de fato, fornece soluções de script que fazem uso de até 80% da CPU de um visitante, mas deixa alguns recursos livres para o funcionamento "normal" das máquinas.
Segundo a TrendMicro, a mineração da moeda Monero é feita deste modo desde o dia 18 de janeiro, e um representante da Google informa que a empresa já sabia das operações. A Google, é claro, informa que "estes anúncios foram bloqueados em menos de duas horas [depois de entrarem no ar] e os atacantes maliciosos foram rapidamente removidos da plataforma". Em alguns casos, os blocos de anúncios eram exibidos em branco, mas em outros eles mostravam propagandas falsas de soluções antivÃrus.
Usar o YouTube como forma de se beneficiar da mineração de criptomoedas é uma prática um tanto quanto inteligente por parte dos atacantes. Se um usuário assiste a um vÃdeo de 40 minutos enquanto o script está rodando, isso quer dizer que a mineração pode funcionar de maneira substancial. E como muita gente gasta horas e horas no YouTube, tá aà uma fórmula perfeita.
Só que, como cita a própria Google, isso vai de encontro com suas polÃticas e é uma prática ilegal. Assim como já fez com os primeiros atacantes, a Google vai continuar bloqueando e banindo esses usuários no futuro.
A situação de lugares que não possuem conectividade no Brasil pode mudar em breve com a chegada do programa Internet para Todos. A proposta foi apresentada pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab e visa levar banda larga para escolas, hospitais e demais localidades onde esse tipo de tecnologia ainda não é acessÃvel.
Conectividade
Foto: Reprodução / Canaltech
Para participar do programa, os municÃpios devem habilitar e assinar um convênio com o governo federal. A partir disso, antenas serão instaladas gratuitamente nas regiões sem conectividade, de modo a distribuir banda larga em um raio de até 2 quilômetros.
Para Kassab, a acessibilidade a banda larga trará agricultura de precisão às áreas rurais, melhorando a eficiência da produção rural. "E estamos preparados para levar conectividade a qualquer canto do Brasil. Não é que estamos preparados para que isso aconteça daqui a dois, três ou quatro anos. Estamos preparados para que aconteça em breve", afirmou Kassab.
A banda larga do programa Internet para Todos vem do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), fruto de um investimento de R$ 3 milhões do governo federal e que foi lançado ao espaço em maio do ano passado. Depois de seu lançamento, o MCTIC assinou um conjunto de convênios para usar a capacidade do satélite.
O Ministério da Defesa firmou o primeiro convênio para que 30% da capacidade do satélite seja usada pelas Forças Armadas no monitoramento das fronteiras brasileiras. O objetivo é coibir ilegalidades como o tráfico de drogas e o contrabando.
O segundo convênio foi firmado pelo MCTIC e a Telebras com o Ministério da Educação para levar banda larga para escolas públicas de todo o paÃs. Segundo o ministro Kassab, só no ano de 2018 o MEC já contratou e pagou antecipadamente para instalar a rede em 7 mil pontos. "Com isso, vamos melhorar o sistema de educação", afirmou.
Por fim, um terceiro convênio será firmado com o Ministério da Saúde, a fim de levar internet a 15 mil pontos em hospitais e postos de saúde. De acordo com o ministro, equipamentos utilizados em locais voltados à saúde podem melhorar com a chegada da banda larga. Por conta da conectividade, o diagnóstico de um paciente poderá ser feito até mesmo remotamente, por exemplo.
Em colaboração com a Sony e o jogador da NBA Paul George, a Nike anunciou um tênis inspirado no PlayStation 4 voltado para jogadores dedicados e/ou que sejam fãs do esporte em questão.
O calçado esportivo, chamado de PG-2 PlayStation Colorway , será lançado em todo o mundo, e, como o tÃtulo bem sugere, foi projetado com as cores do console que lhe dá nome. Além dos tons de azul e preto, diretamente retirados do videogame, os clássicos sÃmbolos dos botões do joystick (quadrado, triângulo, cÃrculo e X) também foram homenageados.
As linguetas do tênis especial também possuem uma atração à parte para os fãs do console ou do esporte, com brasões distintos dos lados direito e esquerdo representando os logotipos Paul George e PlayStation em alto relevo. As marcas também têm iluminação embutida e tanto podem piscar quanto se manterem acesas por meio de um botão de liga e desliga.
Os compradores dessa edição temática da Nike ainda recebem um código, encontrado no calcanhar do sapato esquerdo, e que pode ser resgatado na PSN. Uma vez ativado, o usuário poderá baixar um tema especial para o PS4, o Paul George Dynamic Theme .
O PG-2 PlayStation Colorway tem previsão de lançamento para 10 de fevereiro em todo o mundo. A Nike ainda não confirmou quanto os tênis custarão.
O mês de março marca a chegada da criptomoeda DÂ¥N no mercado imobiliário mundial. Desenvolvida por um grupo de empreendedores brasileiros centralizados no Crypto Valley - principal área de ecossistemas tecnológicos, localizado em Zug, na - SuÃça, a Dynasty, um Fundo Imobiliário que opera sobre uma plataforma tecnológica com Inteligência Artificial para investimentos em ativos imobiliários em Blockchain, contará com mais de US$ 500 milhões em empreendimentos nas principais cidades do mundo.
Na prática, isto significa que eles oferecerão propriedades prontas para a aquisição que garantem valor de moeda fora do âmbito digital - i.e., o DÂ¥N representará um pedaço de chão no mercado internacional. Os investidores que incluÃrem a criptomoeda brasileira em suas carteiras terão uma fração do portfólio da Dynasty, conforme as regras estabelecidas pelo mercado. Além disso, as operações poderão se alternar entre aquisição total ou parcial de imóveis, aquisição de tÃtulos de fundos imobiliários e aquisição de participação em construtoras e incorporadoras.
O projeto já vinha sido moldado há dois anos, e agora conta com uma rede mundial, formada para que o negócio seja consistente e seguro. Os investimentos já passam de 2 milhões de francos suÃços, que convertidos para dólares, chegam a pouco mais de US$ 2 milhões.
Tendo um time internacional de especialistas imobiliários localizados em diversos estados do mundo para consultas, a Dynasty ainda conta com uma gestão de carteira lÃquida realizada pelo Credit Suisse, banco suÃço que acompanhará cada transação comercial. Além disso, para que os investidores não cedam à s incertezas das criptomoedas que existem, serão implantadas regulamentações do setor por meio de acordos mundiais, fornecendo assim mais segurança nas negociações.
A Dynasty, portanto, utilizará procedimentos já conhecidos pelos bancos internacionais para garantir proteção contra fraudes, tais como o KYC (Know Your Costumer), que possibilita a identificação e verificação dos seus clientes; e o AML (Anti-Money Laundering), conjunto de procedimentos para impedir a geração de renda em fundos ilegais e lavagem de dinheiro.
Dynasty
Foto: Reprodução / Canaltech







