"A Microsoft está vencendo uma das batalhas mais importantes do mundo digital: a batalha pela TV", diz o analista James McQuivey, vice-presidente da empresa de pesquisa Forrester, que publicou um estudo sobre o mercado televisivo.
Segundo McQuivey, a Microsoft está à frente de suas concorrentes graças ao console Xbox 360.
"A batalha pela TV é importante por razões que você já conhece: a TV consome mais tempo do que qualquer outra coisa e gera renda anual de US$ 140 bilhões a US$ 160 bilhões só nos EUA", diz o analista, em seu blog.
McQuivey diz que há quase 70 milhões de lares ao redor do mundo com Xbox 360 --cerca de metade deles conectados à internet. Para McQuivey, essa presença permite à Microsoft oferecer novos serviços de vídeo a dezenas de milhões de casas.
No estudo, de acordo o blog " Bits", diz que "a Microsoft está na liderança, oferecendo tudo o que importa: uma crescente biblioteca de conteúdo, um caminho de engajamento para milhões de donos do Xbox 360 e um crescente ecossistema de parceiros e desenvolvedores ávidos para explorar a plataforma para seus próprios propósitos."
McQuivey afirma que o "conteúdo ainda é o rei", mas que outros elementos são importantes no mercado.
O Brasil ocupa a 63ª posição no ranking de 154 países que mais têm domicílios com acesso à internet, segundo novo mapa da inclusão digital divulgado nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).
De acordo com o levantamento, 33% das moradias brasileiras contam com acesso à rede munidial. O país fica atrás do vizinho Uruguai (57ª) e do Chile (53ª), e à frente do México (89ª), África do Sul (108ª) e Índia (126ª).
Os quatro primeiros países com mais moradias com acesso à rede mundial são Suécia, Islândia, Dinamarca e Holanda. Lá, mais de 90% dos domicílios têm acesso à internet. A Suécia, melhor colocada, tem 97% das casas com internet.
Ainda não há comparativo do Brasil no ranking porque os dados foram coletados pela primeira vez no Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o responsável pelo levantamento, o pesquisador Marcelo Neri, o Brasil está acima da média mundial de acesso à rede mundial.
A Microsoft revelou, na quinta-feira (10), grandes mudanças no Bing, sua ferramenta de buscas. " A atualização mais significativa" desde o seu lançamento, segundo os executivos Derrick Connell e Harry Shum.
O novo Bing deve ser lançado nos próximos dias para usuários nos Estados Unidos. As mudanças demorarão um pouco mais para chegar à versão brasileira do serviço, mas ela é uma das prioridades da empresa.
Em entrevista à Folha, Marcos Swarowsky, da divisão de publicidade e on-line da Microsoft Brasil, disse que nunca viu uma prioridade tão alta para trazer um produto ao país. Os atrativos são, principalmente, o tamanho do mercado e o tipo de usuário --"muito avançado" no uso de internet, diz ele.
O executivo revelou também quais os maiores desafios da empresa no desenvolvimento da versão brasileira do novo Bing. Basicamente, eles estão ligados ao trabalho necessário para gerar resultados de busca significativos para o usuário do país.
A interface é dividida em três colunas. Na primeira, são exibidos os resultados básicos da busca, ou "core web results", como diz a Microsoft. É a velha e boa lista de links popularizada por serviços como o Google.
Na segunda coluna, chamada pela empresa de "snapshot", aparecem informações e serviços contextuais, relacionados à busca. Ela permite, por exemplo, conferir avaliações de restaurantes e fazer reservas em hotéis.
Na "sidebar" (barra lateral), à direita, fica a porção social da busca, que funciona integrada a redes sociais como Facebook, Twitter e LinkedIn. Por meio dela, você pode, por exemplo, compartilhar pesquisas, fazer perguntas e ver sugestões de conhecidos ou especialistas que possam ajudá-lo.
"Todo o trabalho de integração técnica" necessário para o funcionamento dessa terceira coluna já está feito, diz Swarowsky. "Vejo dificuldade nas duas primeiras."
Na seção à esquerda, onde aparecem os resultados básicos, o desafio é "conseguir investimentos significativos no algoritmo" para que ele entenda o nosso idioma e "as intenções do usuário brasileiro, onde quer que ele esteja", diz o executivo. "Ainda temos mais o que melhorar nessa parte de web."
Swarowski acha que a parte do meio "é o maior desafio". "É um trabalho muito grande de planejamento" para entender "o que os usuários brasileiros buscam" e conseguir "os resultados integrados". "Você digita lá resultados do Corinthians, e aí aparecem, por exemplo, todos os dados dos jogos de ontem, quem fez o gol, com quantos minutos... E isso é uma informação que tem que ser integrada, tem a parte técnica de acordos que precisam ser feitos."
Os acordos a que o executivo se refere são necessários para que a segunda coluna mostre resultados mais relevantes, com informações e serviços fornecidos por empresas, por exemplo, que trabalham com hospedagem hoteleira ou avaliação de restaurantes.
Aí entra outra dificuldade: a relativa carência desses tipos de serviço no Brasil. Nos Estados Unidos, há "um mercado mais sofisticado", diz Swarowsky, com numerosas empresas que agregam resenhas de lugares, por exemplo.
O executivo, porém, acredita que esse cenário também pode mudar, devido ao atual destaque do país no mercado global. "É a vez do Brasil."
Os segredos de um objeto considerado o computador mais antigo do mundo foram revelados com o uso de um equipamento de raio-X.
O mecanismo Antikythera, como é conhecido, tem cerca de 2 mil anos e foi encontrado em 1901 quando um grupo de mergulhadores chegou a um antigo navio romano naufragado na costa da Grécia.
O objeto tem o tamanho aproximado de um laptop moderno e, dentro dele, estão várias rodas de transmissão e engrenagens.
Ele teria sido usado para prever eclipses solares e, de acordo com descobertas recentes, o mecanismo também servia para calcular as datas de Olimpíadas na Grécia Antiga.
A equipe internacional de cientistas conseguiu juntar em um computador mais de 3 mil projeções de raios-X, montando uma imagem em 3D. Foi assim que os cientistas compreenderam o mecanismo.
Na última semana, o Brasil ultrapassou a Índia e alcançou a segunda posição na lista dos países com maior número de usuários no Facebook.
A informação é da Socialbakers, empresa que monitora o crescimento dos países na rede.
Na última semana, o Brasil teve um crescimento de 2,20% no número de usuários no Facebook -um aumento de 999,1 mil indivíduos. No mesmo período, a Índia, que ocupava o segundo lugar, viu um decréscimo de 0,26%, ou 120,8 mil usuários a menos.
Segundo a SocialBakers, o Brasil conta com aproximadamente 46,3 milhões de usuários no Facebook --fica apenas atrás dos Estados Unidos, com 157,2 milhões. Os países que completam o "top 5" são Índia (45,8 milhões), Indonésia (42,2 milhões) e México (33 milhões).







