Minerar bitcoins por conta própria não é uma boa ideia: os custos de eletricidade serão maiores do que qualquer bitcoin minerado. A saída é se juntar a um pool de mineração
Convenhamos, o bitcoin é extremamente confuso. E aqui estão as más notícias: o fato de você estar lendo isso agora significa que você já está atrasado no jogo e será difícil gerar algum lucro na mineração das moedas. No entanto, se você quiser tentar sua sorte na mineração dos bitcoins, aqui apresentamos um guia voltado para iniciantes no assunto.
Após uma desvalorização em 2016, o valor do bitcoin se recuperou e superou o valor do ouro. No momento, um único bitcoin é negociado em cerca de US$ 11.500,00, de acordo com a Coindesk. Mas apesar disso, a moeda mais popular entre as criptomoedas está sob ameaça de várias outras mais recentes, incluindo a Ethereum.
Se você está ficando confuso sobre o que estamos falando, por favor, deixe-nos explicar.
O que é bitcoin?
É uma moeda digital que opera independentemente de um banco central. A criptografia é usada para regular a geração de unidades bitcoin e a transferência da moeda.
Onde está o valor no bitcoin?
Em essência, quanto mais bitcoins forem minerados ou "encontrados", mais difícil é encontrar mais moedas. Embora, uma vez tenha sido possível usar um computador de alta potência para minerar bitcoins por conta própria em casa, a grande popularidade da mineração da moeda significa que, agora, é viável apenas se juntar a um pool de mineradores, onde o seu computador é usado para minerar bitcoins com outros computadores.
Sem ficar restrito aos aspectos técnicos, grupos de computadores em um pool de mineradores estão "triturando" números para formar um bloco. Para cada bloco minerado, o grupo recebe 25 moedas.
E colocando um pouco as coisas em perspectiva, é maluco pensar que alguns analistas acreditavam, em 2015, que o bitcoin estava condenado, quando seus valores chegavam aos 200 dólares.
Você pode ficar rico com o Bitcoin?
Como mencionamos na introdução, nos dias de hoje é difícil ter algum lucro minerando bitcoins. Mas já foi algo lucrativo, especialmente para os primeiros adeptos da moeda virtual.
Por exemplo, o Guardian relata que um homem norueguês, com o investimento de US$ 27 em bitcoins, obteve uma poupança inesperada de US$ 886 mil quatro anos depois.
"Kristoffer Koch investiu 150 coroas (cerca de US$ 27) em 5 mil bitcoins em 2009, depois de descobrir a moeda quando escrevia uma tese sobre criptografia. Ele esqueceu da existência dos bitcoins até surgir uma ampla cobertura da imprensa sobre a moeda digital descentralizada peer-to-peer em abril de 2013", reporta o Guardian. Naquele momento, as moedas que custaram, inicialmente, 27 dólares valiam uma pequena fortuna, cerca de 886 mil dólares.
Comece com a mineração de bitcoin e gere seus próprios bitcoins
Digamos que você tente minerar um bloco de bitcoins com apenas um computador doméstico. Bem, esta é uma má ideia: os custos de eletricidade serão maiores do que o dinheiro que você faz de qualquer bitcoin encontrado e você pode ter que aguardar meses ou mais - antes de receber qualquer retorno. Ao se juntar a um pool, você deve receber pagamentos menores, mas de forma mais regular.
No entanto, você pode ficar sem dinheiro algum mesmo se você se unir a um pool como o Slush Bitcoin, um dos mais populares. Quando um bloco for concluído, você receberá uma parcela baseada no número de outros "trabalhadores" que ajudaram a construir o bloco. Uma taxa de cerca de 2% será deduzida e você pode receber apenas a metade da quantia que você gastou nos custos de eletricidade
Claro, você pode ainda executar o software de mineração em um computador para o qual você não paga a conta de eletricidade, mas não recomendamos executá-lo
em seu PC do trabalho.
Então, se você ainda estiver interessado, aqui está um guia simples passo a passo para começar com a mineração de bitcoins.
Passo 1. Você precisará de uma "carteira" para começar. Isso é um pouco como uma conta PayPal onde seus bitcoins podem ser armazenados. Você pode armazenar esta carteira online ou localmente no seu computador. Você precisará baixar um grande "arquivo de cadastro de blocos" para usar uma carteira. Para uma carteira online, você pode tentar a coinbase.com. Com uma conta, você pode comprar, usar e aceitar Bitcoins.
Passo 2. Junte-se a um pool, como o pool de bitcoins Slush. Mas vale ressaltar que há sempre o perigo de que o proprietário do pool possa manter todos os 25 bitcoins quando um bloco é extraído, uma vez que as 25 moedas completas são pagas a uma pessoa: o proprietário do pool.
Isso quer dizer que você precisará escolher um dono de pool confiável. O pool da Slush foi o primeiro e vem operando desde dezembro de 2010. Com as próprias palavras do site, tem uma "longa história de pagamentos estáveis ??e precisos".
Passo 3. Instale um minerador de bitcoins no seu PC. Existem dois tipos: CPU e GPU. Para iniciantes, o minerador GUI da Kiv é recomendado.
Etapa 4. Faça login na sua conta do pool do Bitcoin e insira o endereço da carteira. Você poderá obter isso, verificando sua conta da carteira que você criou na etapa 1.
Passo 5. Registre seus trabalhadores. Cada trabalhador é uma sub-conta dentro da sua conta de pool do Bitcoin. Você pode ter mais de um funcionário em execução em cada computador.
Passo 6. Por fim, digite suas credenciais de trabalho no seu software de mineração Bitcoin e, em seguida, insira a URL do grupo principal para que seus funcionários possam começar a mineração.
A fabricante dinamarquesa de brinquedos Lego está se unindo à gigante chinesa Tencent Holdings para desenvolver jogos online e potencialmente uma rede social voltada para crianças chinesas.
A Lego, uma empresa de capital fechado, tem registrado uma desaceleração no crescimento das vendas nos últimos anos, mas o mercado chinês tem sido um ponto brilhante, com vendas crescendo entre 25 e 30 por cento em 2016.
A dinamarquesa está competindo com a Mattel, fabricante das bonecas Barbie, e a Hasbro, empresa por trás de My Little Pony, por uma fatia do mercado chinês de brinquedos e jogos avaliado em 31 bilhões de dólares.
A Lego disse na segunda-feira que a parceria com a Tencent, maior rede social e empresa de jogos da China, tem como objetivo criar um ambiente online seguro que abranja conteúdos, plataformas e experiências adaptadas às crianças chinesas.
"O que estamos procurando agora com Tencent é apenas para encontrar formas mais criativas ... (de) chegar a crianças e criar conteúdo personalizado com a Tencent, neste caso, video games", disse chefe da Lego na China, Jacob Kragh, à Reuters na segunda-feira em evento conjunto com a Tencent em Pequim.
A parceria prevê o desenvolvimento de uma zona de vídeo Lego para crianças na plataforma de vídeo Tencent, bem como jogos licenciados da marca Lego, disse a fabricante de brinquedos.
A parceria também inclui o Lego Boost - um conjunto de construção e codificação que permite que as crianças transformem suas criações em objetos em movimento - e a explorarão do desenvolvimento de uma rede social conjunta para crianças na China.
A Tencent é a empresa mais valiosa da Ásia com valor de mercado de 537 bilhões de dólares.
Em outubro, falamos sobre o novo headset de realidade virtual do Facebbook, o Oculus Go. Independente, ele funciona sem estar conectado a um smartphone, desenvolvido para ser "o headset de VR mais acessível da história".
Mas, agora, no palco da CES de 2018, ficamos sabendo que a novidade está sendo fabricada pela chinesa Xiaomi, e, por dentro, o headset conta com um processador da Qualcomm, o Snapdragon 821. Custando apenas US$ 199, o Oculus Go já ganhou um "irmão gêmeo" para o mercado chinês, chamado Mi VR Standalone, da Xiaomi.
A fabricante oriental decidiu pegar o mesmo hardware do Oculus Go e replicar em um produto próprio exclusivo para o mercado chinês. Ainda não se sabe quando o "copycat" será lançado na China, mas o Facebook já havia prometido o lançamento do novo Oculus para o início deste ano.
Oculus Go
Foto: Canaltech
O Telegram deve ser o próximo grande player do mercado de tecnologia a entrar no mundo das criptomoedas. De acordo com informações ainda não divulgadas oficialmente, mas confirmada por fontes ligadas aos trabalhos, o CEO da empresa responsável pelo mensageiro, Pavel Durov, estaria acompanhando pessoalmente a criação de um dinheiro próprio para o aplicativo, que deve potencializar, principalmente, o sistema de pagamentos da solução.
Batizada de Gram, o criptodinheiro ainda não teria lançamento marcado, mas já contaria com planos ambiciosos, podendo representar nada menos do que a maior oferta inicial de moedas já feita na história desse segmento. A ideia de Durov seria usar a venda das primeiras unidades da tecnologia, com previsão de arrecadação na casa dos US$ 500 milhões, para financiar o desenvolvimento posterior da blockchain proprietária usada para transações e validações. A ideia é que, em seus dias iniciais, o valor total da categoria varie entre US$ 3 bilhões e US$ 5 bilhões.
Assim, entraria em funcionamento também a Telegram Open Network (TON, para os íntimos), o primeiro grande passo da companhia para fora do mundo dos mensageiros e de soluções ligadas à comunicação entre pessoas. É daí que vem a segurança que Durov, espera, ver refletida nos investimentos iniciais - estamos falando de uma companhia sólida e reconhecida, e não de uma startup com boas ideias mas pouco além disso para provar seu caráter.
A blockchain proprietária utilizaria a base de mais de 180 milhões de usuários do Telegram como base, tornando-se, também, uma das maiores redes iniciais do segmento - e, possivelmente, uma das mais rapidamente adotadas em grande escala. Uma das grandes inspirações seria o WeChat, da China, que apresenta ideias semelhantes em termos de adoção, mas sem a utilização de uma moeda própria e descentralizada.
A promessa é de uma capacidade de um milhão de transações por segundo e alta escalabilidade, na medida em que a utilização da moeda terá crescimento acelerado, mas ainda assim, menos que o da base de usuários da solução de mensagens instantâneas em si. Nos documentos obtidos pela imprensa internacional, a empresa soa confortável com o crescimento rápido da proposta, justamente por conta dessa capacidade incrementada pelo gigantesco número de utilizadores.
Um dos principais motes por trás da Gram também tem a ver com os próprios problemas do CEO com o governo russo. Com a criptomoeda proprietária, o Telegram deseja descentralizar o envio internacional de dinheiro, prometendo uma alternativa sem taxas e feita de maneira instantânea e segura, graças aos sistemas de criptografia já usados hoje na troca de mensagens.
Além disso, medidas contra a especulação também serão tomadas. O Telegram vai reter 52% do total de Grams disponíveis, além de dedicar 4% do todo apenas aos esforços de desenvolvimento dessa solução. As moedas poderão ser vendidas tanto em câmbios externos quanto no próprio aplicativo, com uma equipe dedicada a acompanhar seus movimentos e lidar com tentativas de fraudes e manipulação monetária.
O lançamento da criptomoeda estaria sendo preparado para março, com o início da oferta inicial, mas desde já, Durov já estaria entrando em contato com investidores em potencial para ventilar a ideia e, principalmente, lançar a modalidade contando com o apoio de gente de renome, o que deve trazer ainda mais credibilidade à iniciativa. Os movimentos, de acordo com as fontes que revelaram toda a história à imprensa, estariam dando certo, com grandes empresas russas de tecnologia e capital, principalmente, de olho em tudo o que está acontecendo.
A adoção pública, entretanto, deve demorar mais, com o Telegram fazendo planos para o primeiro trimestre do ano que vem. A carteira virtual de Grams, por exemplo, seria liberada no quarto trimestre de 2018, depois da chegada de todos os sistemas de segurança e criptografia relacionados à blockchain em si.
Telegram
Foto: Divulgação / Canaltech
Prestes a lançar novidades na CES 2018, em janeiro, a LG revelou nesta quinta-feira (28) a sua nova linha de alto-falantes
inteligentes ThinQ, equipados com o Google Assistente.
O produto promete uma tecnologia de som melhor do que as já conhecidas, além de suporte a áudio de alta resolução sem falhas,
reproduzindo sons "mais quentes e naturais", e a opção de purificador de ar com ativação por comando de voz.
Acompanhando a nova linha está o SK10Y, um alto-falante para televisões e com suporte a Chomecast; sistema Dolby Atmos, para
evitar falhas de áudio; e o Height Elevation, produzido pela Meridian, para balancear o som de acordo com os níveis da tela.
Foto: Canaltech
Ainda está prevista a chegada dos alto-falantes Bluetooth da série PK, também produzidos pela Meridian, para criar graves
poderosos sem distorção, e novos alto-falantes para festas capazes de gerar até 1.800W de potência, acompanhando modos de
karaokê e DJ.
A LG ainda não divulgou detalhes sobre os produtos, deixando as principais informações para a apresentação na CES, que
acontece nos dias 7 e 12 de janeiro, em Las Vegas.







