Tal como você, sou um Canaltecher. Alguém que gosta muito de tecnologia e incorpora essa paixão no dia a dia. Não só busco me
atualizar quanto aos lançamentos de celulares e outros gadgets de uso pessoal, como também, utilizo ferramentas inovadoras
para aumentar minha produtividade no trabalho.
Legal hack
Foto: paulmhill/Depositphotos / Canaltech
Imagine, então, minha felicidade ao ter sido convidado como colunista jurídico do Canaltech para acompanhar o Legal Hack ,
hackathon com o objetivo de criar soluções para combater a morosidade do sistema judiciário brasileiro, promovido pela
Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), na sua sede, nos dias 25 e 26 de novembro.
Equipes formadas por programadores (desenvolvedores/técnicos em eletrônica), designers, comunicadores e empreendedores,
contando com a mentoria de advogados, ao longo de 30 horas ininterruptas, desenvolveram projetos e soluções para agilizar os
processos judiciais, cuja tramitação em todo o país vem ocorrendo quase que exclusivamente por meio digital, o chamado PJe -
Processo Judicial Eletrônico .
Talvez você esteja se perguntando como os desenvolvedores conseguiram oferecer soluções inovadoras, frente um desafio tão
complexo, para uma área desconhecida por eles, o tal PJe e a morosidade do sistema judiciário?
Confesso que também tive essa dúvida antes do hackathon. A resposta está na fase inicial do evento: os participantes
assistiram apresentações curtas, porém, bastante educativas, onde lhes foi dada uma boa overview sobre a Justiça e o
funcionamento do processo judicial eletrônico. Também foram disponibilizadas aos participantes informações embasadas em
jurimetria, basicamente a Estatística aplicada ao Direito.
Foi então que, a partir desse panorama, uma vez divididos os participantes em equipes, suas mentes brilhantes passaram a
trabalhar: brainstorming para a escolha de ideias que pudessem levar a bons produtos finais, assim entendidos como
ferramentas com o poder de minimizar a morosidade do PJe.
Como bem pontuou Jonathan Nelson, gerente de Inteligência de Mercado e de Novos Negócios da AASP, responsável pela
elucidativa apresentação que ofereceu visão geral sobre o sistema judiciário, coube aos participantes o desafio de
identificar os gargalos que causam a morosidade do sistema judiciário, fazendo com que o tempo médio de um processo na
Justiça Federal seja 07 anos e 06 meses e na Justiça Estadual, 07 anos e 05 meses, de acordo com dados do CNJ - Conselho
Nacional de Justiça.
Definidas as ideias, os times iniciaram a fase de desenvolvimento de um Mínimo Produto Viável - MVP ( Minimum Product Viable
), ou seja, um protótipo, trabalhando por horas na criação das soluções para melhorias do PJe.
Para finalizar o hackaton, cada equipe fez um pitch, isto é, sua apresentação de 03 minutos da ideia, solução e diferenciais,
tendo 02 minutos adicionais para responder às dúvidas da banca de jurados. Fiquei surpreso com a alta qualidade das soluções
propostas para o aceleramento da tramitação do PJe.
Sem dúvidas, muitas das ideias que nasceram durante as 30 horas de duração da Legal Hack da AASP podem ser implementadas,
diminuindo a morosidade que tanto atinge o processo judicial.
A equipe vencedora propôs a criação de uma calculadora para auxílio na conciliação entre as partes em conflito. Tal
calculadora busca fornecer parâmetros para um acordo entre litigantes, reduzindo a morosidade do Judiciário, que seria
desafogado em razão de sucessivas conciliações. Merecidamente seus integrantes levaram o prêmio de R$ 8.000,00 para a casa.
Concluindo, fica aqui meu agradecimento ao Canaltech, pelo convite e oportunidade de acompanhar um hackathon, ainda mais na
minha área de atuação. Parabenizo à Shawee, que organizou e promoveu o evento, proporcionando uma maratona de programação,
momentos de diversão e bem estar aos participantes.
Menção honrosa para a querida associação que recebeu participantes das mais diversas áreas, especialidades e gerações.
Diferentemente do que costumo ver no âmbito jurídico, mais sério e formal, foi criado um ambiente confortável e descontraído
para que os participantes se sentissem em casa, o que possibilitou, ainda, que esse colunista, associado que há mais de 20
anos frequenta a AASP, entidade que tanto facilita a vida dos advogados, oferecendo cursos, serviços e produtos da melhor
qualidade, tivesse o prazer de jogar partidas de pinball em sua sede. Foi sensacional acompanhar esse evento pioneiro,
inovador, onde a tecnologia e a jurimetria foram aplicadas como solução da morosidade no PJe.
É com muita gratidão e alegria que encerro essa última coluna do ano, desejando que nosso 2018 seja repleto de felicidade e
lançamentos empolgantes na área de tecnologia.
Testes feitos em Brasília mostram uma melhoria de 40% do tráfego com o uso dos aparelhos
Desde a última segunda-feira, 18, o Detran do Distrito Federal está usando drones para flagrar motoristas que usam o celular
enquanto dirigem, desrespeitam a faixa de pedestres, estacionam ou trafegam em locais proibidos.
Os aparelhos estão sendo comandadas por profissionais da Unidade de Operações Aéreas, que receberam capacitação da Agência
Nacional de Aviação Civil (Anac).
O Diretor-Geral do Detran/DF, Silvain Fonseca, afirma que testes mostraram uma melhoria de 40% do tráfego com o uso dos
drones.
A ideia é a de que os drones sejam operados tanto durante o dia quanto à noite e de forma a não interferir na fluidez do
trânsito ou distrair os motoristas.
A lista reflete as análises, estudos e percepções dos especialistas do PageGroup junto ao mercado de tecnologia
A governança corporativa voltou ao centro dos investimentos e discussões e um bom exemplo é o conceito de compliance, que
veio para ficar. Companhias estão em busca de executivos dispostos a preparar o caminho para receber novos investimentos,
reorganizar questões tributárias e liderar projetos de transformação digital, mesmo que ainda não seja de forma exclusiva,
como já ocorre no exterior. Não apenas a sociedade, mas o mercado em geral terá que pensar criativamente as Transformações
Digitais.
Diferentemente do que vinha acontecendo, quando as empresas estavam preocupadas em contratar profissionais que pudessem
ajudá-las na busca pela eficiência e redução de custos, agora o que as companhias querem são executivos que possam levá-las a
outro patamar. Estão de olho em profissionais que sejam capazes de liderar essa transformação, com foco em aproveitar e
maximizar as oportunidades que devem surgir no próximo ano.
"Não basta adaptação, é preciso desenvolver times e projetos para encarar a cultura de aceleração tecnológica que está
transformando todos os setores, inclusive os mais tradicionais, da economia do Brasil”, conta Fernando Andraus, diretor
executivo da Page Executive, empresa integrante do PageGroup.
"É um momento crucial para as empresas. Amargaram maus resultados nos três últimos anos e agora precisam de executivos com
ambição, visão de inovação e capacidade de execução”, explica Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page e Page
Personnel.
Consultores do grupo elaboraram a tradicional lista de cargos que devem predominar no próximo ano. As posições refletem as
análises, estudos e percepções dos especialistas do PageGroup junto ao mercado de tecnologia. Confira:
1 - Diretor de transformação digital (diretor de e-commerce, diretor de marketing ou diretor de TI/CIO)
O que faz: dificilmente tem responsabilidade exclusiva por transformação digital, mas nessa posição tem papel de liderar
todas as iniciativas de transformação digital e inovação das empresas. Os últimos anos foram marcados por forte expansão
desses projetos, especialmente em varejistas, bancos e empresas de consumo.
Perfil: profissionais que já tiveram vivência relevante em e-commerce ou empresas “nativas digitais”, com grande capacidade
de influência.
Salário: de R$ 40 mil a R$ 65 mil mensais, dependendo do porte da empresa.
Motivo para alta em 2018: as empresas estão passando pela transformação digital acelerada e é fundamental ter profissionais
experientes e dedicados para liderar esses projetos.
2 - Gerente de transformação digital - marketing
O que faz: implanta processos de mudanças digitais nas empresas, trazendo ferramentas e agregando conhecimento para a
modernização do marketing.
Perfil: conhecimento em ferramentas de digital, além das noções básicas de marketing tradicional, onde a capacidade de
mudança será primordial.
Salário: de R$18 mil a R$20 mil
Motivo para alta em 2018: o digital está em grande crescimento, com as empresas em constante transformação na área de
marketing.
3 - Gerente de expansão (TI)
O que faz: visualizar o desenvolvimento e comercialização de produtos e negócios como funções integradas, e não silos,
direcionando a empresa a repensar a melhor abordagem ao utilizar dados, tecnologia e infraestrutura.
Perfil: de forma cruzada com engenharia, design, análise, gerenciamento de produtos, operações e marketing para projetar e
executar iniciativas de crescimento embasadas em tecnologia e desenvolvimento digital.
Salário: de R$15 mil a R$ 25 mil
Motivo para alta em 2018: tal como acontece com muitas organizações de inovação, o que começa nas startups migra para
organizações maiores que desejam operar de forma empresarial, demandando profissionais com habilidades e certezas de que os
dados e infraestrutura estão no lugar certo.
4 - Engenheiro ou cientista de dados
O que faz: o cientista de dados é a combinação entre negócios e percepção estatística. É o profissional responsável por
solucionar problemas do negócio com técnicas de orientação a dados, bem como detectar tendências que podem ajudar nos
resultados de uma empresa.
Perfil da vaga: combinação com qualificações estatísticas, matemáticas ou afins com curiosidade para fazer descobertas em big
data.
Salário: R$ 9 mil a R$ 15 mil
Motivo para alta em 2018: em um cenário onde as empresas precisam processar e analisar um grande volume de informações, o
cientista de dados se tornou um profissional com grande busca em grandes empresas que buscam ter mais estratégia no negócio
assim como inovações tecnológicas inteligentes.
5 - Analista de mídias digitais
O que faz: responsável por conhecer com propriedade as principais redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, entre outras)
e tudo o que as envolve como perfil de usuários, performance, forma de conteúdo e metrificação, além de realizar o
gerenciamento das mídias sociais. Ajuda, também, na gestão da marca e comunicação da empresa.
Perfil: formação em marketing, publicidade e propaganda, comunicação social e afins. As formações especializadas são cada vez
mais valorizadas nesse mercado.
Salário: de R$ 3 mil a R$ 6 mil
Motivo para alta em 2018: é uma profissão em ascensão pois cada vez mais as pessoas compram e buscam produtos e serviços
pelas mídias digitais. As empresas precisam concentrar seus esforços na atração, engajamento e relacionamento com seus
clientes nas redes sociais. Isso é importante tanto para posicionamento da marca quanto para se envolver com seu público de
modo mais assertivo e atual.
Observação: profissionais de tecnologia também podem desempenhar essa função ou trabalhar em parceria com a área de social
media, cada vez mais requisitada por empresas de todos os segmentos.
O surto de preço e valorização das Bitcoins nas últimas semanas levaram não apenas sites e serviços a sucumbirem diante de um
alto volume de acessos, mas também mudaram um pouco a ordem das coisas nas lojas de aplicativos. De acordo com dados da
Sensor Tower, uma consultoria especializada no mercado digital, o app do Coinbase, um dos principais câmbios online das
moedas virtuais, ultrapassou em mais do que o dobro o número de downloads do Snapchat e Instagram.
A empresa de análises verificou os números entre os dias 5 e 12 de dezembro, justamente a época em que a modalidade
financeira alcançou pico em transações. No período, foram mais de 700 mil novas instalações do software do Coinbase, com o
ápice desse movimento acontecendo no dia 8 de dezembro, quando o aplicativo chegou a ficar em segundo lugar na lista de apps
gratuitos mais baixados no iOS, atrás apenas do YouTube e ultrapassando nomes como Facebook Messenger.
O movimento, entretanto, foi momentâneo, uma vez que, na sexta, o software estava na oitava colocação. Apesar disso, no
momento em que essa reportagem é escrita, o Coinbase não aparece nem mesmo entre os 100 mais da iTunes Store, tanto no Brasil
quanto nos Estados Unidos. A noção, entretanto, é de que todos aqueles que se entusiasmaram com a altíssima valorização das
moedas virtuais já correram para baixar o software e adquirir suas unidades, com novos movimentos desse tipo podendo
acontecer uma vez que o setor atinja novos recordes históricos.
Gráfico mostra semelhança entre variação das Bitcoins e fluxo de downloads (Imagem: Sensor Tower)
Foto: Canaltech
Isso é provado pelo gráfico que mostra um crescimento similar ao da valorização da criptomoeda. Tirando uma ou outra exceção,
em sua maioria, a curva de aumento no download dos apps de carteiras de Bitcoins é semelhante ao aumento no preço da unidade
da moeda digital, mostrando um interesse cada vez mais amplo sobre essa modalidade financeira.
Especialistas, entretanto, apontam para uma certa discrepância nos números, uma vez que as chances de o Coinbase ser
instalado pela primeira vez no celular dos usuários são bem maiores, enquanto Snapchat e Instagram são softwares amplamente
usados. Ainda assim, há de se considerar um movimento que faz com que uma solução voltada para as Bitcoins se torne mais
popular, mesmo que momentaneamente, em relação às redes sociais.
A expectativa dos analistas é de que o valor das moedas virtuais permaneça estável até o final do ano, com grandes movimentos
acontecendo somente no ano que vem, quando players financeiros renomados lançarão suas opções de investimento e negociações
com Bitcoins. No momento em que essa reportagem é escrita, a cotação do criptodinheiro é de US$ 19.049, operando com uma
pequena baixa, de 0,2%.
O Amazon Prime Video chegou à Apple TV há pouco mais de duas semanas e já se tornou um dos aplicativos mais baixados na
história do tvOS. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (18) por um representante da Amazon a sites especializados na
Maçã.
amazon prime video na apple tv
Foto: Canaltech
Ainda que a Apple não tenha revelado o número exato de downloads até então, e o recorde anteriormente alcançado seja
desconhecido, é notável o alcance do serviço em vista da popularidade dos serviços de streaming.
A loja virtual da Apple TV foi lançada juntamente com a quarta geração da plataforma em outubro de 2015, e milhares de
aplicativos já estão disponíveis para serem baixados pelos usuários. O Amazon Prime Video, no entanto, foi lançado apenas no
começo deste mês para o tvOS.
O Prime Video funciona de maneira bem similar às demais plataformas: seus assinantes podem assistir a séries de TV
exclusivas, além de uma grande coleção de filmes e alguns títulos 4K HDR disponíveis no catálogo.
Na Apple TV, inclusive, o aplicativo conta com suporte próprio para o sistema universal de buscas, embora também seja
possível utilizar a função da própria empresa da maçã, caso o usuário deseje.
Apesar de receber críticas a respeito de sua interface, a plataforma de vídeos da Amazon se tornou um dos serviços do tipo
mais populares, fazendo frente à Netflix e já estando disponível em diversas plataformas.







