Conheça as recomendações de segurança voltadas para os diferentes perfis de funcionários que atuam na empresa
O ambiente corporativo e a forma como trabalhamos têm mudado constantemente em função das novas tecnologias digitais, que geram facilidades de interação, decisões mais ágeis e o aumento da produtividade das equipes. Mas as constantes e
rápidas mudanças no trabalho também podem tornar as organizações mais vulneráveis a novas ameaças.
O grande desafio das empresas hoje é dar suporte às novas formas de trabalhar sem, no entanto, comprometer a segurança. Afinal, o custo médio de uma violação de dados gira em torno de 3,8 milhões de dólares. Estudos mostram ainda que 47%
das violações são resultado de ataques mal-intencionados.
Veja, a seguir, as recomendações de especialistas para a segurança corporativa, de acordo com a forma com que cada grupo de funcionários atua na empresa.
Funcionários em suas mesas de trabalho
Profissionais que passam mais de 50% do tempo em um espaço de trabalho fixo abrem espaço para ataques mal-intencionados quando usam a internet ou abrem um anexo de e-mail, por exemplo. Daí a necessidade de um pacote de segurança em suas
máquinas que deve incluir gerenciamento de autenticação, prevenção avançada contra malware e ferramentas de criptografia. “Além desses controles, os usuários precisam ser orientados sobre as boas práticas em segurança da informação”,
afirma Marcelo Lau, Chief Executive Officer da Data Security, empresa especializada em consultoria, gestão e treinamento em segurança da informação e perícia computacional.
O especialista ressalta ainda que são necessários cuidados extras quando os funcionários usam seus dispositivos pessoais na empresa, uma realidade para 54% das micro e pequenas empresas brasileiras, segundo uma pesquisa encomendada pela
Dell e realizada pelo Ibope Conecta com 401 profissionais responsáveis pela compra de computadores em empresas de até 99 funcionários. O levantamento revelou que para 44% dessas empresas, o uso de dispositivos pessoais aumenta a
produtividade das equipes.
“Quando voltado também para o uso pessoal, o dispositivo pode carregar aplicativos que comprometem a segurança dos dados e as credenciais de acesso aos sistemas corporativos”, diz Marcelo Lau. Daí a necessidade de segurança redobrada.
Profissionais em salas de reuniões e corredores
Funcionários que ficam no escritório, mas passam mais de 50% do tempo em movimento, entre corredores e salas de reuniões, podem estar vulneráveis a ataques em vários níveis, por usarem dispositivos para compartilhar materiais e por se
conectarem remotamente de forma constante. “Os dispositivos desses funcionários devem ter proteções específicas, a começar pelo bloqueio de acesso por meio de senha ou biometria. Isso pode assegurar minimamente que a utilização do
equipamento estará restrita a aquele usuário”, afirma Marcelo Lau.
Profissionais remotos em parte do tempo e usuários especializados
Esse grupo, que pode ser formado por consultores e representantes de vendas, por exemplo, precisa de dispositivos móveis para falar com terceiros e ter acesso aos dados de qualquer lugar.
Além do risco de perda dos equipamentos e de violações, a necessidade de usar redes wireless públicas pode gerar novas ameaças à segurança. Para terem acesso seguro à nuvem, os funcionários desse grupo devem usar pacotes de segurança que
incluam autenticação e criptografia centrada nos dados para proteger dispositivos e mídias externas, como unidades USB.
Funcionários remotos em período quase integral
Uma pesquisa realizada em 10 países pela Dell, em parceria com a Intel, mostrou que 53% dos profissionais brasileiros realizam alguma tarefa fora da empresa em algum momento da semana, contra uma média de 34% nos demais países. Mas não
são todos os que se sentem totalmente amparados em termos de suporte tecnológico quando estão remotos. Apenas 31% afirmam ter total suporte da companhia.
Quem trabalha remotamente precisa estar em contato constante e direto com o escritório e ter acesso às informações e ferramentas corporativas por meio de redes que nem sempre estão protegidas. Isso representa um grande risco à segurança.
Esse grupo de profissionais comunica-se com o escritório por telefone, mensagens instantâneas e videoconferência e acessa dados e sistemas na nuvem. Para ter mais segurança, suas máquinas podem combinar leitores de impressão digital e de
smart cards com um chip independente de segurança para processamento e armazenamento de credenciais, por exemplo.
Criptografia dos dados é também uma boa medida de segurança. “É fundamental ainda a constante atualização dos dispositivos com as correções de segurança disponibilizadas pelo fabricante”, afirma Lau. E isso vale para todos os grupos
dentro da empresa.
Outro ponto importante levantado pelo especialista é o fato de que todos os funcionários devem ser alertados para a necessidade de comunicar imediatamente à empresa casos de roubo ou furto, para que os dados sejam apagados remotamente.
Com isso, smartphone da Apple teria preço bem mais alto do que o modelo atual e bem próximo do recém-anunciado Galaxy Note 8, da rival Samsung.
O aguardado sucessor do iPhone 7 deverá ser um aparelho dos mais caros, segundo uma nova reportagem do The New York Times. De acordo com o jornal americano, o novo modelo do smartphone da Apple deverá ser lançado por um preço em torno de
1 mil dólares.
Esse valor é bem maior em relação ao preço padrão do iPhone atualmente nos EUA, onde o aparelho (desbloqueado) é vendido por cerca de 650 dólares.
É esperado que a Apple apresenta três novos iPhones em setembro durante um evento nos EUA. Os rumores apontam para dois aparelhos que seriam basicamente versões melhoradas e atualizadas do iPhone 7 e um modelo totalmente novo, com design
renovado e recursos como tela infinita (a exemplo dos rivais Galaxy S8 e Note 8), reconhecimento facial (também presente nos aparelhos da Samsung) e suporte para recarga sem fio.
Caso a Apple realmente lance o novo iPhone por cerca de 1 mil dólares, estaremos entrando de vez em uma nova fase de preços muito altos para os aparelhos top de linha. Apresentado nesta quarta-feira, 23/8, durante evento em NY, o Samsung
Galaxy Note 8 vai custar em torno de 950 dólares (desbloqueado) no mercado americano.

Com mensalidades a partir de R$10, serviço da empresa promete processo simples e fácil para criar um site, blog e/ou loja virtual em pouco tempo.
A empresa de hospedagem de sites HostGator anunciou nesta semana o lançamento no Brasil de uma ferramenta para a criação de websites. O lançamento faz parte da estratégia da multinacional para chegar a mais pessoas no Brasil e na América
Latina.
Com esse novo Criador de Sites da HostGator, os usuários podem criar de forma rápida e fácil um site, blog e/ou loja virtual, segundo a companhia com sede nos EUA, que também promete linguagem simples e intuitiva e muitas opções de
personalização.
Isso porque a nova ferramenta oferece mais de 200 temas gratuitos e um banco de imagens para ajudar o empreendedor na hora de construir um site voltado para o segmento de moda, construção, alimentação, saúde, escritório de advocacia,
entre outros.
Os sites criados com o novo serviço da HostGator já são automaticamente adaptados a dispositivos móveis, de acordo com a companhia.
Os valores variam entre 10 reais e 60 reais mensais, dependendo do modelo do site escolhido pelo usuário, sendo que planos anuais oferecem descontos vantajosos.
Gigante de buscas anunciou evento especial sobre novo sistema para a próxima segunda, 21/8, em Nova York, nos EUA.
O Google anunciou nesta sexta-feira, 18/8, que irá revelar o aguardado nome oficial do novo Android O, entre outras informações do sistema, na próxima segunda-feira, 21/8.
Para anunciar a novidade, o Google criou um hotsite especial com diversas referências ao Eclipse Solar, que poderá ser visto nos EUA na segunda-feira, 21/8, algumas horas
antes do evento, incluindo ferramentas para acompanhar o fenômeno.
A partir das 15h40 (horário de Brasília) de 21/8, será possível acompanhar a transmissão ao vivo pela web do evento especial da gigante de buscas diretamente de Nova York –
vale notar que a cidade recebe o lançamento do Samsung Galaxy Note 8 dois dias depois, em 23/8.
Além do aguardado nome oficial do Android O, o Google também deverá revelar outros dados importantes da plataforma móvel, como data de lançamento e possíveis novos recursos – vale notar que o sistema já está em beta há alguns meses.
E aí, qual a sua aposta sobre o nome do novo Android O? Oreo, Orangina, Oatmeal cookie? Conta pra gente nos comentários abaixo.
Companhia também anunciou um novo CEO, Kerry Trainor, que já tinha comandado o Vimeo.
O serviço de música SoundCloud conseguiu um investimento e tanto nesta semana para conseguir operando no futuro próximo. Segundo reportagem da Billboard, a plataforma recebeu um aporte de nada menos do que 169,5 milhões de dólares.
Além disso, a companhia anunciou uma troca importante no comando, com a saída de Alex Ljung do cargo CEO. Ele será substituído pelo ex-CEO do Vimeo, Kerry Trainor – outro nome novo na empresa é Mike Weissman, mais novo COO da companhia.
“Tudo isso junto – o dinheiro, os parceiros de capital – com Kerry e Mike se junto ao nosso time – coloca a companhia em uma ótima posição para ficar forte e permanecer independente. Enxergamos um futuro forte e independente para a
empresa”, afirmou o agora ex-CEO Ljung em entrevista à Billboard.
Já o novo CEO do SoundCloud, Kerry Trainor, destacou que a companhia vai dar mais atenção aos criadores de músicas, incluindo a criação de um kit de ferramentas criativas mais completo. “Milhões de criadores escolhem essas ferramentas
para compartilhar seus trabalhos com o mundo e esse continuará sendo o foco e o centro da companhia.”








