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Impressoras 3D viram "artigo popular"

Falta um lustre na sua casa? Talvez pratos. Um mouse para o seu computador. Ou, quem sabe, você acha que seu celular não tem personalidade e gostaria de mudar seu design.

E se você pudesse imprimir tudo isso em casa, sozinho, com a cara que quisesse? Pois as impressoras 3D, antes confinadas ao setor de protótipos, já permitem isso.

São aparelhos que usam técnicas variadas --da deposição da resina plástica à moldagem de objetos com pó e laser-- para construir peças criadas em programas de computador do tipo CAD, para desenho tridimensional.

Com o barateamento e a rápida evolução da tecnologia, o consumidor logo poderá fazer isso em casa, assumindo maior controle sobre a forma de seus objetos pessoais e reduzindo drasticamente os custos para iniciar um pequeno negócio.

"Você não precisará mais de um aparato industrial enorme para fabricar esses objetos que visam o consumidor", disse à Folha o pesquisador Peter Schmitt, 33, que acaba de defender seu doutorado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) sobre o tema.

Schmitt desenvolveu para sua tese um relógio de parede totalmente fabricado por uma impressora 3D. Ele já é "impresso" montado, com as engrenagens encaixadas, pronto para funcionar.

CONSUMIDOR

As impressoras 3D não nasceram agora. Há pelo menos dez anos elas são bastante utilizadas para construir protótipos. O que mudou é que finalmente elas chegaram a um estágio, tecnológico e de custo, que permite seu uso comercial. O próximo passo é o consumidor.

Hoje, uma pequena impressora 3D pode ser comprada por US$ 2.000 (R$ 3.200 --uma de maior porte, do tipo que fez o relógio e que é voltada para empresas, pode sair por US$ 40 mil).

A Folha viu uma das versões pequenas em ação, enquanto produzia uma peça de xadrez.

O trabalho todo levou duas horas e basicamente consistia em uma pequena máquina robótica que derretia um fio de resina plástica do tipo ABS (sigla em inglês para acrilonitrila butadieno estireno) e depositava, em camadas ultrafinas, até que o objeto estivesse formado.

A perfeição do produto final varia de acordo com o número e com a espessura dessas camadas.

É difícil imaginar que hoje muita gente vá comprar algo assim para manter em casa e produzir pequenas peças --até porque é preciso entender um pouco de programação, ou de CAD, para mandar imprimir o tal objeto.

NÃO NA CHINA

Mas a pesquisa atual avança para uma linguagem mais simples e amigável para o usuário.

Schmitt diz que as máquinas atuais estarão obsoletas em cinco anos e compara os efeitos de sua eventual popularização com os efeitos dos softwares de música sobre a indústria fonográfica e a mentalidade do consumidor.

"Havia as grandes gravadoras, que mantinham os artistas por contrato e distribuíam sua musica ao público. Hoje, os softwares permitem que você se grave e venda seu material para as pessoas diretamente, em MP3."

A indústria também pode se beneficiar dessa massificação das impressoras.

Hoje elas produzem objetos inteiriços, não maiores do que 40 cm ou 50 cm, a partir de plástico e ligas metálicas específicas, afirma Schmitt.

Mas a indústria aeronáutica trabalha para mudar isso, e, uma vez que essa capacidade seja ampliada, os usos serão virtualmente ilimitados, diz ele. O trabalho humano ficará só na criação.

"Você poderá imprimir um carro em qualquer lugar, pelo mesmo preço. Não precisaremos fabricar as coisas na China porque lá os custos de produção são menores", diz Schmitt, exibindo um pequeno carro impresso no MIT de uma só vez, sem encaixes.

"E poderemos produzir por demanda, muito mais rapidamente", complementa.

Custos de transporte praticamente inexistiriam. O conceito de estoque iria se transformar. O de design também, já que, como explica Schmitt, objetos grandes e pequenos têm sua forma hoje ditada também pelas limitações de maquinário, que impõem encaixes e montagens.

(Fonte: LUCIANA COELHO EM BOSTON ) - 21/02/2012
China anuncia sistema próprio alternativo ao GPS

O sistema de navegação e posicionamento por satélite desenvolvido pela China para reduzir a dependência das tecnologias estrangeiras lançou o primeiro serviço, limitado geograficamente, anunciou a agência oficial Xinhua.

A China começou a trabalhar em um sistema próprio em 2000, para não depender do GPS (Global Positionning System) americano, do Galileu, o projeto de navegação via satélite da União Europeia, ou do russo Glonass (Global Navigation Satellite System).

O sistema Beidu (Ursa Maior) cobre a China e as "regiões vizinhas", segundo a Xinhua. Pequim planeja lançar seis satélites em 2012 para ampliar sua cobertura para quase toda a região Ásia-Pacífico.

(Fonte: DA FRANCE-PRESSE, EM PEQUIM ) - 21/02/2012
Google planeja sistema de reprodução de música para residências

O Google deve lançar ainda este ano um sistema de reprodução de música para o lar com sua própria marca que representaria sua entrada na produção de hardware, informou o "Wall Street Journal".



A informação, que cita fontes conhecedoras dos planos do Google, não foi confirmada oficialmente pela companhia, embora seja consistente com os anúncios feitos nos últimos meses por essa gigante do Vale do Silício.



O futuro dispositivo de entretenimento doméstico tem como objetivo principal a reprodução de música hospedada nos servidores do Google e transmitida a alto-falantes sem fio a partir de tablets ou smartphones.



Em uma fase posterior, o dispositivo doméstico poderia reproduzir outros formatos digitais, como vídeos.



A presença do Google nos lares não é nova, mas até então a empresa confiara em fabricantes de eletrônica para fazer chegar seus produtos, tais como a Logitech, que leva a Google TV aos televisores, e companhias como a Sony, que integraram a Google TV em seus aparelhos.



O mesmo ocorre no mercado da telefonia de alta qualidade, no qual o Android, sistema operacional criado pelo Google, é o software predominante, apesar de a empresa o oferecer gratuitamente a fabricantes como Samsung e HTC, que comercializam a tecnologia com sua marca.



A decisão de vender dispositivos próprios aproximaria a estratégia do Google à da Apple, cujo iPhone é o modelo de smartphone mais vendido do mundo.

(Fonte: DA EFE, EM LOS ANGELES ) - 21/02/2012
Aplicativo quer tornar a rede social mais pessoal

Interessado em compartilhar detalhes mais pessoais de sua vida com um pequeno grupo de amigos, e não com uma grande rede? Um aplicativo chamado Path pode ajudar.

Originalmente concebido como uma maneira de postar fotos e vídeos dirigidos a familiares e amigos próximos, o aplicativo foi relançado neste mês como um "diário inteligente", que permitirá que os usuários compartilhem mais informações sobre suas vidas.

"Por o Path ser uma rede menor, criada para as pessoas que você ama --seus parentes e seus melhores amigos--, as pessoas se dispõem a compartilhar conteúdo mais íntimo", disse Matt Van Horn, vice-presidente da Path.

Ele acrescentou que, embora alguns dos detalhes da vida possam parecer irrelevantes se transmitidos às massas, talvez sejam vistos sob uma luz diferente quando compartilhados com pessoas mais próximas.

"Uma foto que o mostre na varanda com sua irmã, se postada em uma rede maior pode não interessar. Mas se sua mãe, que mora no outro lado do país, puder vê-la, será algo mágico", disse.

O aplicativo também aprende sobre os hábitos de um usuário --seus lugares esportivos, por exemplo-- e pode reconhecer desvios com relação a padrões e divulgá-lo em seu "path" (caminho, em inglês), ou seja, a corrente social que fica visível para seus contatos.

Inspirado pelo trabalho do antropólogo britânico Robin Dunbar, da Universidade de Oxford, o Path limita a 150 pessoas o número de conexões de cada usuário. Esse é considerado o número máximo de relações confiáveis que uma pessoa pode ter, e é uma função direta de nossa biologia.

O usuário médio do Path tem de cinco a dez contatos.

Desde seu relançamento, o Path experimentou um forte crescimento em seu número diário de visitantes, de 30 vezes se comparado ao começo, de acordo com seus criadores.

Embora o aplicativo seja gratuito, alguns de seus recursos são pagos. Mas a empresa diz que o site não veiculará publicidade.

"Acreditamos em criar produtos de qualidade pelos quais nossos usuários desejarão pagar", disse Van Horn.

Disponível para os sistemas operacionais iOS e Android, o Path se integra ao Twitter, Facebook, Foursquare e Tmblr, para permitir posts em múltiplas redes sociais.


(Fonte: DA REUTERS, EM TORONTO ) - 21/02/2012
Google reforça segurança em loja de aplicativos Android

O Google vem policiando discretamente a sua loja on-line já há alguns meses, em reconhecimento à crescente possibilidade de ameaças ao seu sistema operacional Android, cuja popularidade cresce cada vez mais.

O novo xerife é o Bouncer, um serviço de segurança que o Google desenvolveu para avaliar novos aplicativos carregados pelos seus programadores no Market, a loja de aplicativos do Android.

O Bouncer faz uma busca em softwares procurando por comportamentos potencialmente nocivos e analisa as contas de novos programadores a fim de impedir que "reincidentes" distribuam seus produtos, informou o Google, acrescentando que esse esforço intensificado vem dando frutos.

"Embora não seja possível impedir que más pessoas criem malware, o indicador que mais importa é determinar se esses maus aplicativos estão sendo baixados do Android Market --e sabemos que o volume vem caindo significativamente", afirmou Hiroshi Lockheimer, vice-presidente de engenharia na divisão Google Android, em um post no blog da empresa quinta-feira.

Com a implementação do Bouncer, o Google registrou queda de 40% no número de "downloads potencialmente nocivos" no Android Market, em um momento no qual a proliferação de malware estava começando a se tornar um problema, de acordo com o executivo.

A Lookout, uma empresa de pesquisa sobre segurança na computação, publicou um relatório em dezembro no qual estimava que mais de US$ 1 milhão haviam sido roubados de usuários do Android em 2011 como resultado do download de software nocivo, e alertou que o montante cresceria dramaticamente.

Kevin Mahaffey, cofundador da Lookout, elogiou as ações do Google.

"É excelente que o Google esteja trabalhando com a comunidade do Android a fim de oferecer uma alternativa a um processo manual de avaliação, porque isso permite que os programadores inovem rapidamente e ao mesmo tempo reforça a segurança básica dos usuários do Android", disse Mahaffey.

O Bouncer representa uma atitude nova para o Google, que até recentemente alardeava sua postura de não intervenção no mercado de aplicativos --distinta da adotada pela Apple, que é notória por submeter os aplicativos a um rigoroso processo de seleção antes de permitir que sejam baixados.

(Fonte: DA REUTERS ) - 21/02/2012
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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.