A Xiaomi, pela primeira vez, bateu a marca de 10 milhões de smartphones vendidos para as lojas em um único mês. De acordo com o CEO da empresa, Lei Jun, que divulgou a novidade na página da empresa no Weibo, o mês de setembro foi o
melhor da história da empresa na quantidade de smartphones enviados.
Smartphones Xiaomi
Foto: Canaltech
No segundo trimestre de 2017, a Xiaomi conseguiu despachar um total de 23,2 milhões de unidades, colocando a fabricante chinesa em quinto lugar no ranking de remessas de smartphones em todo o mundo.
O mercado indiano foi o grande responsável pelo expressivo número de envios de smartphones em setembro. 10% dos aparelhos despachados para a Índia foram vendidos em apenas dois dias. Isso devido a comemoração do Diwali, um dos festivais
religiosos mais populares do país asiático.
Outro fator importante que colaborou para o sucesso de vendas da fabricante chinesa no mês passado foi o lançamento do Mi Note 3 e do Mi A1. O primeiro possui uma tela de 5,5 polegadas, processador Snapdragon 660 e 6 GB de RAM. Já o Mi
A1 conta com uma interface Android limpa, processador Snapdragon 625, 4 GB de RAM e tela de 5,5 polegadas.
Os números recentes da empresa mostram que ela está obtendo um enorme aumento e recuperando a quantidade de vendas de smartphones em relação ao ano passado. Em 2016, a empresa enviou às lojas 58 milhões de smartphones, número
consideravelmente menor do que em 2015, quando foram despachados 70 milhões de dispositivos.
A startup francesa Regaind, especializada em visão computacional, teria sido comprada pela Apple sem muito alarde, segundo fontes que não quiseram ser identificadas. A companhia tem um sistema que analisa fotos por meio de uma
inteligência artificial para fazer sua classificação e organização de maneira automatizada.
Apple
Foto: Canaltech
A Maçã poderia empregar a tecnologia no app Fotos, do iOS, para melhorar ainda mais suas funcionalidades. O software da Regaind pode dizer exatamente quais elementos uma foto exibe, diferenciando paisagens de pessoas, por exemplo, e
também informa quesitos técnicos como exposição, balanço de branco, nitidez, entre outros.
A aquisição não foi confirmada publicamente pela companhia de Cupertino, que somente informou que costuma comprar pequenas empresas de tecnologia de tempos em tempos, e geralmente não discutimos os motivos ou planos que temos a respeito.
O valor da transação não foi divulgado pelas fontes, mas a startup recentemente levantou 400 mil euros de capital, o que pode significar que a Apple precisou desembolsar um valor igual ou superior a este para comprar a empresa francesa.
Já usado há tempos por rivais como Sony e Microsoft, método adiciona uma camada extra de segurança a contas on-line.
A Nintendo anunciou nesta semana uma novidade aguardada há tempos pelos seus usuários: a possibilidade de
habilitar a autenticação de dois fatores nas contas on-line.
Já utilizada há um bom tempo por rivais da empresa japonesa como Sony e Microsoft, a camada extra de segurança ajuda a evitar acessos não autorizados em contas on-line.
Para usar a autenticação de dois fatores nas contas Nintendo, os usuários precisam baixar o aplicativo Google Authenticator, que fornece um código específico na hora de fazer o login.
E aí, o que achou da novidade? Conta pra gente nos comentários abaixo.
Estamos em franca transformação digital e a indústria 4.0 no Brasil tem ainda longo caminho a percorrer em vários setores da economia de forma gradual e disruptiva.
Somados ao potencial combinado de tecnologias como a Internet das Coisas (IoT), Big Data, Analytics, Aprendizado de Máquina, cloud computing, computação cognitiva e inteligência artificial, robótica, entre outros, esta nova revolução
tecnológica agrega redução de custos, ganhos de eficiência e receita adicional provocada por novos modelos de negócios.
Cunhado em Hannover, na Alemanha, durante evento em 2011, o termo indústria 4.0 foi citado pela primeira vez por um grupo de pesquisadores que fez algumas recomendações ao governo alemão e, dois anos mais tarde, a indústria 4.0 começou,
de fato, a ser desenvolvida naquele país. Desde então, este é um processo em expansão. Assim como o governo alemão, outros países e grandes companhias já despertaram para o valor da Indústria 4.0.
Tais ganhos proporcionam ainda crescimento econômico, o potencial de geração de Valor da Industria 4.0 no mundo, provocará forte geração de empregos qualificados e elevação da qualidade de vida.
De acordo com vários institutos de pesquisa em 10 anos, 49% dos empregos tradicionais que conhecemos não existirão e 40 % das empresas que conhecemos também não estarão no mercado, devido à forte pressão das tecnologias disruptivas
combinada com modelos de negócios inovadores.
Justamente por estes motivos que precisamos nos posicionar a respeito e pensarmos em um modelo de desenvolvimento adequado ao nosso País que nos torne cada vez mais competitivos e mais produtivos.
Estamos diante de uma nova revolução tecnológica, a quarta revolução industrial combinada com tecnologia de nuvem, com o uso de redes inteligentes capazes de agendar manutenções de máquinas, prever falhas em processos e propor mudanças
na produção. Há uma descentralização do controle dos processos produtivos e o uso em escala de dispositivos inteligentes interconectados só tende a crescer. Essas mudanças ao longo de toda a cadeia de produção e logística são profundas e
agregam eficiência para diversos setores como saúde, energia, transporte, logística, varejo, construção, agronegócio e manufatura.
Tal qual a proliferação de aparelhos celulares hoje em dia, o que era impensado há 20 anos para a maior parte dos brasileiros, para se tornar uma realidade, a Indústria 4.0 necessita de investimentos em tecnologias emergentes de TI,
Cloud Computing, automação e na Internet das Coisas. A boa notícia é que a maior parte dessas tecnologias já estão disponíveis, por exemplo Cloud Computing como primeiro passo para as empresas iniciarem sua jornada para a transformação
digital dos seus negócios. O próximo passo é tornar estas inovações conhecidas e acessíveis a todos, nas mais diversas verticais de negócios.
Temos pela frente uma verdadeira jornada iniciando com a migração para Cloud Computing, aliviando as corporações de investimentos pontuais, trazendo uma forte redução dos custos, liberando tempo e recursos das áreas de tecnologia e
operações para focarem na transição gradativa para que a Indústria 4.0 possa ganhar terreno durante a crise e na retomada da economia.
Não devemos temer o aumento do desemprego com o avanço da automação, por exemplo. Devemos educar e qualificar nossa mão de obra para que estes profissionais possam trabalhar na outra ponta da cadeia de valor: no desenvolvimento,
programação e gestão de toda essa tecnologia.
O perfil dos trabalhadores está mudando em todo o mundo, e o Brasil precisa se adequar ao novo cenário rapidamente, em uma agenda positiva de aumento de produtividade e inovação. Se não investirmos na educação e qualificação das pessoas,
com foco em tecnologia, vamos assistir passivamente os nossos postos de trabalhos manuais serem preenchidos por computadores e máquinas com robótica integrada com inteligência artificial e aprendizado de máquina.
É hora de abusarmos da criatividade e aprendermos a tomar decisões de modo rápido e a solucionar problemas. Por mais avançadas que possam ser, as máquinas ainda precisam de pessoas, de programadores, engenheiros, técnicos e inteligência.
As pessoas estão na base de todo este processo.
Se bem aplicada e gerenciada, a tecnologia Cloud Computing e Transformação Digital são as alavancas para melhorar o desempenho das operações, reduzir custos, aumentar a produtividade, aumentar as vendas e ajudar a sair da crise
fortalecido. A tecnologia de Cloud Computing combinada com Transformação Digital catalisa o aumento da demanda por produtos customizados, gerando uma melhor experiência para os consumidores e um aumento da satisfação.
Todos têm a ganhar na jornada para Cloud com Transformação Digital.
* João Alfredo Pimentel é fundador da CorpFlex, especializada em soluções de Cloud Corporativa e outsourcing de TI
Computação na nuvem
Foto: Canaltech
O novo iPhone 8 trará algumas inovações ao mercado, como um processador ainda mais potente, sistema de realidade aumentada, e, na gringa, preço inferior ao do Galaxy S8. O rival, por sua vez, traz uma série de recursos combinados com um
design elegante. Mas, comparando os dois aparelhos, qual será que ganha o título de melhor smartphone?
iPhone 8 X Galaxy S8
Foto: Canaltech
Lançamento do iPhone 8
Foto: Canaltech
Design
Primeiro, vamos comparar o design do iPhone 8 com o Galaxy S8. Na verdade, o novo smartphone da Maçã não inova em seu design desde o lançamento do iPhone 6, trazendo pequenas modificações nesse sentido. Ele mantém o Touch ID, que
autentica o usuário usando impressões digitais, e, agora traz um painel de vidro tanto na parte traseira quanto na frente.
Nesse sentido, o Galaxy S8 se destaca com seu display curvo infinito, também trazendo acabamento de vidro e laterais metálicas, mas mantendo o conector tradicional de fones de ouvido e permitindo usar um cartão microSD para expandir o
armazenamento interno.
Quanto às dimensões dos aparelhos, o iPhone 8 tem uma tela de 4,7 polegadas, menor que as 5,8 polegadas do S8. No entanto, o aparelho da Maçã pesa pouca coisa a mais do que o rival maior. Sendo assim, ambos têm uma pegada confortável nas
mãos e design atraente, mas quem prioriza esses fatores talvez goste mais do aparelho da Samsung.
Display
Galaxy S8
Foto: Canaltech
Talvez a maior diferença entre os dois aparelhos seja a qualidade do display. Enquanto o display Retina HD do iPhone 8 tem densidade de pixels de 326ppi, o display Super AMOLED do S8 tem 570ppi. Isso significa que as imagens e textos
exibidos na tela do modelo da Samsung são mais nítidas, mas isso não significa que o que é exibido pelo iPhone 8 deixe a nitidez de lado.
Processador e bateria
Processador A11 Bionic da Apple
Foto: Canaltech
Aqui o destaque fica para o iPhone 8, que traz o novíssimo processador A11 Bionic, exclusivo da Apple. Segundo a empresa, este é o chip para smartphones mais poderoso já lançado no mercado, capaz de processar os aplicativos de realidade
aumentada que são um dos carros-chefe dos novos lançamentos da Maçã.
Já quanto à bateria, nos dois aparelhos ela é bastante similar. De acordo com a Apple, seu smartphone consegue segurar uma carga por mais de cinco horas fazendo streaming de um vídeo em tela cheia pela rede de dados LTE. O S8 oferece a
mesma capacidade, mesmo tendo um display maior. Contudo, se o usuário escolher reduzir a resolução da tela de Quad HD para 1080p, esse tempo é aumentado para 7 horas.
Um grande diferencial que o iPhone 8 tem sobre o Galaxy S8 no quesito bateria é seu carregamento wireless, bastando posicionar o aparelho em cima de uma base especial para que sua bateria seja alimentada. Contudo, esse acessório será
vendido à parte.
Câmeras
O iPhone 8 traz uma câmera em sua face traseira com sensor de 12 megapixels, estabilizador de imagens e flash LED True Tone. Já o S8 tem uma câmera que foi considerada a melhor do momento, também com 12 megapixels, mas registrando
imagens com qualidade superior, contando, ainda, com controles manuais e outros elementos que ajudam o usuário a fotografar melhor.
Sistema
O Galaxy S8 vem com o Android 7.1 Nougat instalado, e é compatível com o novo Android Oreo. Já o iPhone 8 já vem com o iOS 11 como sistema nativo, preparado para a realidade aumentada.
Preço
Enquanto o S8 custa entre US$ 750 e US$ 800 no mercado internacional, o iPhone 8 está disponível na pré-venda por US$ 699 na versão com 64 GB, ou US$ 849 no modelo com 256 GB. Aqui no Brasil, o aparelho da Samsung custa, em média, R$
2.629. Ainda não sabemos qual será o preço do novo iPhone quando ele chegar por aqui, mas dificilmente ele custará menos do que o iPhone 7, que, atualmente, está saindo por R$ 3.199 no site da Apple.
Conclusões
Vimos que o iPhone 8 e o Galaxy S8 estão bem próximos um do outro no que diz respeito a especificações técnicas, então quem vai bater o martelo de melhor smartphone é o próprio usuário, que acabará escolhendo o aparelho considerando
quesitos como preço e preferência pelo sistema operacional como fatores decisivos.







