O desenvolvimento dos cabos de fibra ópticas representaram uma grande evolução para que os sistemas de comunicação pudessem se conectar em alta velocidade, e, sem dúvida alguma, mudar o futuro da internet. Mas agora pesquisadores da
Universidade de Stanford encontraram mais uma função realmente importante para esses cabos: detectar terremotos.
Além de fornecer internet rápida para milhões de pessoas, as caracterÃsticas desses cabos permitem analisar as vibrações causadas por tremores na crosta terrestre. Segundo Biondo Biondi, professor de geofÃsica da instituição, a fibra
óptica pode até mesmo apontar "informações sobre direção e magnitude dos abalos sÃsmicos".
"Podemos ouvir continuamente, e bem, a Terra usando os cabos de fibra ópticas que já existem e foram instalados para fins de telecomunicações", observou Biondi.
A grande vantagem desse novo método é o custo-benefÃcio. Apesar dos sismômetros tradicionais serem mais sensÃveis, eles são mais caros e difÃceis para instalar e manter. "Cada metro de fibra óptica em nossa rede atua como um sensor, e
custa menos de um dólar para instalar", disse o professor.
Stanford mantém um observatório sÃsmico de fibra óptica desde setembro de 2016, quando registrou e catalogou mais de 800 eventos sÃsmicos. O observatório não só conseguiu detectar desastres a milhares de quilômetros de distância, como os
recentes terremotos no México, como também foi capaz de capturar sinais de pequenos tremores locais, incluindo alguns terremotos com magnitudes de apenas 1,6 e 1,8. E isso pode demonstrar que "o observatório sÃsmico de fibra óptica pode
distinguir corretamente entre diferentes magnitudes de terremotos", avalia Biondi.
A intenção dele é provar que o sistema funciona em larga escala e expandir as medições além das áreas próximas ao campus da Universidade de Stanford.
Está chegando a hora de dilacerar monstros no Switch. A Bethesda anunciou para o dia 10 de novembro a data de lançamento da versão de Doom para o console da Nintendo. A edição traz todo o conteúdo disponÃvel no PS4, Xbox One e PC, com
direito à Ãntegra do modo campanha, modalidades multiplayer e também todo o conteúdo lançado posteriormente como DLC.
O anúncio da data de lançamento e dos detalhes sobre o port vieram em um vÃdeo publicado nesta segunda-feira (16) pela companhia, que também traz algumas imagens de jogabilidade de Doom . Além disso, o clipe de bastidores serve como uma
introdução para aqueles que, por algum motivo, ainda não conhecem um dos melhores tÃtulos do ano passado.
Trabalham no game a id Software, desenvolvedora da versão original, e a Panic Button, que auxiliou no trabalho de conversão. A expectativa é de performance semelhante às outras versões do game. Tudo, de acordo com o produtor executivo
Marty Stratton, graças à engine escalável desenvolvida pela empresa, que permite a adaptação do game a diferentes hardwares. Isso, também, garantiu que o tÃtulo rodasse de forma adequada em outros consoles e em diferentes configurações
de computadores, sempre maximizando a resolução e contagem de quadros por segundo de acordo com os recursos disponÃveis.
Hugo Martin, diretor criativo da id Software, afirma que o ideal da equipe sempre foi garantir a melhor experiência possÃvel aos fãs de Doom que escolheram o Nintendo Switch como plataforma. O tÃtulo marcou o retorno da franquia após
anos de ausência, com a forma brutal de sempre, e nada mais justo do que dar a mais jogadores a oportunidade de experimentar o tÃtulo.
O port é mais um dos tÃtulos da Bethesda que chegarão ao console da Nintendo. Também em novembro, uma semana antes de Doom , a empresa lança The Elder Scrolls V: Skyrim , trazendo um de seus mais consagrados e premiados RPGs Ã
plataforma. O novÃssimo Wolfenstein II: The New Colossus , que chega a PS4, Xbox One e PC no fim do mês, também está a caminho do console da Nintendo, além de novos projetos que não foram revelados por Stratton.
Apesar de contar com um enredo, o grande foco de Doom é o combate. O jogador controla um soldado diante de forças demonÃacas que tomaram conta de uma colônia humana em Marte. A jogabilidade rápida, aliada à trilha sonora pesada, resultou
em uma ótima atualização de uma das franquias mais consagradas do mundo dos games.
Alibaba, Oath e Didi Chuxing são algumas das empresas que apoiam a criação de padrão aberto para distribuição e transmissão de mensagens na nuvem
A Fundação Linux anunciou um novo projeto colaborativo nesta semana batizado de OpenMessaging. De acordo com a página do projeto no GitHub, o objetivo é fornecer um padrão aberto, de um fornecedor neutro, para a distribuição e
transmissão de mensagens na nuvem
"O OpenMessaging inclui o estabelecimento de diretrizes da indústria e mensagens, especificações de transmissão para fornecer uma estrutura comum para o setor de finanças, comércio eletrônico, IoT e a área de big data", afirma o
documento sobre o projeto. "Os princÃpios de design são orientados para a nuvem e privilegiam a simplicidade, flexibilidade e linguagem independentes, em ambientes heterogêneos distribuÃdos."
Existem muitos padrões e protocolos de mensagens diferentes em uso hoje, mas a maioria das soluções existentes não se encaixam perfeitamente nas de muitas empresas. Para o arquiteto sênior da chinesa Alibaba, Von Gosling, com o projeto
OpenMessaging, a esperança é construir uma plataforma aberta, simples, escalável e interoperável que se beneficie das contribuições.
Entre os fornecedores que estão apoiando o OpenMessaging estão a unidade de negócios Oath da Verizon, que inclui as operações da AOL e do Yahoo, o Alibaba, Didi Chuxing, concorrente do Uber na China, e a Streamlio. Coincidentemente, a
Oath anunciou recentemente que estava descontinuando sua plataforma AOL Instant Messenger (AIM).

A demanda por desenvolvedores web ainda é grande, mas como a multidisciplinaridade é uma habilidade requisitada para profissionais de diversas áreas, em TI não poderia ser diferente. Programar também para o mobile é um diferencial,
afinal, hoje existem aplicativos disponÃveis para as mais diferentes atividades: comunicação, serviços, saúde, finanças, etc. A oferta é grande. Além disso, as empresas também estão interessadas em ter seus próprios apps para melhorar a
experiência de seus clientes. Por isso, vale considerar a possibilidade de migrar do desenvolvimento web para o mobile.
Quem se interessa por esta área e já estudou essa alternativa deve ter ouvido falar em apps hÃbridos, que não são nem móveis nativos e nem puramente web-based, e são criados a partir de frameworks como Ionic ou PhoneGap, por exemplo, que
permitem o desenvolvimento multiplataforma. Desta maneira, a partir de um único código-fonte, consegue-se exportar a aplicação para os principais sistemas do mercado. Certamente, este é o caminho mais curto para o profissional
interessado em fazer esta transição, mas não é a solução.
Os aplicativos criados com linguagem exclusiva para um sistema operacional, conhecidos como nativos, apresentam mais vantagens para o usuário final. A primeira delas é usabilidade proporcionada pela compatibilidade tecnológica, pois
exploram melhor os recursos dos aparelhos, como o envio de SMS, realização de chamadas, acesso à câmera, GPS e notificações push, e desta forma conseguem melhorar a experiência do usuário. Além terem acesso às APIs necessárias para tirar
fotos, obter dados de sensores e modificar configurações do sistema.
Outro benefÃcio é o funcionamento off-line, pois estão armazenados no dispositivo. A velocidade também deve ser destacada, pois os apps hÃbridos dependem da velocidade da internet; e a performance também é aprimorada nos apps nativos -
erros e falhas de segurança são menos frequentes. Ou seja, um app nativo é mais rápido e confiável do que os demais.
Certamente, a decisão entre criar um app hÃbrido ou um nativo depende de diversos fatores, como a necessidade de um processo de criação simplificado, os recursos disponÃveis, o tipo de dispositivo utilizado pelo público-alvo ou o tipo de
recurso que se pretende implementar.
Contudo, para tomar a decisão é necessário ter habilidade técnica para atuar em ambas as frentes. E desenvolver um app nativo requer conhecimentos especÃficos, como conhecer programação orientada ao objeto; estudar a linguagem nativa,
que pode ser Swift para iOS e Java para Android; conhecer a plataforma de desenvolvimento (IDE, do inglês), para iOS é o xCode e para o Android é o Android Studio, entre outros recursos.
Apenas dominando estas competências o desenvolvedor web consegue ter um bom desempenho na criação de apps e se destacar, estando apto para aproveitar as oportunidades disponÃveis no mercado.
*Roberto Rodrigues é CEO da Quaddro - centro de treinamento focado no universo mobile.
Desenvolvedor
Foto: Vadymvdrobot/DepositPhotos / Canaltech
A revolução, pelo menos em número de vendas, pode ter de esperar um pouco mais. Na visão do analista Ming-Chi Kuo, da consultoria asiática KGI Securities, a Apple somente deve bater recorde de vendas com o iPhone X no lançamento da
segunda versão do dispositivo, que deve chegar às lojas somente no final de 2018.
Para a empresa, que tem um grande histórico em acertar previsões e rumores relacionados à Maçã, isso tem a ver não com a falta de interesse dos usuários, mas sim com a baixa disponibilidade de smartphones no mercado global. Os problemas
de fabricação enfrentados pela Apple seriam mais sérios do que o imaginado originalmente, o que levaria ao esgotamento de smartphones e à dificuldade de se encontrar aparelhos nas prateleiras, em um processo que pode levar meses para ser
concluÃdo.
Com isso, analisa Kuo, os usuários podem ser levados a olharem para a concorrência. Com os problemas de fornecimento ultrapassando o final do ano e chegando também aos primeiros meses de 2018, a Apple também se aproximaria perigosamente
do próximo ciclo de lançamentos de smartphones da concorrência, com muita gente preferindo guardar o dinheiro para adquirir um modelo do próprio ano, em vez de um do anterior que demorou para ter penetração no mercado.
O especialista afirma que o chamado "superciclo" - movimento incrivelmente acelerado nas vendas de smartphones - vai acontecer, mas não agora. Em um ano, a empresa conseguiria resolver os problemas de fabricação, chegando a um total que
varia de 245 milhões a 255 milhões de unidades vendidas. Em 2017, esse número deve ser de "apenas" 210 milhões.
O grande culpado disso tudo seria o sistema de câmeras frontais, usado, principalmente, para validação biométrica por meio do FaceID. Substituta do sensor de impressões digitais no iPhone X, a tecnologia estaria exigindo sensores
bastante especÃficos cuja fabricação estaria complicada nos fornecedores asiáticos, levando a uma entrega de componentes menor do que a esperada originalmente, resultando, também, em menos unidades prontas chegando à s lojas para o
lançamento, marcado para o mês que vem.
Por outro lado, quando se leva em conta a totalidade das vendas da linha de smartphones da Maçã, não há razões para se preocupar. A expectativa é que 80 milhões de iPhones sejam vendidos apenas neste último trimestre do ano, na soma
entre os modelos 8, 8 Plus e X.
É um número superior ao mais recente recorde batido pela companhia, em 2014, com 74,5 milhões de aparelhos comercializados. Entretanto, há de se ponderar que esse total foi obtido apenas com o iPhone 6, em suas versões de tela
tradicional e maior.
A Apple, é claro, não se pronunciou sobre nada disso. A empresa permanece calada sobre os rumores relacionados às dificuldades de fabricação em seu smartphone de topo de linha. Por enquanto, todas as datas de lançamento estão marcadas,
com a fabricante aceitando pré-compras normalmente.
iPhone X FaceID
Foto: Canaltech







