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Notcias na 25 de maro

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Artigo: redes sociais erram ao vender influência para usuários

Com isso, sites como YouTube, Facebook e Twitter apenas reforçam desigualdade e fogem da ideia original das plataformas

sociais, de fornecer voz a todos.

Redes sociais são vistas como o Grande Equalizador. Elas permitem que qualquer pessoa ganhe influência com base nos seus

méritos ou posts/conversas.

Infelizmente, a busca pela monetização sustentável está levando os sites de mídias sociais a oferecerem sistemas que permitem

que as pessoas com dinheiro comprem essa influência.

É uma tendência perturbadora, e vou dizer exatamente o por que ao final do texto. Mas antes vamos ver alguns exemplos.

YouTube Super Chat

O YouTube habilitou nesta semana um novo recurso chamado Super Chat. É um recurso do tipo “pay to pin”, o que significa que,

durante streamings de vídeo ao vivo (em que os comentários chegam e somem em um instante), o seu dinheiro pode colocar e

manter seu comentário no topo da página. Você participa ao clicar em um sinal de dólar, informando então quanto quer gastar.

Quanto mais você paga, mais tempo seu comentário fica no topo, com o período máximo de cinco horas. Além disso, seu

comentário fica com uma cor diferente e permite usar mais caracteres, assim todo mundo sabe que você pagou. Os donos do canal

ficam com o dinheiro.

Spam, trolls e assédios podem ser policiados e moderados em tempo real pelo criador do vídeo, incluindo banir usuários e

criar uma lista negra com algumas palavras chave.

O Super Chat já está funcionando em canais selecionados do YouTube em 12 países. O recurso ficará disponível para mais

países, criadores e espectadores até o final de janeiro.

O Super Chat substituir o Fan Funding, que era basicamente apenas uma “jarra de gorjetas” para os espectadores contribuírem

com as suas personalidades favoritas do YouTube.

Em outras palavras, o YouTube migrou de um sistema que permitia que as pessoas contribuíssem a partir de um desejo de apoiar

uma personalidade para outro que as permite comprar influência que outras pessoas não podem pagar.

Tuítes promovidos

O Twitter pode ser uma mídia muito influente.

O novo presidente dos EUA Donald Trump, que ganhou as eleições em parte ao influenciar o público por meio do Twitter, uma vez

afirmou que o Twitter é “como ter o seu próprio jornal, mas sem os prejuízos”.

Algumas pessoas ganham influência no Twitter pela qualidade dos seus tuítes ou por outras razões. E a maioria dos principais

usuários são cantores, atores, comediantes ou celebridades profissionais, como Kim Kardashian.

Mas você também pode simplesmente comprar influência no Twitter.

A sua página de perfil tem um “house ad” para comprar influência pela seção “Sua atividade no Twitter”. Quando você clica no

link “Visualize seus principais tuítes”, é levado para um painel dos tuítes e comentários que tiveram mais engajamento.

Cada tuíte ou comentário possui um botão com os dizeres “Promova” (“Promote”). Ao clicar nele, você pode escolher quanto

gostaria de gastar para o Twitter dar mais alcance e engajamento para aquele tuíte - e mais influência do que o seu número de

seguidores lhe daria normalmente.

Posts turbinados no Facebook

O principal fluxo no Facebook para a maioria dos usuários é o Feed de Notícias, que normalmente traz apenas um pequeno

conjunto dos posts das pessoas que você segue. Você não vê todos eles, nem de perto.

Como já é de conhecimento geral, o Facebook usa algoritmos para julgar a validade dos posts no Feed de Notícias, e então te

mostra os posts que vão te interessar mais, pelo menos de acordo com o algoritmo.

No entanto, a maioria dos seus posts no Facebook não são mostrados no Feed de Notícias dos seus familiares, amigos, coletas,

clientes e fãs.

Mas eles podem ser entregues - por um preço, é claro. O Facebook fica mais do que feliz em vender publicidade para os seus

usuários. O sistema de posts pagos até permite que você determine especificamente os objetivos da maior parte dos “Likes” ou

melhor engajamento - em outras palavras, mais influência.

Nas páginas do Facebook, na verdade, todo post traz o botão “Impulsionar Post” para você comprar influência.

App.net cobrava pela entrada

Uma rede social alternativa chamada App.net, que fechou suas portas nesta semana, costumava cobrar pela admissão de novos

membros. Com isso, a plataforma era essencialmente um clube privado para pessoas ricas com renda descartável que excluía as

pessoas sem essa grana sobrando.

Os mais abastados amavam o site pela mesma razão que os membros de clubes de campo amam esses estabelecimentos; o preço da

entrada mantém o clube exclusivo.

Mais para o fim, antes de fechar as portas, o App.net chegou a amolecer sua política de monetização para um tipo de modelo

freemium.

As redes sociais devem vender influência?

À primeira vista, a tendência em direção a monetizar as redes sociais ao vender influência parece inofensiva o bastante.

O post do YouTube anunciando a chegada do Super Chat afirma que o recurso é uma maneira para “os fãs e criadores se

conectarem um com o outro” e permite aos fãs “receberem ainda mais atenção do seu criador favorito”.

Isso parece inocente o bastante. Mas vamos dar uma olhada nos comentários do YouTube na prática.

A realidade é que todo mundo que publica no YouTube, Twitter ou Facebook está fazendo isso para alcançar as pessoas.

As pessoas querem convencer as pessoas de um ponto de vista. Algumas vezes esse ponto de vista é oposto a outro ponto de

vista. Com o YouTube Super Chat, o ponto de vista apoiado pelo dinheiro acaba vencendo, já que quem tem dinheiro ganha o

direito de estar certo e vencer a discussão.

Já vimos trolls comprando anúncios no Twitter. Em maio de 2015, um troll comprou um anúncio de 25 dólares no Twitter pedindo

para pessoas transgênero cometerem suicídio. O Super Chat, do YouTube, também pode se mostrar atraente para os trolls,

especialmente pelo preço baixo de admissão, permitindo assim que machistas façam comentários contra mulheres e racistas

contra minorias, por exemplo. O YouTube vai deixar a cargo do criador do vídeo a tarefa de policiar e monitorar as atividades

do Super Chat, mas isso pode ser algo difícil de fazer quando você está focando sua atenção em fazer um vídeo ao vivo.

Esses sistemas de “pagar para ter influência” simplesmente transformam as redes sociais de uma esfera em que a influência é

atingida principalmente por mérito para algo em que os mais ricos podem pagar pela influência - e os mais pobres não.

Grupos diferentes tendem a possuir níveis diversos de renda disponível. Minorias, mulheres, imigrantes, pessoas mais jovens,

pessoas solteiras, moradoras de zonas rurais, todos costumam ter menos dinheiro. Então, em teoria, eles possuem menos

habilidade de comprar influência em algumas redes sociais e, portanto, possuem menos influência como grupos nas conversas

nacionais.

A disparidade em dinheiro disponível é significativa dentro dos países, mas pode ser astronômica entre eles.

Na Austrália, por exemplo, o salário mínimo consiste em 13 dólares por hora, o que significa que pagar 5 dólares pelo Super

Chat custa menos de uma hora de trabalho por lá.

Já na Tanzânia, na África, o salário mínimo consiste em 10 centavos de dólar por hora, o que significa que um trabalhador

daquele país precisa trabalhar 30 horas para comprar 5 dólares de influência. Na prática, a influência no Super Chat está

além do alcance da maioria dos moradores de lá.

A verdade inconveniente sobre a política do Super Chat, do YouTube, significa que os moradores de alguns países podem comprar

influência com facilidade, enquanto que outros não possuem o mesmo privilégio.

O mesmo vale para o Twitter e o Facebook.

É assim que a interação nas redes sociais deveria funcionar? Os sistemas de monetização das plataformas devem mesmo

privilegiar os grupos e países já privilegiados?

A maneira certa de monetizar redes sociais

O Super Chat, do YouTube, está sendo comparado em reportagens ao Twitch Cheering, que foi lançado no meio do ano passado - o

Twitch é a plataforma de vídeo ao vivo da Amazon, focada principalmente em games.

O recurso Cheering permite que as pessoas comprem os chamados “Bits”, que podem ser adicionados aos comentários na forma de

Bit Emoticons durante streamings de vídeos em tempo real. Os Bit Emoticons são animados e seu tamanho, cor e formato são

determinados pelo número de Bits usado para pagar por eles.

A comparação entre o YouTube Super Chat e o Twitch Cheering é ruim. Por que? O Cheering não impulsiona a influência. As

mensagens são tratadas da mesma forma que as outras, e somem da tela tão rapidamente quanto as outras.

Então o Twitch está fazendo isso melhor do que o YouTube, monetizando a plataforma ao permitir que as pessoas que doam

mostrem sua doação juntamente com o seu comentário, sem favorecer aquele comentário ou fazer com que tenha uma posição

dominante sobre outros comentários naquele vídeo.

A maneira tradicional de monetizar as redes sociais e conteúdos é por meio de publicidade, um modelo que acredito ser o mais

ético para se monetizar online. A publicidade é igualitária porque quem não pode comprar os produtos anunciados ainda recebe

o conteúdo, a interação e a influência sem pagar nada.

O site de tecnologia The Information cobra uma mensalidade para os internautas lerem seus artigos. Mas isso também é justo,

já que é apenas um produto com um preço - os leitores não ganham uma vantagem em termos de influência.

Estou muito interessado na nova direção do Medium. A plataforma social de blogs long-form recentemente dispensou parte da sua

equipe e anunciou que seu modelo de monetização não está funcionando. Em vez disso, a empresa pretende implementar um novo

sistema em que os autores são recompensados “com base no valor que estão criando para as pessoas”. Não sei o que isso

significará na prática, mas, na teoria pelo menos, parece o oposto de pagar para ter influência.

Existem muitas maneiras para se monetizar sites sociais. Mas fico incomodado com a tendência de vender influência e

desigualdade como parte do modelo de negócios.

As redes sociais costumavam fornecer um nível igual para admissão e influência com base em mérito. E é assim que deveria

continuar sendo.

Vamos apoiar as redes sociais que fornecem um modelo igualitário para todas as vozes - não as que lucram com a desigualdade.


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(Fonte: Mike Elgan, Computerworld / EUA) - 16/01/2017
Golpe que promete mudar cor do WhatsApp já enganou mais de 1 milhão

Cibercriminosos exigem que usuários compartilhem link malicioso com 10 amigos para ativar falso recurso no aplicativo.

Um novo golpe que promete mudar a cor do WhatsApp já enganou mais de 1 milhão de pessoas, de acordo com a PSafe. Segundo a

empresa de segurança, os criminosos utilizam a falsa promessa de personalizar o app de mensagens com a cor favorita da pessoa

para enganar os usuários.

Por meio de um link disseminado no próprio WhatsApp, o golpe promete ao usuário a possibilidade de ativar uma suposta nova

função do aplicativo que permitiria sua personalização com a cor desejada.

Depois, como costuma acontecer em ameaças do tipo, os criminosos solicitam que o usuário compartilhe o link em questão com 10

amigos e 5 grupos no app para conseguir então ter a suposta função ativada (veja foto abaixo).

Ao clicar no link, a vítima é direcionada para uma página maliciosa que induz a instalação de outros apps, que não

necessariamente contêm vírus, mas permitem que os hacker ganhem dinheiro com isso.


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(Fonte: Da Redação) - 16/01/2017
7 formas para ajudar vítimas da guerra na Síria pela Internet

Reunimos formas práticas de apoiar as vítimas da guerra que assola a Síria há quase 6 anos; doações, informação e apoio estão entre elas

A guerra na Síria caminha para o seu sexto ano e o saldo do conflito o coloca como uma das maiores tragédias da história recente da humanidade.

Segundo a ONU, mais de 400 mil pessoas foram mortas e cerca de 5 milhões de cidadãos foram obrigados a deixar seus lares.

Alepo, principal área atingida pela guerra, já foi o maior centro financeiro e industrial da Síria, com população de 2,3 milhões de habitantes. Imagens de completa destruição, bombardeios em escolas e hospitais e relatos de que mulheres preferiam tirar as próprias vidas por medo de serem capturadas e estupradas pelas forças do regime de Bashar al-Assad indignam mundo afora.

Diante de um cenário inimaginável de horror e desespero, nos questionamos o que é possível fazer para ajudar uma realidade que reforça nosso sentimento de impotência.

Abaixo, listamos algumas formas práticas de contribuir com as vítimas da guerra ao alcance do seu computador.

1. Mantenha-se informado
A crise que assola a Síria é um quebra-cabeça complexo. O ditador Bashar Al-Assad se encontra há mais de 13 anos no poder, tendo recebido o cargo de seu pai, no comando do país por 30 anos.

O país trava uma luta sangrenta pela sua democracia desde 2011. O governo atacou civis e rebeldes usando forças do exército e a oposição também se armou, eclodindo a guerra.

A entrada do Estado Islâmico fragilizou ainda mais o território sírio, com o grupo terrorista tendo invadido algumas cidades. A cidade de Palmira, no centro da Síria, considerada patrimônio mundial da humanidade pela Unesco, foi tomada e destruída pelo EI.

Analistas do conflito já afirmaram à imprensa não conseguirem vislumbrar uma saída ou mesmo um futuro próspero para a Síria. Em um contexto tão fragmentado e complexo, é importante se manter informado e engajar pessoas próximas sobre a realidade das vítimas e dos confrontos.

Documentários disponíveis na Internet podem lhe dar uma melhor contextualização sobre o tema. O Netflix disponibilizou neste ano um relato sobre o trabalho dos "Capacetes Brancos", organização que procura e salva vítimas em regiões controladas por grupos rebeldes. Além de documentários, as redes sociais têm sido o canal de muitos sírios para expor os horrores da guerra. A pequena Bana Alabed, de sete anos, com ajuda de sua mãe, a ativista Lina Al-Shami, chamou a atenção do mundo ao falar sobre a destruição de Aleppo em sua conta @AlabedBana no Twitter.

Com seus 360 mil seguidores, a menina se tornou um símbolo da tragédia da guerra civil. Bana e sua família conseguiram deixar a cidade síria durante o recete acordo de cessar-fogo e atualmente se encontram na Turquia.



2. Apoie a Capacetes Brancos
Segundo o site da organização de voluntários sírios, eles já salvaram mais de 73 mil vidas desde 2013. Os voluntários costumam ser os primeiros a chegar aos locais bombardeados e ajudam no resgate e nos cuidados médicos das vítimas da guerra civil.

Seu trabalho foi candidato ao Prêmio Nobel da Paz de 2016. Doações podem ser feitas pelo site do “Capacetes Brancos”. Com cinco dólares, é possível cobrir um par de óculos de segurança para voluntários, enquanto US$ 89 vão para pagar por um kit de primeiros socorros. Doações também cobrem equipamentos maiores e cuidados médicos dos próprios voluntários que se arriscam para salvar as vítimas. Doe aqui.

3. Ajude o Movimento Internacional da Cruz Vermelha
A organização auxilia na retirada de civis feridos das regiões mais suscetíveis aos bombardeios, principalmente em Alepo. Você pode apoiar seus esforço doando aqui.

4. Ajude o Comitê Internacional de Resgate
Responsável por assistir pessoas que estão fugindo de guerras ao redor do mundo, inclusive os refugiados sírios. Você pode contribuir com doações por meio do site oficial.

5. Ajude o Salve As Crianças
A ONG auxilia crianças e seus familiares a fugirem dos conflitos. Entre os trabalhos de voluntariado que a instituição cobre estão a oferta de suprimentos, incluindo alimentos e kits médicos. Além disso, a Save the Children tem concentrado esforços para programas de proteção e educação para crianças em Alepo impactados pela guerra civil. Para doar, acesse o site.

6. Apoie o Médicos Sem Fronteiras
A organização apoia oito hospitais no leste de Alepo por meio do fornecimento de suprimentos médicos. A MSF também mantém seis instalações médicas no norte da Síria e apoia mais de 150 hospitais e centros de saúde pelo país, sendo muitos deles em áreas sitiadas. Doações são fundamentais para continuar a atuação da ONG. Saiba como ajudar por meio do site.

7. Apoie os refugiados
A guerra causou a maior crise humanitária mundial dos últimos 70 anos. A estimativa é que ao menos 5 milhões de sírios tenham deixado o país em busca de sobrevivência. Segundo a Organização Internacional para a Migração, ao menos 3.370 refugiados, muitos deles sírios, morreram afogados em 2015 ao tentar chegar à Europa pelo Mediterrâneo.

Em 2013, o governo de Dilma Roussef passou a facilitar o ingresso de sírios ao permitir que viajassem ao País com um visto especial, mais fácil de ser obtido. Modalidade também estendida a haitianos. Desde então, cerca de 2 mil cidadãos sírios chegaram ao país. A iniciativa brasileira era considerada exemplar pelo Acnur (agência da ONU para refugiados). No entanto, o atual governo de Michel Temer segue nova e restritiva postura quanto à recepção de estrangeiros, tendo suspendido negociações que mantinha com a União Europeia.

Uma forma de ajudar os refugiados no Brasil é valorizar iniciativas, por exemplo, que ajudem na recepção e integração deles. Plataformas como a Migraflix se comprometem a ajudar refugiados ao dar protagonismo aos mesmos. Conheça sobre a iniciativa aqui.

E você conhece alguma outra forma de ajudar as vítimas da guerra na Síria? Deixe sua sugestão nos comentários.

(Fonte: Carla Matsu) - 09/01/2017
Eleven, de Stranger Things, anuncia vinda ao Brasil em maio de 2017

Atriz Mille Bobby Brown participará de evento em SP e no RJ no final de semana de 20 e 21 de maio do próximo ano.




A atriz Millie Bobby Brown, que ficou mundialmente conhecida nesta ano por interpretar a personagem Eleven na série Stranger Things, do Netflix, anunciou nesta quinta-feira, 22/12, que virá ao Brasil em 2017.

De acordo com um vídeo publicado pela jovem atriz em sua página no Facebook, ela virá ao país em maio do próximo ano para a convenção Upside Down Weekend, que acontece em 20/5 em SP e no dia seguinte no RJ.

Além disso, Millie também participará das versões argentina e chilena da convenção Comic Con, que aconteceu recentemente na capital paulista.

“Estou muito empolgada por ver vocês. Preparem as suas fantasias”, afirmou a atriz no vídeo (veja abaixo).

(Fonte: Da Redação) - 09/01/2017
Cientista brasileira é eleita uma das mais influentes de 2016 pela Nature

Epidemiologista Celina Turchi foi reconhecida pela descoberta da relação entre microcefalia e o vírus zika

A epidemiologista brasileira Celina Turchi foi eleita pela revista " Nature" como uma das cientistas mais influentes do mundo em 2016.

Celina foi reconhecida pelo seu trabalho que descobriu a relação da microcefalia e a infecção pelo vírus Zika.

Pesquisadora da Fiocruz no estado de Pernambuco, Celina é especialista em doenças infecciosas, com mestrado pela London School of Hygiene & Tropical Medicine e doutorado pelo Departamento de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo.

A falta de testes confiáveis sobre o vírus e nenhum consenso da comunidade em relação à definição de microcefalia foram apontados por Celina, em entrevista à "Nature", como alguns dos principais desafios da pesquisa.

A cientista realizou uma verdadeira força-tarefa para seguir a investigação, que incluiu formar uma rede de especialistas em doenças infecciosas, pediatras, neurologistas e biólogos especializados em reprodução. A articulação foi essencial para gerar evidências suficientes que ligassem a infecção por zika e a doença no primeiro trimestre da gravidez.

Os resultados preliminares do trabalho da pesquisadora e equipe foram publicados pela revista “Lancet Infectious Diseases” em setembro deste ano.

Segundo Richard Monastersky, editor da "Nature", a lista das dez pessoas mais influentes se baseia nos avanços revelados pelas pesquisas desenvolvidas por elas. Outros escolhidos foram a argentina Gabriela González, líder do projeto Ligo (sigla em inglês para Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory), que conseguiu identificar pela primeira vez as ondas gravitacionais.

O espanhol Anglada Defendi foi reconhecido por ter descoberto um planeta parecido com a Terra próximo da estrela Alpha Centauri.

O especialista em fertilidade John Zhang, responsável pela técnica de reprodução assistida que usou o DNA de três pais diferentes para gerar um bebê, também entra na lista.

Demis Hassabis, especialista em inteligência artificial e cofundador da DeepMind, foi destacado por ter desenvolvido o programa AlphaGo. A tecnologia conseguiu superar neste ano as habilidades do campeão mundial do jogo oriental milenar Go.

Alexandra Elbakyan também integra a seleta lista pelo site Sci-Hub. A cientista da informação desafiou as publicações científicas convencionais ao disponibilizar ilegalmente na internet 60 milhões de artigos.

Crédito Foto: Carlos Siqueira/Reprodução UFG

(Fonte: Da Redação) - 02/01/2017
Listando: 535 de 1515

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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.