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Notícias na 25 de março

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Lojas físicas desenvolvem "iscas" para seduzir clientes eletrônicos

O avanço do comércio eletrônico e dos dispositivos móveis está trazendo mudanças profundas no varejo mundial.

Com a opção de comparar preços ao alcance de um clique ou toque no celular, os lojistas têm criado estratégias para atrair e manter os clientes em suas lojas.

Segundo pesquisa feita pela IBM em 14 países e apresentada durante evento da associação americana de varejo (National Retail Federation) nesta semana, 48% dos usuários de smartphones afirmam pesquisar produtos e preços dentro das lojas.

Um quarto dos entrevistados afirma que planeja comprar na loja física, mas desiste por motivos como mau atendimento ou falta de itens em estoque.

O surgimento dos "show-roomers" --clientes que usam as lojas físicas para interagir e conhecer os produtos, mas concretizam a compra na internet-- tem sido estimulado pela Amazon, maior varejista on-line do mundo.

Em 2011, a empresa lançou um aplicativo grátis que permite aos compradores escanear o código de barra dos produtos nas lojas e imediatamente ver as ofertas para o mesmo item na Amazon.

REAÇÃO

Diante disso, grandes redes de varejo investem no uso de tecnologias que agilizem e tornem mais atraente o processo de compra "física".

Em alguns casos, o contra-ataque é direto, com o lojista reduzindo o valor de seus produtos para bater o preço do concorrente on-line.

Na última temporada de vendas de Natal nos EUA, as redes Target e Best Buy adotaram a prática, ao se propor a cobrir o preço oferecido na internet para os seus itens.

DESCONTO

Outra solução encontrada pelas redes na era do "e-commerce" é usar os dispositivos móveis para localizar e atrair consumidores que estejam nas redondezas para suas lojas, enviando ofertas personalizadas ou promoções.

"Essas iniciativas atendem a uma demanda do próprio consumidor de hoje, que quer receber informação que realmente lhe interesse", diz Elia Chatah, da área de varejo da empresa de software SAP.

Uma das tecnologias da empresa, que utiliza análise de dados do consumidor em tempo real para criar ofertas personalizadas, já está sendo testada por redes de varejo nacionais, em projeto-piloto. A rede Casino, na França, já usa o programa.

O varejo tradicional também tenta se tornar mais atrativo por outras frentes, ao diminuir, por exemplo, o tempo de espera nas filas.

As lojas da Apple foram as primeiras a adotar o "checkout [caixa]" móvel. Com iPods, os atendentes finalizam a compra ao lado do cliente, dispensando os caixas e as filas.

Outras redes nos EUA, como a de cosméticos Sephora e a loja de departamentos Nordstrom, seguiram a tendência recentemente.

No Brasil, segundo a Folha apurou, dois grandes varejistas estão com projetos-piloto para adotar a tecnologia.

No entanto, ela deverá passar por algumas adaptações. Por causa da obrigatoriedade da impressão de nota fiscal, prevista em lei, o dispositivo móvel terá de se conectar remotamente a uma impressora dentro da loja.

Para especialistas, é questão de tempo para que as iniciativas das redes norte-americanas cheguem ao Brasil.

"Apesar de a representatividade do e-commerce em relação ao varejo no país ainda ser menor que a média mundial, essa evolução inevitavelmente vai ocorrer por aqui", diz Rafael DAndrea, consultor de varejo.

MARIANNA ARAGÃO viajou a convite da SAP

Gigantes de PCs aprendem com tablets para reconquistar consumidores

Os fabricantes de computadores pessoais, tentando combater a mania dos tablets que está reduzindo suas vendas, estão agora envolvidos naquele que pode ser seu último esforço para reconquistar os consumidores, e para isso estão tentando imitar os aparelhos rivais.

Muitos dos laptops que serão lançados no mundo nos próximos meses serão híbridos ou "conversíveis" --máquinas que alternam com facilidade as funções de tablet portátil e laptop pleno

A onda dos híbridos chega no momento em que a Intel e a Microsoft, por muito tempo as duas líderes do setor de computadores, se preparam para anunciar resultados, nesta semana e na seguinte. Wall Street está prevendo pouco ou zero crescimento na receita das duas empresas, o que expõe os problemas de um setor que enfrenta dificuldades para inovar.

Em 2013, há quem esteja esperando que isso mude.

Com o lançamento Windows 8, sistema operacional da Microsoft que foi repaginado e agora opera também com telas de toque, em outubro, e de chips de menor consumo de energia pela Intel, os fabricantes de computadores estão tentando promover o crescimento ao concentrar sua atenção em laptops finos com telas de toque que podem ser convertidos em tablets, ou vice-versa.

A Microsoft, se expandindo para além de seu negócio tradicional de venda de software, deve lançar este mês o tablet "Surface Pro", compatível com o software para computadores que ela desenvolveu ao longo de décadas.

Esse é um importante argumento de vendas para clientes empresariais como a produtora alemã de software de gestão SAP, que planeja comprar o Surface Pro para os funcionários que assim desejem, disse Oliver Bussmann, vice-presidente de informação da companhia.

"O modelo híbrido é muito atraente para diversos usuários", disse Bussmann à Reuters na semana passada. "O iPad não vai substituir o laptop. É difícil criar conteúdo com ele. Esse é o nicho que a Microsoft quer ocupar. O Surface tem a capacidade de preencher essa lacuna".

O iPad da Apple começou a roubar demanda dos laptops em 2010, um ataque acelerado pelo lançamento do Amazon Kindle Fire e outros aparelhos equipados com o sistema operacional Google Android, como o Note, da Samsung Electronics.

Com as vendas de computadores caindo no ano passado pela primeira vez desde 2001, este ano pode ver um renascimento do design e da inovação, por parte de fabricantes que antes se concentravam em reduzir custos, em lugar de em adicionar novos recursos que atraiam os consumidores.

"As pessoas costumavam chegar à festa e se dar bem só porque o mercado não parava de crescer", disse Lisa Su, vice-presidente sênior da Advanced Micro Devices, concorrente da Intel. "Agora é mais difícil. Não basta ir à festa. É preciso inovar e oferecer algo especial".

Na feira Consumer Electronics Show, uma semana atrás em Las Vegas, os aparelhos exibidos pela Intel e outras empresas eram prova dos planos do setor de computadores de apostar nos laptops conversíveis.

Gerry Smith, presidente da Lenovo na América do Norte, disse à Reuters na semana que na temporada de festas sua companhia esgotou os estoques do "Yoga", um laptop com tela que pode ser inteiramente dobrada para trás do teclado, e do "ThinkPad Twist", outro laptop leve com uma tela flexionável.

A Intel mesma mostrou o protótipo de um laptop híbrido chamado "North Cape", uma tela fina de tablet afixada magneticamente a um discreto teclado. E a Asus mostrou um avantajado computador com tela de 18 polegadas e Windows 8 que também pode funcionar como um tablet acionado pelo Android.

Lenovo e Asus, que receberam críticas positivas aos seus lançamentos nos últimos meses, registraram crescimento de 14 e 17 por cento em seus embarques de PC no ano passado, respectivamente, de acordo com a Gartner.

"O número de sistemas únicos que nossos parceiros desenvolveram para o Windows quase dobrou desde o lançamento. Isso oferece uma indicação da inovação que vem acontecendo no mercado de computadores pessoais", disse Tami Reller, vice-presidente de finanças da divisão Windows da Microsoft, à Reuters.

(Fonte: DA REUTERS) - 20/01/2013
Após atrasos, relógio de pulso Pebble será lançado em 23 de janeiro

O Pebble, aguardado relógio de pulso que se conecta sem fio a smartphones para exibir informações como mensagens e notificações, chamou muito a atenção no ano passado quando seu projeto arrecadou mais de US$ 10 milhões por meio do Kickstarter, em uma das maiores campanhas da plataforma de crowdfunding até então.

Depois, o aparelho causou quase o mesmo rebuliço quando a empresa enfrentou vários atrasos durante a produção, o que provocou frustração e ira entre as 68 mil pessoas que investiram seu dinheiro no Pebble.

Mas nesta quarta-feira (9), Eric Migicovsky, o principal engenheiro por trás da ideia, prometeu que a empresa começará a enviar os relógios em 23 de janeiro.

Migicovsky anunciou a data oficialmente em uma entrevista coletiva em Las Vegas, durante a CES, na qual ele mostrou o design final do produto e deu uma demonstração dos recursos e da interface do relógio.

Originalmente, a empresa disse que os relógios começariam a ser enviados em setembro, cerca de quatro meses depois do anúncio do projeto. Seus criadores esperavam receber não mais do que alguns milhares de pedidos de consumidores. Em vez disso, eles foram inundados com a demanda e chegaram a receber pedidos para 85 mil relógios.

"O Pebble decolou mais rápido e maior do que esperávamos, e tivemos que mudar para um plano B, que consistia em um processo mais tradicional de fabricação de produtos de consumo", disse Migicovsky. A empresa trabalhou com uma fabricante na China, em vez de produzir os itens no Vale do Silício, como havia planejado.

Dimensionar a operação foi um desafio maior do que o esperado e incluiu ajustes aos moldes do produto que eram usados na linha de produção. A empresa decidiu segurar o anúncio de uma nova data até se sentir segura de que o produto final era robusto o suficiente para enviar aos seus consumidores.

"Quando você está fazendo alguns milhares de relógios, pode arcar com alguns tropeços", disse ele. "Mas quando você está fazendo 85 mil relógios, precisa ter certeza de que cada peça do quebra-cabeça se encaixa."

Migicovsky disse que "dezenas de milhares" de relógios foram encomendados em pré-venda por meio da loja on-line do Pebble, mas a empresa não começaria a enviá-los antes de completar todos os pedidos do Kickstarter.

O relógio Pebble apareceu no Kickstarter com um modesto objetivo de levantar US$ 100 mil em um mês. Ele atraiu muita atenção por sua elegante tela de papel eletrônico otimizada para leitura sob a luz do Sol. O aparelho pode exibir mensagens de texto e alertas para pessoas que não querem correr riscos de lesão ao tirar o celular do bolso enquanto caminham ou andam de bicicleta.

Os criadores prometem que os relógios serão capazes de resistir a condições climáticas úmidas, incluindo chuva e neve, e poderão ser submersos na água. Os relógios terão diversas opções de cores, como vermelho e laranja, funcionarão com aplicativos de smartphones e terão bússola e sensor de luz ambiente. Além disso, a empresa trabalhou para que o software possa ser atualizado "over the air" (sem fio), e Migicovsky disse prever updates a cada duas ou três semanas.

(Fonte: JENNA WORTHAM DO "NEW YORK TIMES") - 13/01/2013
Feira divulga novos usos para smartphone

Mais do que um computador portátil, os smartphones estão transformando-se no "controle remoto" da vida, indicam as últimas inovações divulgadas nos EUA.

Novos usos dos smartphones para comandar a distância tarefas do cotidiano foram destaque da edição 2013 da CES (Consumer Electronics Show), feira internacional de tecnologia, encerrada na última sexta em Las Vegas.

Entre as possibilidades divulgadas, estão usar o celular para acender a luz, ligar o carro ou monitorar a casa. Ou até mesmo utilizá-lo para monitorar o sono, medir o nível de glicemia no sangue e controlar a pressão arterial.

Tais tarefas são viabilizadas por meio de aplicativos para smartphones que trabalham conjuntamente com acessórios com sensores embutidos ou com conexão wireless (sem fio) com internet.

"Cada vez mais os consumidores têm um smartphone para monitorar o que fazem na internet. Por que não oferecer essa capacidade de monitorar a vida por controle remoto?", disse Ross Rubin, analista da Reticle Research.

Bill Scheffler, diretor de desenvolvimento de negócios de um consórcio de companhias que fabricam "aparelhos conectados", compara o momento atual àquele em que fabricantes de TV começaram a lançar os primeiros controles remotos para televisores, há cerca de 50 anos.

"As pessoas costumavam dizer por que vou querer um controle remoto para a TV se posso levantar e mudar de canal?", lembra. "É só o progresso", diz Scheffler, garantindo que AT&T, Black & Decker and Honeywell já têm aplicativos para venda desses "produtos conectados".

A operadora de celular AT&T anunciou que em março começará a vender o sistema de segurança sem fio "Digital Life", que permitirá monitorar câmeras e alarmes de casa por meio do smartphone. Se um assaltante entra na casa vazia, sensores da residência enviariam ao smartphone do usuário um aviso, como mensagem de texto.

Na linha de saúde pessoal, um dos destaques foi uma pulseira wireless sincronizada com aplicativo do celular capaz de contar os passos da pessoa durante o dia ou detalhar o padrão de sono.

(Fonte: DO "NEW YORK TIMES") - 13/01/2013
Lojas de SP já expõem material escolar nas prateleiras; compare preços

Com o fim das festas de final de ano, pais e filhos saíram às compras com a lista do material escolar em mãos para evitar filas e procurar preços melhores. Lojistas contam que, apenas um dia depois do Natal, a operação escolar já havia começado.

A Armarinhos Fernando foi uma das que trocou os produtos das prateleiras logo no dia 26 de dezembro para se preparar para o começo das aulas. Na quinta-feira (3), a loja, que fica na rua 25 de Março (região central de São Paulo), já estava repleta de pais em busca dos melhores preços.

A professora Fernanda Malta, 34 anos, foi uma das que foi ao local para comprar o material do filho de oito anos. "Aqui tem de tudo, então fica mais fácil."

Ondamar Antonio Ferreira, gerente da matriz das lojas Armarinhos Fernando, disse que o movimento em busca de material escolar deve ser forte até 10 de fevereiro, domingo que antecede o Carnaval. "Mas o material escolar permanecerá nas prateleiras."

Até a data, as aulas já terão começado. Os alunos das escolas municipais voltarão no dia 6 de fevereiro e os estudantes da rede estadual retornarão no dia 1º do mês que vem.

Para encontrar o material, os pais têm muitas opções. A maioria das lojas visitadas ontem pelo "Agora" já prepararam as prateleiras, inclusive os supermercados e as lojas virtuais.

No Extra, por exemplo, é possível encontrar mochilas a partir de R$ 12,90 e estojos a partir de R$ 2,99 (veja tabelas abaixo). Na loja virtual Americanas.com, a lancheira da Galinha Pintadinha 3D, da Xeryus, sai por R$ 89,90.

Para quem tem vários filhos na escola, a Armarinhos Fernando pode ser bom negócio por causa da venda em maior quantidade. Por exemplo: 20 borrachas da Mercur saem por R$ 9,50.


(Fonte: DO "AGORA") - 06/01/2013
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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.