Más notícias para os donos do Moto G4 e Moto G4 Plus: esses aparelhos provavelmente não receberão a atualização Android 8.0 Oreo conforme a Motorola havia prometido para os seus clientes.
Isso porque, de acordo com um relatório publicado recentemente pelo AndroidPolice, diversos materiais de marketing e posts nas redes sociais foram alterados e apagados pela própria Motorola, retirando qualquer menção de que os aparelhos
da linha Moto G4 receberão o Oreo.
Além da alteração nos materiais publicitários, foi divulgada outra evidência de que a companhia havia prometido o Oreo para o Moto G4 em uma publicação no perfil oficial da marca na Índia. Agora, o post não pode mais ser acessado devido
à remoção do tweet pela empresa.
Na semana passada a companhia divulgou uma lista confirmando quais smartphones receberão a atualização para o Android Oreo. Nela, não constavam o Moto G4 e Moto G4 Plus, o que acabou deixando muita gente confusa. As explicações não
vieram e o mais decepcionante é que ela não fez nenhum pronunciamento explicando o ocorrido, realizando tais alterações de forma silenciosa para evitar reações negativas.
Além disso, também devemos considerar que os aparelhos flagship da Motorola sempre se destacaram no mercado por serem os primeiros smartphones a receber as novas versões de Android, com uma experiência muito próxima a da versão pura do
sistema operacional. Saber que um dos smartphones de destaque da fabricante não receberá uma atualização grande como o Android Oreo certamente incomodará muito os donos do Moto G4.
Ainda em fase de testes, a funcionalidade será utilizada inicialmente pelo banco Itaú no Brasil.
O WhatsApp anunciou nesta terça-feira, 5/9, novos recursos corporativos para facilitarem a comunicação entre
empresas e clientes. Ainda em testes, a novidade ainda não tem previsão de quando será lançada de forma geral no mercado.
O Itaú será a primeira grande empresa do Brasil a utilizar a nova ferramenta do aplicativo de mensagens do Facebook. Segundo o banco, os testes com o piloto serão iniciados “em breve” com clientes Personnalité Digital.
De acordo com um comunicado da instituição financeira, o projeto tem a intenção de facilitar o diálogo entre os clientes e seus gerentes. Entre as funcionalidades estudadas pelas companhias estão o envio de notificações e de alertas.
Melhorias
Basicamente, o WhatsApp vai oficializar e melhorar uma prática que já é comum, mas ainda um pouco “rudimentar”, em sua plataforma. “O WhatsApp simplificou a comunicação para as pessoas no mundo todo. Agora, queremos aplicar a mesma
abordagem ao levar negócios ao WhatsApp de maneira que crie valor para as pessoas. Estamos entusiasmados em tornar possível conectar pessoas à empresas de maneira rápida e pessoal”, afirmou o COO do WhatsApp, Matt Idema.
Caso você veja um símbolo de verificação verde ao lado do nome de um contato, isso significa que é um perfil corporativo que foi verificado pelo WhatsApp. A plataforma destaca que as mensagens trocadas entre as empresas e os clientes
também serão criptografadas de ponta a ponta.
Participação de mercado da LTE comparada com todas as outras tecnologias de mobilidade sem fio atingiu 30% no fim do segundo trimestre, segundo dados da Ovum
O número global de conexões 4G (LTE) cresceu 59% entre junho de 2016 e junho deste ano, totalizando 2,37 bilhões de assinaturas. A participação de mercado da LTE comparada com todas as outras tecnologias de mobilidade sem fio atingiu 30%
no fim do segundo trimestre, o que representa um aumento de 10 pontos percentuais em um ano. A LTE contabilizou 878 milhões de novas conexões em apenas um ano, de acordo com dados da Ovum referentes ao segundo trimestre de 2017.
Relatório divulgado pela 5G Americas, a associação setorial e voz da 5G para as Américas, revela que a região da América do Norte registrou 327 milhões de assinaturas LTE até o fim de junho, com algumas das maiores taxas de penetração e
a maior cobertura e participação de mercado para a LTE no mundo. O número de conexões na América Latina praticamente dobrou em um ano, crescendo de 81,5 milhões para 159 milhões até o segundo trimestre de 2017, um aumento de 95%.
A instalação de redes LTE continua e no meio de agosto, a TeleGeography (GlobalComm) divulgou 551 redes comerciais LTE no mundo, e 206 destas operadoras já migraram para a LTE-Advanced.
Em termos globais, a LTE deve manter essa trajetória e atingir mais de 2,5 bilhões de conexões até o fim deste ano, 3 bilhões em 2018 e 4,9 bilhões, em 2022. A 5G deve começar a acumular conexões a partir de 2019 e deve registrar 389
milhões de conexões no mundo inteiro até2022.
De acordo com o presidente da 5G Americas, Chris Pearson, assinantes da América do Norte estão utilizando os benefícios dos avanços tecnológicos da LTE, por que dependem da LTE para garantir que estejam sempre conectados em qualquer
lugar, com velocidades robustas de dados. “Ao mesmo tempo, o setor sem fio está avançando rapidamente para a implementação da 5G.”
Na América do Norte, a LTE registrou 327 milhões de conexões e penetração de 90,5%, comparado com uma população de 362 milhões. Essa taxa de penetração pode ser comparada com a Europa Ocidental e a Oceania, as próximas regiões no
ranking, e o Leste e Sudeste Asiático, ambos com uma taxa de penetração de 54%. A taxa penetração da LTE na América do Norte deve passar o marco de 100% em 2018.
A instalação de redes LTE continua e no meio de agosto, a TeleGeography (GlobalComm) divulgou 551 redes comerciais LTE no mundo, e 206 destas operadoras já migraram para a LTE-Advanced.
Em termos globais, a LTE deve manter essa trajetória e atingir mais de 2,5 bilhões de conexões até o fim deste ano, 3 bilhões em 2018 e 4,9 bilhões, em 2022. A 5G deve começar a acumular conexões a partir de 2019 e deve registrar 389
milhões de conexões no mundo inteiro até2022.
De acordo com o presidente da 5G Americas, Chris Pearson, assinantes da América do Norte estão utilizando os benefícios dos avanços tecnológicos da LTE, por que dependem da LTE para garantir que estejam sempre conectados em qualquer
lugar, com velocidades robustas de dados. “Ao mesmo tempo, o setor sem fio está avançando rapidamente para a implementação da 5G.”
Na América do Norte, a LTE registrou 327 milhões de conexões e penetração de 90,5%, comparado com uma população de 362 milhões. Essa taxa de penetração pode ser comparada com a Europa Ocidental e a Oceania, as próximas regiões no
ranking, e o Leste e Sudeste Asiático, ambos com uma taxa de penetração de 54%. A taxa penetração da LTE na América do Norte deve passar o marco de 100% em 2018.
Além de registrarem uma taxa de penetração muito acima das outras regiões, nos EUA e o Canadá a LTE possui a maior participação de qualquer tecnologia móvel, com 71%, comparada com 49% na Oceania e Leste e Sudeste Asiático e 39% na
Europa Ocidental. A participação de mercado represents a porcentagem de conexões móveis sem fio que dependem da tecnologia LTE, comparada com todas as outras tecnologias móveis.
“A LTE mantém sua trajetória de crescimento na América Latina e o Caribe com a expansão das redes existentes e outros mercados passando a oferecer a tecnologia LTE-Advanced”, disse Jose Otero, diretor da 5G Americas para a América Latina
e o Caribe. “A região também deve se beneficiar dos testes com a LTE-Advanced Pro em vários mercados, desde a Argentina no Sul e a Antigua e Barbuda no Caribe. A adoção dessa tecnologia deve acelerar com a alocação de mais espectro no
Caribe e na América Central e a crescente cobertura da rede LTE”.
A participação de mercado da LTE aumentou de 12% para 23% nos doze meses até junho deste ano, crescendo praticamente 100% na região.
“A LTE ganhou 878 milhões de novas assinaturas no mundo inteiro entre o segundo trimestre de 2016 e o mesmo período deste ano, com praticamente a metade dessas novas assinaturas (48%) registradas na Oceania e o Leste e Sudeste da Ásia,
onde a China contribui a grande maioria dessas novas assinaturas”, disse Kristin Paulin, analista Sênior da Ovum. “Do outro lado, a região Central e Sul da Ásia registrou o maior crescimento do número de assinantes LTE no mesmo período
de 1.203%, com a Índia fazendo a maior contribuição para a LTE, enquanto a penetração da tecnologia LTE nesta região é de apenas 10%”. “Em comparação, a América do Norte mantém um índice de penetração de 90% para a LTE, por esse motivo,
a taxa de crescimento anual desta região foi de apenas 20% até o 2T 2017.”
E não será para tirar selfies. Dados obtidos através de câmeras vestíveis alimentarão uma série de aplicações habilitadas por inteligência artificial
A InfoTrends diz que pessoas tirarão 1,2 trilhão de fotos digitais neste ano. Isso é 100 bilhões a mais do que no ano passado e quase o
dobro do número de imagens tiradas em 2013.
Atualmente, a taxa de crescimento de captura de fotos é de 100 bilhões por ano. Ou seja, a cada ano a humanidade tira mais de 100 bilhões de fotos que no ano anterior. Eu acho que essa taxa está prestes a acelerar. E a razão para isso:
câmeras vestíveis.
À medida que o custo diminui, a qualidade aumenta e a facilidade de uso melhora (através da miniaturização, melhor software e melhores baterias), as chamadas câmeras wearable serão mais atraentes.
Essas mesmas chegarão na forma de câmeras clip-on, câmeras anexas a smartwatches ou mesmo câmeras anexas a óculos, incluindo aí modelos inteligentes.
Há alguns anos, uma primeira geração das chamadas "câmeras de lifelogging" veio e foi. Estas falharam no mercado por duas razões: a tecnologia não estava pronta. E o público tampouco.
Mas agora, cada vez mais ambos se mostram prontos. A medida que a tecnologia melhora a qualidade das imagens, possibilitando até mesmo vídeos 4K e transmissão de vídeo em tempo real, a sociedade parece se acostumar com as pessoas tirando
fotografias o tempo todo. E essas 1,2 trilhões de fotos não estão sendo tiradas em espaços privados.
Há apenas alguns anos, ninguém poderia prever ou imaginar o que agora é aceitável como comportamento público das pessoas com seus smartphones e suas câmeras. Convenhamos, as pessoas posam para selfies em locais públicos sem nenhum tipo
de constrangimento. Elas tiram fotos de seus pratos e bebidas em restaurantes. Elas tiram fotos de si mesmas em espelhos de banheiros.
E a mudança na aceitação das câmeras vestíveis está mudando ainda mais rápido. Quando o Google lançou o seu programa Google Glass Explorer há quatro anos e meio, a tecnologia foi amplamente criticada pelo público e pela imprensa pela
invasão de privacidade ao ter uma câmera usada no rosto.
Mas quando o Snap fez o mesmo no ano passado, ao distribuir o seu Spectacles, com a câmera usada no rosto, a crítica foi silenciada. Bem, o que aconteceu nesses três anos e meio que levaram as câmeras alocadas no rosto de socialmente
inaceitável para uma maioria OK?
As câmeras se tornaram onipresentes. A revolução das câmeras-drone aconteceu. A polícia em todos os lugares começou a usar câmeras no corpo. As campainhas ganharam câmeras. E, claro, a qualidade das câmeras nos smartphone está cada vez
mais próxima das câmeras DSLR de baixa qualidade. Alguns milhões de nativos de câmeras digitais se tornaram portadores de smartphones.
De acordo com a InfoTrends, mais de 3,5 trilhões de imagens digitais foram tiradas entre 2013 e 2016. E nesse intervalo de tempo, um grande número de ótimas câmeras vestíveis foram lançadas no mercado.
A nova geração de câmeras portáteis
A nova geração de câmeras clip-on se parece com a geração anterior, que se centrou em torno do Clipe Narrativo. Mas suas câmeras, rádios, software e baterias são, em alguns casos, muito melhores.
Estas incluem o 61N, C ompass, FrontRow, SnapCam, MeCam, meMINI, Perfect Memory Camera e Streamcam. Há até uma câmera portátil para crianças chamada Benjamin Button e modelos que podem ser anexos aos seus pulsos, por meio de
smartwatches. Sem falar nos óculos inteligentes.
Mas serão ainda anos até que fotografias tiradas com essa "nova modalidade" de fotografia se tornem tão boas quanto aquelas que tiramos com nossos telefones.
O que tudo bem, porque não são somente as fotografias que irão direcionar a tal revolução de câmeras vestíveis.
E por que você vai querer vestir uma câmera em primeiro lugar, você pode se perguntar. Bem, a revolução dos computadores pessoais foi levada pelo desejo de aprender a programar, jogar games e afins. Mas a popularização dos mesmos PCs
levou à internet, que mudou a forma como nós compartilhamos e acessamos a informação e comunicamos um com os outros. Ninguém pensou que computadores pessoais também seriam uma porta para o Facebook, YouTube e Amazon.com, certo?
A revolução mais recente dos smartphones foi dirigida por aplicações como o email. Mas os aplicativos que hoje se popularizaram mudaram a forma como interagimos com nossos telefones e isso também impactou a forma como usamos nossos
computadores. Ninguém pensou que o nostálgico Palm Treo pavimentaria o caminho para o Pandora, Snapchat e Google Maps.
Do mesmo modo, ao longo do ano que vem, a onipresença dos smartphones permitirá a revolução da realidade aumentada, mista e virtual em dispositivos móveis. E isso impulsará a demanda pela plataforma ideal para realidades combinadas, que
são os óculos inteligentes.
Hoje, poucos apreciam a forma como tais óculos baseados em realidade aumentada se tornarão centrais. A parte eletrônica deles será miniaturizada, o que nos leva a crer que, dentro de alguns anos, os óculos inteligentes serão quase
idênticos aos óculos de sol comuns. Poderemos escolher óculos inteligentes no consultório do oftalmologista.
Uma questão de dados
Óculos inteligentes usarão tanto as lentes quanto a câmera para coleta de dados. As imagens e o vídeo serão processados ​​para o reconhecimento de objetos e de rostos e esses dados alimentarão aplicativos de realidade aumentada, por
exemplo. E eles poderão ser úteis, claro.
Em vez de tirar fotos de seus pratos em um restaurante, clientes poderão dizer ao seu assistente virtual: "Publique uma foto desta torta que eu comi". O assistente selecionará o vídeo gravado, pegará o melhor frame da torta e irá
publicá-lo. Do ponto de vista dos dados, pediremos ao mesmo assistente: "Quantas fatias de torta eu comi no ano passado?"
As câmeras usadas em outras partes do corpo serão menos úteis para a realidade aumentada, mas muito úteis para a inteligência artificial e aplicações de assistente pessoal. Muitas pessoas vão usar os dois.
No final do dia, câmeras vestíveis serão mais sobre realidade aumentada e dados e menos sobre fotografia, e as corporações se tornarão usuários frequentes da tecnologia.
O cofundador e CEO da Shonin, Sameer Hasan, me contou que as câmeras portáteis serão inicialmente dedicadas ao controle de qualidade e documentação, aplicações médicas e segurança. As câmeras vestíveis ​​permitirão que a realidade
aumentada "processe informações de vídeo em tempo real e forneça instantaneamente ao usuário com análises e recomendações com base no que a câmera está vendo", disse Hasan.
O chefe para HoloLens da Microsoft, Alex Kipman, disse até mesmo que os óculos inteligentes, eventualmente, substituirão os smartphones. Completamente.
Para dizer em 2017 que você nunca usará uma câmera vestível é como dizer - em 1987 - que você nunca carregaria um telefone celular.
Em resumo, você vai usar uma câmera vestível. Você pode usar uma até para tirar fotos. Mas você definitivamente usará uma para extrair dados para soluções em inteligência artificial. E você também usará uma para realidade aumentada.
A Game XP é uma das novas atrações que fazem parte do festival Rock in Rio 2017. Trata-se de um espaço inteiramente voltado para os amantes de jogos eletrônicos.
Game XP no Rock in Rio
Foto: Canaltech
Para entreter os visitantes, o espaço gamer será divido em dois palcos, sendo que a primeiro deles é o Arena Carioca 1, apelidada de Oi Game Arena, que contará com uma tela gigantesca, medindo 75 metros de comprimento por 20 de altura,
para abrigar campeonatos de eSports, apresentações musicais temáticas, além da presença de celebridades e de uma divulgação especial de Star Wars: Os Últimos Jedi .
A arena de eSports terá disputas de games como Just Dance , Counter Strike: Global Offensive , Injustice 2 , PES 2018 e Clash Royale .
Já no espaço Arena Carioca 2, batizado de Expo Play, os visitantes poderão conferir diversos estandes de grandes empresas do ramo dos games e uma área voltada inteiramente para arcades com os clássicos do fliperama.
A parte externa das arenas trará atividades como a Experience Bay, com reproduções fiéis de cenários de games como Mario Bros , Angry Birds e Assassins Creed Origins para que os fãs tenham a experiência única de vivenciar os jogos de
forma mais interativa e divertida.
Também foram confirmadas atrações como a Art Street, voltada para ilustradoes e artistas, e o Concurso Cosplay Game XP, que oferecerá como premiação um pacote turístico para a final do concurso em São Paulo, na CCXP 2017.
"Game já não é mais um nicho. Um quarto da população brasileira joga algum tipo de game virtual. O número de pessoas assistindo a torneios online e na TV já superou outros conteúdos que, até então, eram unanimidade. Já é hora de
massificar o acesso a esse tipo de experiência, dando vida aos games e entregando conteúdos para o jogador casual, para crianças e para os profissionais no mesmo espaço", explica Roberto Fabri, diretor de marketing e curador da Game XP.
"Se você joga, já jogou ou apenas gosta do universo gamer, se sentirá em casa. Estar no Rock in Rio, construindo a maior tela de games do mundo e levando toda a indústria junto para dentro do evento é a prova desse novo momento",
complementa Fabri.
A Game XP será aberta para todo o público em todos os dias do festival e ficará aberta das 14h às 21h, no espaço Expo Play; e das 15h30 às 20h, no espaço Oi Game Arena. O novo espaço é resultado de uma parceria entre o Rock in Rio e a
CCXP.
O Rock in Rio ocorre nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro no Parque Olímpico da Barra, Rio de Janeiro. Para saber mais sobre o evento acesse o site oficial do festival.







