As vendas globais de smartphones cruzarão a marca de 1 bilhão de unidades em 2014, ajudadas pela forte demanda da China e pelo lançamento de aparelhos mais baratos, disse o Credit Suisse.
As vendas mundiais crescerão 46%, para 687,9 milhões de unidades neste ano, e chegarão a 1,05 bilhão de unidades em 2014, relatou a corretora do banco em nota.
"Vemos crescimento robusto para o mercado de smartphones na China, o qual acreditamos que será responsável por 22% das unidades globais em 2015", disseram analistas em uma nota ao mercado.
A corretora também espera que a Apple conquiste grande parte, em um ambiente no qual o "sucesso em smartphones será impactado pelo sucesso em PCs e tablets".
A Apple vai ter uma participação de mercado de 23% neste ano, ajudada por sua forte rede de distribuição, plataforma de software e serviços e inovação em hardware, disse o Credit Suisse.
Analistas esperam que a Nokia tenha uma recuperação nos lucros em 2013 e ganhe 11% de market share no longo prazo, devido a apoio de operadoras, preços competitivos e fortalecimento de marca e distribuição.
Brinquedos que funcionam com tecnologia digital e que utilizam o papelão como matéria prima estão entre as novidades da Abrin 2012, a feira de brinquedos que terminou no dia 12, em São Paulo.
Os fabricantes de brinquedos preferem mostrar as novidades apenas para os donos das lojas que vão vender os produtos. E em nenhum dia é permitido que as crianças, mesmo acompanhadas de adultos, possam conhecer os lançamentos.
Mas a "Folhinha" teve autorização para levar um grupo de sete crianças, com idades entre seis e 11 anos, para ver os novos brinquedos.
Clique aqui e confira a galeria de fotos dos brinquedos escolhidos pelas crianças.
Estudo aponta que 58% das pessoas que têm smartphones utilizam aplicativos que informam sua localização. O número parte de uma entrevista com mil norte-americanos feita pela ISACA, uma organização sem fins lucrativos.
O paradoxo é que 24% dos entrevistados afirmaram que se sentem incomodados com o fato de seus dados serem usados por terceiros, como agências de propaganda. Outros 24% disseram estar preocupados com o que estranhos podem ver, enquanto outros 21% se preocupam com a segurança pessoal.
Uma das possÃveis justificativas para essa aparente incoerência é que 43% afirmaram não ler os termos de serviço dos aplicativos, ao mesmo tempo em que outros 25% disseram que, apesar de ler, não acreditam que os documentos sejam muito claros.
"Aplicativos de geolocalização podem ser extremamente convenientes, mas também são arriscados. As pessoas precisam aprender a entender como seus dados estão sendo usados e como elas podem desativar essa função", disse Mario Damianides, ex-presidente da ISACA, no release de divulgação do estudo.
A pesquisa vem com quatro dicas de segurança para se conscientizar sobre o uso de tais serviços:
Leia os termos de serviço antes de começar a usar um novo aplicativo;
Apenas ative a geolocalização quando as vantagens dessa função forem melhores do que os riscos;
Entenda que estranhos também podem rastrear os lugares por onde você andou;
Pense bem antes de marcar outras pessoas em fotos de redes sociais.
Para ler o estudo na Ãntegra e em inglês, clique aqui.
Desde a tarde de ontem (4), passageiros podem acessar a internet de modo gratuito e ilimitado em sete dos maiores aeroportos brasileiros.
O acesso, sem fio, foi liberado nas áreas de embarque dos aeroportos de Cumbica (Guarulhos), Congonhas, Galeão, Santos Dumont, Recife, Fortaleza e Pampulha (MG).
E a partir de hoje, deve começar também nos aeroportos de BrasÃlia e Porto Alegre.
O serviço é oferecido pela Infraero (estatal responsável pelos aeroportos), que fez um acordo com três operadoras: em troca de publicidade, elas não cobram pela internet.
Inicialmente, apenas a rede da TIM estará disponÃvel.
Para usar o serviço, o passageiro será orientado a fazer um cadastro ao abrir o navegador. Depois, terá de inserir o número do cartão de embarque para validar o acesso.
Nos principais aeroportos do mundo, o mais comum é o acesso à internet ser cobrado. No Brasil, esse modelo tinha pouca demanda e não era atrativo para as empresas fornecedoras, diz Gustavo Vale, presidente da Infraero; daà a ideia de propor gratuidade.
A estatal disse que a fase experimental vai durar sete dias. Em Cumbica, 500 passageiros poderão acessar a internet simultaneamente; em Congonhas, 600, diz a TIM.
Nos dois casos, a oferta é inferior à demanda: em Cumbica passam cerca de 1.700 passageiros nas áreas de embarque por hora; em Congonhas, 1.300.
Com a entrada das outras duas empresas participantes (Linktel e Net), o número irá se expandir, avalia a Infraero, mas não está definido quando isso ocorrerá. A ideia é levar a internet gratuita ilimitada a 100% dos passageiros, afirma Vale.
Outros aeroportos receberão o serviço ainda neste mês.
Você já testou o serviço de internet sem fio de alguns dos aeroportos? Envie seu relato para a Folha pela página " Envie sua notÃcia" ou encaminhe diretamente para o e-mail enviesuanoticia@grupofolha.com.br. As informações poderão ser usadas pela Redação.
Foi lançada nesta quinta-feira no Circo Voador, no Rio, a primeira Virada Digital. Assim como as homônimas Virada Cultural e Virada Esportiva, o evento propõe 72h ininterruptas de atividades gratuitas ligadas a inovação, interatividade e sustentabilidade, para agradar tantos os amantes da tecnologia como os curiosos.
Com um quê de Campus Party, as ações serão concentradas em Paraty (RJ) nos dias 11, 12 e 13 de maio e transmitidas ao vivo em "hubs" -- terminais interativos digitais, criados especialmente para o evento --instalados nos Arcos da Lapa, no Rio, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, e ao lado Museu de Arte Moderna, em BrasÃlia.
"É um grande encontro de conhecimento", explica o diretor executivo da Virada, Roberto Andrade. "A população vai poder mexer, entender e se aproximar da tecnologia."
Entre as atrações destacam-se demonstrações e experimentos na área de novas tecnologias, além de oficinas e palestras com estudiosos de diversas partes do mundo.
Depois de passar por Paraty, a Virada volta de forma itinerante em novembro quando planeja percorrer em seis meses, em formato de caravana, as 12 cidades brasileiras que irão receber a Copa, voltando novamente ao Rio em maio de 2013 para a segunda edição do evento.
O projeto encerra em maio de 2014, quando volta as cidades que receberão a Copa, dessa vez para uma Virada Digital simultânea.







