O chamado marketing one to one identifica e trabalha clientes individualmente, buscando satisfação por meio de ofertas personalizadas
Há quase 20 anos, quando Philip Kotler, considerado uma referência no marketing e o quarto maior guru de negócios pela Financial Times, disse que “as empresas devem deixar de enfatizar o marketing conquistador de clientes e passar a enfatizar o marketing retentor de clientes”, muitos talvez não imaginavam onde chegaríamos quando falamos de marketing e hábitos de consumo.
O consumidor, agora mais conectado e cada vez mais exigente, está em busca de produtos e/ou serviços que atendam às suas necessidades, que supram seus desejos ou que gerem uma experiência única.
Esse novo cenário fez com que as empresas trabalhassem um novo relacionamento entre o mercado publicitário e o público consumidor: não é preciso mais mostrar tudo para todo mundo, mas mostrar para quem tem interesse - impactar menos pessoas, a um custo menor, mas sendo muito mais eficiente e assertivo.
Existem muitas ferramentas para medir esses dados e audiências: Big Data e Data Management Platforms (DMP), por exemplo, estão aí para ajudar a coletar e analisar o comportamento e dados digitais dos consumidores. A tendência está em identificar e trabalhar clientes de maneira individualizada, e assim buscar a sua satisfação através de ofertas personalizadas, o chamado marketing one to one.
O consumidor e a tecnologia foram os grandes responsáveis por todas essas transformações. Seus hábitos foram mudando ao longo dos anos de acordo com as plataformas e novos dispositivos que foram surgindo. O mercado publicitário precisou se adequar a tudo isso.
Quem poderia imaginar, por exemplo, que 94% dos usuários de smartphones procurariam por informações em seus aparelhos enquanto realizam algum tipo de tarefa? E que, no Brasil, 80% dos brasileiros, segundo o Google, usam seus aparelhos celulares para saber mais sobre algum produto ou serviço que querem comprar?
A mobilidade e acesso às informações eram impensados dessa forma há alguns anos, mas hoje é fundamental e extremamente necessário investir no uso de dados para a personalização.
Esse novo modelo de negócios no mercado publicitário tem – e continuará tendo – um impacto diferenciado para as empresas. Os resultados das campanhas são mais efetivos e substanciais, já que são direcionados a quem busca por determinado produto ou serviço.
Como o valor desse modelo reforça a individualidade, as empresas podem conseguir consumidores mais satisfeitos e leais, algo cada vez mais raro. Além da comunicação e da publicidade, as empresas passaram a olhar pra dentro de seus negócios, buscando por oportunidades para reduzir custos, melhorar processos ou criar novas soluções para outras necessidades identificadas.
O cenário de mudanças está dado, mas é importante entender que essa nova realidade só tende a crescer. Ainda estamos num processo bastante embrionário, já que muitas empresas ainda falam com seus clientes apenas por meio de banners e mala direta, formatos que existem há anos. Não podemos dizer que não dão resultado, mas podemos afirmar que o impacto não é o mesmo quando falamos com consumidores de maneira individualizada, atendendo realmente àquilo que cada um procura.
O relacionamento direto com o cliente é fundamental para que a marca continue presente e sendo relevante. Mas saber quem é seu consumidor e o que ele realmente deseja tornou-se fundamental para criar diferenciar e aumentar a fidelização. Meios para isso temos muitos, basta saber usar e explorá-los. Philip Kotler já sabia de todas essas coisas em 1998.
*David Reck é sócio fundador da Reamp ( www.reamp.com.br), empresa especializada em soluções para mídia em AdTech, Consultoria, Operações e Gestão de Mídia e Audiências. Caio Ferro é Diretor de Operações da Reamp.
Anúncio de novas ofertas vem no rastro de notícias que apontam que a Big Blue estaria comprando cerca de 200 mil Macs para uso interno.
A parceria da IBM com a Apple tomou um novo rumo na quarta-feira (05/08). As companhias anunciaram novos serviços desenhados para ajudar empresas a incorporarem computadores Mac em seus ambientes de TI.
Com a nova oferta, que faz parte do portfólio de serviços MobileFirst, os clientes podem encomendar à Big Blue máquinas da empresa fundada por Steve Jobs, com equipamentos entregues diretamente aos seus empregados e sem a necessidade de
qualquer configuração, imagem ou serviço adicional.
Os funcionários podem, então, rapidamente e de forma segura, obterem acesso à rede, conectarem suas contas de e-mail e baixarem aplicativos corporativos.
Os serviços também podem acomodar computadores pessoais da marca trazidos por empregados, endereçando uma demanda de consumerização (bring your own device), a partir da entrega de recursos no modelo “As a Service”.
Publicidade
O anúncio das novas ofertas vem no rastro de notícias recentes que apontam que a IBM estaria comprando cerca de 200 mil Macs para uso interno.
A capacidade de incorporar computadores da Apple no ambiente corporativo configura-se em "uma exigência crescente", afirma a Big Blue, observando mais empresas comprando e/ou permitindo o uso de equipamentos da marca.
A solução Casper Suite from JAMF Software foi projetada para configurar e implementar rapidamente Macs, incluindo MacBook, MacBook Air, MacBook Pro, Mac Mini, iMac e Mac Pro.
A oferta também incluiu serviços de apoio a máquinas atualmente em uso, gestão de atualização de aplicação de software, updates de segurança, relatórios de ativos e um catálogo de apps. Os usuários também podem acessar uma variedade de
recursos de autoajuda, adicionou a IBM.
Segundo pesquisa do Datafolha, WhatsApp é considerado o app mais confiável para trocar mensagens - SMS aparece em segundo e Facebook Messenger em terceiro.
A privacidade é um ponto essencial para os usuários brasileiros de aplicativos de mensagens em smartphones. Segundo
nova pesquisa da Datafolha, 94% dos entrevistados citou a criptografia como algo importante - 65% definiram
como muito importante e 29% como importante.
Não por acaso, o WhatsApp, que oferece criptografia de ponta a ponta desde o início do ano passado, possui mais de 100 milhões de usuários no país, um de seus maiores mercados no mundo.
Comprado pelo Facebook em 2014, o aplicativo de mensagens foi citado como o mais confiável por 57% dos entrevistados pelo Datafolha, ficando bem à frente do bom e velho SMS, com 12%, e do próprio app de mensagens do Facebook, o
Messenger, com 9% - o Telegram foi citado por apenas 1% dos entrevistados.
De acordo com o levantamento do Datafolha, 71% dos brasileiros usam o WhatsApp para enviar mensagens com conteúdo pessoal ou confidencial, incluindo informações particulares ou familiares, conversas de negócios, assuntos íntimos,
informações sobre saúde, documentos ou dados financeiros.
Além disso, como esperado, a maioria dos brasileiros (74%) entrevistados se disse contra os bloqueios do WhatsApp já impostos pela Justiça do país em outras oportunidades.
No total, o Datafolha entrevistou 2.363 pessoas, com idade acima de 13 anos, de um total de 130 cidades de todas as regiões do Brasil.

A partir de 3 de abril, empresa de Mountain View começará a encerrar aas versões anteriores ao Android Nougat e ao iOS 10.
Se você ainda não atualizou para a versão mais recente do Google Drive, Docs, Sheets ou Slides, deve considerar fazer isso em breve. Isso porque a partir de 3 de abril a empresa vai começar a encerrar as versões mais antigas desses quatro aplicativos. Por isso, quem depende desses apps precisa fazer o upgrade para garantir serviços e sincronização sem interrupção.
A ação do Google afeta tanto os usuários Android quanto de aparelhos iOS, e tem como alvo as versões dos aplicativos lançadas antes que os sistemas Android Nougat e iOS 10 fizessem suas estreias.
O Google explica que os usuários começarão a ver alertas a partir de 1º de março avisando que estão usando uma versão antiga do app que não possui mais suporte. Além disso, usuários de versões muito antigas dos aplicativos serão obrigados a fazer o upgrade quando receberem esse alerta.
Veja abaixo as versões dos apps que serão aposentadas pelo Google:
Google Drive para Android (anterior à versão 2.4.311)
Google Docs para Android (anterior à versão 1.6.292)
Google Sheets para Android (anterior à versão 1.6.292)
Google Slides para Android (anterior à versão 1.6.292)
Google Drive para iOS (anterior à versão 4.16)
Google Docs para iOS (anterior à versão 1.2016.12204)
Google Sheets para iOS (anterior à versão 1.2016.12208)
Google Slides para iOS (anterior à versão 1.2016.12203)
Update do serviço de chat corporativo leva aguardada funcionalidade para os usuários.
O conhecido aplicativo de mensagens corporativo Slack lançou um dos recursos mais esperados pelos seus usuários: mensagens em threads (tópicos).
Nesta quarta-feira, 18/1, a empresa começou a liberar o update para todos os seus usuários, que permitirá que eles mantenham conversas sobre um assunto em especial reunidas em um único thread.
O recurso tem a intenção de manter as conversas sobre um tópico em particular fora do fluxo principal de um canal de chat, informou a empresa em seu blog.
Para iniciar um thread, basta os usuários passarem o mouse sobre uma mensagem e clicar na opção Iniciar um Thread (Start a Thread) e então digitar uma resposta. As respostas serão agrupadas em um thread na barra lateral, e um pequeno link aparecerá abaixo da mensagem original mostrando quem respondeu ao thread e quantas respostas o tópico já registrou.







